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Metade das multas dos radares de Lisboa não chegam a ser pagas

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09052011

Mensagem 

Metade das multas dos radares de Lisboa não chegam a ser pagas




A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária não consegue responder, em tempo útil, às milhares de infracções captadas pelos radares de Lisboa e por isso a maioria das multas não são pagas.



Metade das multas dos radares de Lisboa não chegam a ser pagas


O vereador da mobilidade e infra-estruturas da Câmara de Lisboa, Nunes da Silva, afirmou que os 21 radares da cidade estão a funcionar normalmente e que o problema está no processamento das multas pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Em decalarações à TSF, Nunes da Silva estima que cerca de 50% das multas com origem nos radares de Lisboa acabem por prescrever devido à falta de capacidade da instituição para dar resposta a todas as infracções.

O vereador referiu ainda que muitas vezes as coimas só chegam a casa dos condutores um ou dois anos depois da violação do código da estrada, pondo em causa o efeito dissuasor dos aparelhos.

A prioridade é dada aos casos mais recentes e às contra-ordenações graves ou muito graves que também chegam mais rápido à casa dos condutores.

Também o presidente do Observatório da Segurança das Estradas e Cidades, Nuno Salpico, explicou à TSF que esta situação leva a uma atitude cada vez mais "indisciplinada dos condutores".

Nuno Salpico afirma que os radares deixam de ter uma uma "resposta sequencial do Estado" ou seja, não há processamento das contra-ordenações, que acabam por bloquear. O presidente do Observatório da Segurança das Estradas e Cidades refere ainda que apesar de os equipamentos continuarem a disparar "acabam por ser uma anedota".

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1847832&page=2





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Metade das multas dos radares de Lisboa não chegam a ser pagas :: Comentários

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Mensagem em Seg 9 Maio 2011 - 16:44 por rodazero



O presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Paulo Marques, esclareceu hoje que compete à Polícia Municipal de Lisboa a cobrança das coimas por infracções nas estradas e não à ANSR.

"A notificação aos condutores, a cobrança e a distribuição são competência da Polícia Municipal de Lisboa. Não são competências da ANSR ao contrário do que foi afirmado", disse à Agência Lusa.

Paulo Marques falava na sequência de declarações à rádio TSF do vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa, António Nunes da Silva, de que há problemas com os pagamentos das "milhares" de pequenas contra-ordenações que se registam em Lisboa e no Porto. Em declarações à Lusa, Nunes da Silva disse que não está a apontar "culpados", mas a denunciar um "sistema" que está mal organizado e deve ser corrigido.

De acordo com o vereador, a Polícia Municipal "ainda não conseguiu ter acesso directo aos dados do registo automóvel e aos dados pessoais do condutor" e perde muito tempo a solicitar esses dados.

Quando consegue "fechar o processo" remete-o para a ANSR, mas "é evidente que uma autoridade que está a trabalhar para o país inteiro não tem capacidade de resposta perante a chuva de pequenas contra-ordenações que acontecem nos centros urbanos", realçou. "É humanamente impossível processar um sistema que está organizado desta maneira", acrescentou.

Para o vereador, esta situação seria corrigida se se desse à Polícia Municipal "acesso directo à base de dados do registo automóvel e das cartas de condução" ou se as pequenas contra-ordenações nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto fossem "processadas pela Polícia Municipal e que só fossem remetidas à ANSR as que vão a tribunal".

Por seu lado, o presidente da ANSR disse que aquela entidade só recebe os processos depois de o infractor ter sido notificado da coima.

"Os processos são enviados para a ANSR por várias razões. Uma delas é porque os casos de contra-ordenações graves e muito graves podem ter lugar à inibição de condução e isso é tarefa da ANSR", explicou.

"Por outro lado, poderá haver reclamação por parte dos condutores que não se conformam com a decisão e aí a reclamação é enviada à ANRS. São estes os casos onde a ANRS intervém", acrescentou.

Paulo Marques reafirmou que a ANSR só tem conhecimento dos autos quando a Polícia Municipal "os envia" e admitiu que "envia-os muito tempo depois da contra-ordenação ter ocorrido".

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1847951&seccao=Sul&page=2

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Mensagem em Ter 10 Maio 2011 - 17:37 por sempre-tu

isto só me diz uma coisa...
a cede das multas é terrivel, que tristezaaaaaaaaaaaa

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