BRIGADA DE TRÂNSITO

PAINEL DO USUÁRIO
Convidado
Mensagens: 0


Alterar
Ver
Tópicos e mensagens

TRÂNSITO
LINKS RÁPIDOS

 



 
     
-
 
Votação

LIMITE VELOCIDADE NA AUTO ESTRADA

48% 48% [ 172 ]
52% 52% [ 185 ]

Total dos votos : 357

Navegação
 Portal
 Índice
 Membros
 Perfil
 FAQ
 Buscar
Julho 2017
SegTerQuaQuiSexSabDom
     12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31      

Calendário Calendário

POSTO VIRTUAL

 




Governo tem 11 600 chefes. Um por cada 45 trabalhadores do Estado

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

12072011

Mensagem 

Governo tem 11 600 chefes. Um por cada 45 trabalhadores do Estado




Para cada 45 trabalhadores há um dirigente nos organismos do Estado. Se Passos cumprir o prometido, 1725 que podem ser dispensados.

O novo governo tem muito por onde cortar se estiver realmente empenhado, como tem prometido, em reduzir os cargos dirigentes dos serviços centrais e regionais. O Estado emprega meio milhão de pessoas (521 524) e quase 11 600 são dirigentes. Se Passos Coelho for ao limite do que promete no programa do governo - cortar até 15% entre "cargos dirigentes e de serviços" - a redução de chefias pode ultrapassar os 1700 funcionários. Por agora a realidade é uma: por cada 45 trabalhadores há um chefe, segundo os dados que o i conseguiu cruzar entre balanços sociais, planos de actividades, relatórios e contas disponíveis nos sites de cada organismo.

Dezasseis ministérios (ver caixa) têm sob a sua alçada quase 300 serviços, mas é o Ambiente a liderar as pastas com maior número de dirigentes por funcionários - para cada 10,4 trabalhadores, há em média um chefe (cargos superiores e intermédios). A Economia está logo abaixo (11,07), seguindo-se a área do Trabalho e Segurança Social (11,3) e a Cultura com um rácio de 13,7.

No outro extremo está o Ministério da Administração Interna (MAI), que tutela a PSP, e atinge o rácio de um chefe para cada 212 trabalhadores. Números que são explicados pelo facto de nos dados consultados pelo i apenas se contabilizarem os dirigentes superiores e intermédios e, no caso das polícias e também na GNR, os cargos directivos assumirem outra denominação. A Saúde surge logo a seguir com uma média de um director para cada 123 funcionários.

um chefe para cinco Apesar de em média o rácio ser de 45 trabalhadores para cada cargo dirigente, há serviços em que a distância entre trabalhador e patrão é ainda mais estreita. No Gabinete de Planeamento Estratégico e Relações Internacionais do Ministério das Obras Públicas, um em cada cinco funcionários do serviço desempenha um cargo dirigente - são 48 funcionários no total, dos quais 11 estão em funções de chefia. O peso dos altos dirigentes no total dos trabalhadores ultrapassa os 22% e não é caso único. No Instituto de Infra-estruturas Rodoviárias, entre os 60 funcionários, 13 são directores (21%). E nos serviços tutelados pelo Ministério da Educação, o Gabinete de Gestão Financeira bate todos os recordes - quase dois em cada dez funcionários integram quadros directivos. O gabinete tem 56 funcionários, dos quais nove são dirigentes superiores ou intermédios.

A Agência Nacional de Qualificação, tutelada pela Educação e Trabalho também não fica atrás. Os cargos dirigentes representam 16% do total de trabalhadores, à frente do gabinete de Estatística e Planeamento da Educação e do GAVE - Gabinete de Avaliação Educacional -, ambos com 12%

No Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o que mais salta à vista são o número de trabalhadores que as entidades tuteladas empregam. No Instituto Nacional de Recursos Biológicos, por exemplo, trabalham mais de mil funcionários, dos quais 22 ocupam cargos de chefia.

É este o retrato aproximado da administração pública que Passos Coelho tem em mãos. O primeiro-ministro prometeu em campanha que quer emagrecer o Estado e no programa do governo a meta é clara: cortar os "cargos dirigentes e dos serviços em, pelo menos, 15% na administração central, local e regional". Para levar a cabo esta tarefa o executivo vai ter de começar por fundir e extinguir estruturas que executem o mesmo serviço. A lei orgânica do governo foi aprovada a semana passada e, de acordo com o secretário geral da Presidência, Marques Guedes "o objectivo claro de emagrecimento do Estado, passará necessariamente por uma redução da dimensão de alguns dos serviços ou organismos". Para isso o governo vai antes de mais aprovar a lei orgânica de cada ministério onde já vão ficar abertas as portas a fusões e extinções de organismos a consolidar no PRACE.

Do lado dos socialistas há críticas e poucos aplausos à promessa. Santos Silva, ex-ministro da Defesa e membro do núcleo político do último governo, deixa primeiro a crítica: "O actual governo ainda não extinguiu nenhum organismo e já criou um novo - aquela unidade de missão para acompanhar as medidas da troika. Até agora os actos são contraditórios às palavras", diz ao i. Mas para o dirigente socialista a reorganização do Estado traz "eficiência" e "poupança". com M.V.C. e R.T.
http://www.ionline.pt/conteudo/136122-governo-tem-11-600-chefes-um-cada-45-trabalhadores-do-estado



focazero@hotmail.com
SOMOS A SOLUÇÃO NÃO O PROBLEMA = BT ATÉ MORRER
avatar
focazero
GENERAL
 GENERAL

PAÍS :
MENSAGENS : 521
LOCALIZAÇÃO : Portugal
INSCRIÇÃO : 21/04/2009

Voltar ao Topo Ir em baixo

Compartilhar este artigo em: BookmarksDiggRedditDel.icio.usGoogleLiveSlashdotNetscapeTechnoratiStumbleUponNewsvineFurlYahoo!Smarking

Governo tem 11 600 chefes. Um por cada 45 trabalhadores do Estado :: Comentários

avatar

Mensagem em Qua 13 Jul 2011 - 16:27 por Mário Lino

na guarda também há muitos chefes.... pessoal que manda.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum