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NOTICIAS DA GREVE DOS TRANSPORTES DE MERCADORIAS 2011

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12032011

Mensagem 

NOTICIAS DA GREVE DOS TRANSPORTES DE MERCADORIAS 2011




Camionistas paralisam às 00h00 de segunda-feira

As associações representantes de transportadores de mercadorias e passageiros que se reuniram este sábado em Pombal decidiram convocar uma paralisação para as 00h00 da próxima segunda-feira, revelou o presidente da Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA).
Pedro Morais apelou para que os camiões fiquem parados nos parques durante a iniciativa de contestação.
O responsável falava aos jornalistas após uma reunião destinada a apresentar os resultados das negociações com o Governo para a obtenção de medidas de apoio ao sector.
No encontro estiveram também representantes das associações Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), Portuguesa de Operadores Expresso (APOE) e Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP).
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/camionistas-paralisam-as-00h00-de-segunda-feira



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NOTICIAS DA GREVE DOS TRANSPORTES DE MERCADORIAS 2011 :: Comentários

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:43 por micro_fz

Pedro Morais afirmou que os cerca de 100 associados da ATTIMA aderiram à paralisação, estando parados “cerca de quatro mil equipamentos, entre camiões e outros equipamentos mais pequenos, bem como algumas máquinas”.

O presidente da ATTIMA afirmou que a paralisação, que começou às 00:00 de hoje, está a levar à paragem de algumas obras públicas.

“Temos obras públicas paradas neste momento. A plataforma logística do Poceirão [em Palmela] não arranca, o Túnel do Marão, a nível de transportes está parado, a via rápida de Coina está parada. Algumas escolas com demolições também estão paradas, porque não adianta demolir se depois não é possível retirar os materiais”, disse.

Pedro Morais espera que no final do dia a paralisação “esteja noutro patamar e se note mais a adesão”.

Sobre as negociações com o Executivo, o presidente da ATTIMA afirma que “houve muita inflexão” por parte do Governo.

“Houve bastante inflexão, houve inclusive ‘nãos’ redondos. Não conseguimos chegar a bom porto com as negociações”, disse.

O presidente da ATTIMA disse que as associações apresentaram ao Governo uma proposta relativa ao preço dos combustíveis que “tinha como contrapartida um encaixe para os cofres do Estado de 6,2 milhões” de euros por mês.

“Não estávamos a pedir nenhum subsídio. Pedimos um valor do combustível perto do espanhol para que se justificasse que os transportadores internacionais e os da raia abastecessem Portugal”, afirmou, acrescentando que esta medida permitiria a entrada de cerca de 72 mil milhões de euros por ano” nos cofres do Estado.

Na que respeita à legislação laboral, as associações reivindicam a suspensão da lei em vigor que obriga a que para reclamar uma contra ordenação os transportadores tenham de pagar o valor da multa e mais 10 por cento para custas processuais.

“A título de exemplo, para reclamar uma multa de 30 mil euros, uma empresa tem de depositar 60 mil euros e mais 10 por cento, neste caso, mais seis mil euros”, explicou Pedro Morais, acrescentando que com este quadro legislativo, “uma contra ordenação laboral pode ser suficiente para fechar uma empresa neste momento”.

O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, disse hoje à Lusa que única reivindicação das associações transportadoras de mercadorias que o Governo não aceitou na reunião desta noite foi a redução de preço dos combustíveis.

A paralisação, que se prolongará por tempo indeterminado, foi convocada pela ATTIMA e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.destakes.com/redir/0786a22858d4bfd6f9f0a688ae85e3d9

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:44 por micro_fz

Dezenas de camionistas estão concentrados junto ao itinerário complementar 2 (IC2), na Batalha, onde, sob o olhar atento da GNR, convidam os colegas que se fazem à estrada a parar as viaturas e a aderir à paralisação.


De bandeira branca na mão, a empresária Guida Ascenso sinaliza o local do protesto.

“É só para sinalizar que estamos cá, que estamos parados, existimos e estamos a morrer aos poucos”, afirmou Guida Ascenso, proprietária de uma frota de quatro camiões e membro da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas, uma das três associações que convocou a paralisação.

Guida Ascenso recusou a ideia de os camionistas sejam obrigados a parar, sustentando que o fazem por “por iniciativa própria” e “por opção”.

“Estão connosco porque também têm o ordenado deles em perigo. Eles estão aqui porque querem, não são obrigados. Quiseram juntar-se a esta luta”, assegurou, reconhecendo que são em muito menor número os camiões que hoje estão a circular.

Para a empresária, a situação deve-se ao facto dos patrões terem optado por deixarem as viaturas nas instalações.

“Por isso é que, se calhar, o impacto na opinião pública não é tão grande, mas estamos muito satisfeitos porque 98 por cento dos carros estão parados nos parques”, referiu Guida Ascenso.

Ao acenar da bandeira, o motorista António Monteiro parou a viatura e declarou-se solidário com o protesto.

“Acho bem porque a gente está num país tem que se lutar para a gente também sobreviver”, anotou, apontando o preço do gasóleo como a maior dificuldade do patrão, que tem cerca de 60 camiões.

Já Fernando Santos, que viu a sua viagem do Cartaxo para a Marinha Grande interrompida porque foi “convidado a parar”, justificou a decisão: “Diz que para aí para a frente há pára-brisas partidos”.

O camionista disse mesmo temer pela sua segurança: “Tenho que olhar que se me mandaram parar é porque isto está muito mal”.

Já o colega de profissão António Carvalho desistiu de prosseguir viagem na Batalha depois de o seu camião ter sido apedrejado em Meirinhas, Pombal.

“Alguém pegou numa pedra e partiu-me o vidro e a polícia foi lá e tive que sair porque senão matavam-me lá”, declarou o motorista, que esperava hoje juntar-se à família depois de terminar a viagem que iniciou na Alemanha e tinha como destino a Auto-Europa, em Palmela, onde ia deixar material para automóveis.

Como António Carvalho, outros colegas que estacionaram os camiões junto ao IC2, na Batalha, esperam por notícias sobre o levantamento da paralisação, para prosseguir viagem.

A empresário Guida Ascenso disse que isso está nas mãos do Governo.

“[A paralisação vai continuar] até o Governo quiser. Não somos nós que mandamos, o Governo é que decide”, assegurou.

No protesto da Batalha, à passagem de camiões – muito poucos numa via diariamente percorrida por milhares – os assobios e os apupos ouvem-se contra aqueles que não aderem à paralisação e optam por seguir viagem.

http://www.destakes.com/redir/7bf18050d1583e87459c818c77cb14cb

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:46 por micro_fz

Até às 10:00 de hoje não houve no Algarve nenhum incidente grave devido à paralisação das transportadoras, disse fonte da GNR, que impediu durante a noite apenas uma tentativa de paragem forçada de um camião em Messines.

Os principais locais sob a vigilância da GNR são Messines, junto ao IC1, a Ponte Internacional do Guadiana, a A22, o acesso da A2 a esta estrada e os acessos ao Mercado Abastecedor da Região de Faro (MARF), nos arredores da cidade.

Dos locais sob vigilância mais apertada da Guarda os que mais estão a motivar preocupação são Messines e a ponte que liga o Algarve a Espanha onde, segundo a GNR, há alguns camiões parados.

“Temos montado um dispositivo para permitir que os condutores de pesados possam circular, sendo a preocupação maior na zona de Messines, onde há alguns veículos parados”, disse a mesma fonte, do Comando Territorial de Faro da GNR,

Escusando-se a precisar o número de efetivos mobilizados para a operação, o responsável pelas Relações Públicas da GNR de Faro, Victor Calado, disse apenas que a Guarda vai estar atenta no sentido de permitir a livre circulação de camionistas.

A greve foi, no entanto, impercetível na Ponte Internacional do Guadiana durante a primeira hora, onde o trânsito era pouco intenso.

A paralisação, que teve início às 00:00, foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP).

A greve conta ainda com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=113893

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 16:03 por micro_fz

Três camionistas foram detidos, esta segunda-feira, no distrito de Leiria, por tentarem cortar o trânsito no IC2. Dois carros da GNR ficaram com os pneus furados e terão de ser rebocados na localidade de Barracão.

Em Santo Antão da Batalha, dois homens foram detidos pela GNR perto da hora de almoço. Já a meio da tarde, um outro camionista foi detido, também por tentar evitar a circulação de veículos, em Barracão, concelho de Leiria.

O IC2 está com o trânsito bastante condicionado nesta zona devido aos protestos dos camionistas e a GNR já deu ordem aos manifestantes para fazerem circular os seus veículos. No entanto, cerca de 100 camionistas mantêm-se na zona do Barracão, onde a polícia já teve de reforçar o contingente.

Duas viaturas policiais vão ter de ser rebocadas por terem os pneus furados.

"Fica claro que a partir deste momento, e como foi na noite anterior, nós não vamos dar possibilidade às pessoas de incorrerem em ilícitos, nomeadamente de natureza criminal, que põem em causa o exercício dos direitos, liberdades, de garantias, da maior parte dos cidadãos, nomeadamente a livre circulação rodoviária", disse o comandante distrital da GNR, Lourenço Lopes, sobre a ordem de circulação dada aos manifestantes.

O responsável esclareceu que a GNR está "a agir de acordo com a Lei" e apelou ao "bom senso", ao "civismo" e ao "respeito pelo princípio da legalidade".

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1805750

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 16:05 por micro_fz

A associação que representa as petrolíferas considera que os camiões-cisterna com combustíveis não poderão circular enquanto não forem garantidas condições de segurança adequadas, incluindo o fim do apedrejamento de viaturas.


"Se não forem garantidas condições de segurança (aos camiões-cisterna), o que pressupõe o respeito pelas posições mútuas, corremos o risco de afetar a distribuição de combustíveis", disse à Lusa o secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), António Comprido.

Para António Comprido, as condições mínimas de segurança passam por "não haver incidentes" de qualquer espécie.

"Não podemos arriscar. Uma pedra não é um incidente simples se acerta no condutor e este perde o controlo do camião. Trata-se do transporte de materiais perigosos (inflamáveis) e a primeira prioridade é preservar a segurança das pessoas. As empresas petrolíferas não arriscam minimamente", disse.

António Comprido adiantou que "até ao momento não há notícia de falhas graves" no abastecimento das bombas e explicou que essa situação se deve em parte "a um esforço de reposição de stock nos postos" prévio ao protesto.

Sobre os próximos dias, o secretário-geral da APETRO escusou-se a fazer uma antecipação do cenário de eventuais falhas de abastecimento, referindo que as bombas de gasolina têm ritmos muito diferentes entre si.

"A título de exemplo: Há postos que são reabastecidos quase diariamente e outros que o são apenas umas vez por semana ou menos do que isso", referiu.

O responsável da associação aconselhou, no entanto, calma aos consumidores para que não haja "uma corrida ao combustível" nem "açambarcamentos".

"Se se registar um ritmo normal de abastecimento, haverá stocks para vários dias sem problemas", disse António Comprido.

A legislação obriga as petrolíferas a ter reservas de combustíveis refinados para 90 dias, em grande parte nas estruturas de armazenamento de Aveiras de Cima, mas o problema passa também pelo transporte em camiões-cisterna dessas estruturas para toda a rede de abastecimento, seja as bombas seja os aeroportos.

As empresas de transportes de mercadorias iniciaram às 00:00 uma paralisação por tempo indeterminado para contestar a situação do setor.

A paralisação foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) e conta com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Petroliferas+nao+vao+arriscar+circulacao+de+camioes+cisterna+enquanto+houver+incidentes+diz+APETRO.htm

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 16:07 por micro_fz

A greve dos transportadores está a subir de tom na zona de Barracão, em Leiria, onde dezenas de motoristas estão a ocupar o IC2, obrigando outros colegas a parar também, uma acção tomada depois da GNR ter dado ordens para que os camiões estacionados começassem a circular.



A tensão criada levou mesmo a um a um reforço da GNR, que destacou para o local, dezenas de militares, que estabelecem um cordão junto à berma para evitar que os camionistas interrompam o trânsito.

A circulação rodoviária no local está a processar-se de forma lenta, sendo que à passagem das viaturas pesadas os camionistas tentam invadir a estrada e forçar que os condutores encostem à berma, numa espécie de braço de ferro com a GNR.

Os manifestantes insultam e ameaçam os colegas que continuam a circular, e chegaram a levantar uma das grelhas de um camião. Noutra situação, um dos elementos presentes chegou a subir pelas escadas da cabine para que um camionista parasse.

Um dos momentos de maior tensão registou-se quando um dos camionistas foi levado pela GNR, alegadamente para ser identificado, o que motivou troca de empurrões entre os militares e os manifestantes.

Entretanto, pelo menos um pneu de uma das viaturas da GNR apareceu vazio e há militares no local com armas G3. "Acha que é preciso isto?", perguntava um dos camionistas, incomodado com o aparato policial. Outro camionista, Rui Santos, insistia: "Prometemos ir até às últimas consequências, vamos tomar medidas drásticas à noite".

A paralisação das transportadoras de mercadorias, que teve início às 00h00, foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=0FD67B17-DC0E-4B99-8C30-CE52787B2205&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 16:48 por micro_fz

A Associação de Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) alertou hoje, em comunicado, que a greve dos camionistas pode "provocar graves dificuldades ao setor agropecuário".

Por isso, pediram "bom senso" aos grevistas e que deixem passar os transportadores de produtores alimentares.

Segundo a associação, "há vacarias que não estão a receber encomendas de alimentos para os animais", cuja entrega estava prevista para hoje.

Além disso, "vários motoristas que iam fazer recolha de leite" alegam que "têm recebido ameaças", algo que os produtores lamentam.

Caso se mantenha o bloqueio dos silos de cereais no Porto de Leixões, a situação pode mesmo tornar-se "muito crítica", sublinha ainda a APROLEP.
Os agricultores dizem que "compreendem as dificuldades do setor dos transportes", até porque têm sofrido "aumentos nos preços das rações, combustíveis e adubos", o que acaba por ter repercussão no preço final do que produzem.

Contudo, apelam aos camionistas que "permitam a passagem de alimentos para os animais e do próprio leite produzido".

Isto porque são "produtos altamente perecíveis que têm que ser recolhidos diariamente e transportados para as fábricas", para serem transformados e armazenados.

"Não podemos deixar os animais morrer à fome nem deixar as vacas sem ordenhar", apontam.

Dada a situação em que o setor se encontra, "seria catastrófico", conclui a APROLEP no comunicado.

A paralisação das transportadoras teve início às 00:00 de hoje e é convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Produtores+de+leite+pedem+bom+senso+aos+camionistas.htm

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 18:32 por micro_fz

Os camionistas em greve em vários pontos de concentração no país vão continuar em paralisação por tempo indeterminado durante a noite, embora com menos trabalhadores de empresas de transporte de mercadorias nas estradas.

Depois de alguns momentos de tensão entre os camionistas que ocuparam o IC2 em Barracão, a cerca de 15 quilómetros de Leiria, e militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) mobilizados para o local, os grevistas mantêm-se no mesmo sitio, mas “há menos trânsito e situação está tranquila”, garantiu ao PÚBLICO o major Rogério Copeto, da GNR.

Durante a tarde, a circulação chegou a estar impedida naquele troço, quando os camionistas ocuparam a estrada em reacção a uma ordem dada pela GNR para que as viaturas estacionadas nas bermas começassem a circular.

Desde a meia-noite de segunda-feira, os trabalhadores de transportadoras de mercadorias iniciaram uma greve convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) nos principais pontos de saída do país.

O Governo e as associações representativas das empresas de transportes de mercadorias reuniram ainda durante a madrugada, mas o encontro terminou sem consenso quanto à redução do preço dos combustíveis reivindicada pelas associações, devido às “actuais directivas europeias”, justificou o ministro dos Transportes, António Mendonça, citado pela Lusa.

O protesto começou com uma fraca adesão durante as primeiras horas, mas chegou a registar apedrejamentos contra veículos pesados e autocarros que circulavam nas auto-estradas.

Face aos protestos dos camionistas durante a tarde, a Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) – que não convocou a greve mas apelou aos associados que evitassem circular com as suas viaturas – apelou à calma dos transportadores para que se manifestem “dentro da legalidade”, evitando “hostilidades”, disse o secretário-geral, Abel Marques, citado a Lusa.

Ao final da tarde, reagindo ao “conflito que opõe as transportadoras ao Governo”, a Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) – não envolvida na organização da greve – veio garantir, em comunicado, “o fornecimento normal de produtos à população”.

Mas a Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL) recebeu ao longo do dia “nota de problemas quer com camiões de recolha, quer com os transportes de produtos terminados”, com conhecimento de casos em não se procederam entregas, diz numa nota. E também a Associação de Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) alertou para o facto de a greve dos camionistas poder “provocar graves dificuldades ao sector agro-pecuário”, apelando aos camionistas em greve para deixarem passar os transportadores de produtores alimentares.

http://economia.publico.pt/Noticia/camionistas-mantem-paralisacao-durante-a-noite_1484788?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 19:00 por micro_fz

Dezenas de camionistas mantêm-se concentrados no Barracão, em Leiria, junto ao itinerário complementar (IC) 2, onde na tarde de segunda-feira se registaram momentos de grande tensão com a GNR, que mantém um forte dispositivo no local.

"Vamos continuar, daqui não saio", disse à agência Lusa Armando Fonseca, empresário de Leiria, prometendo, igualmente, não tirar o seu único camião do parque até que as reivindicações das empresas sejam atendidas, sobretudo ao nível do preço do gasóleo.

Ao gasóleo, Leonel Almeida, empregado de uma empresa transportadora, soma os custos das portagens, razões que justificaram a sua adesão ao protesto.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Camionistas-mantem-se-concentrados-junto-ao-IC2-no-Barracao-Leiria-sob-forte-aparato-policial.rtp&article=424327&layout=10&visual=3&tm=6

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 21:15 por micro_fz

Dezenas de camionistas mantêm-se concentrados no Barracão, em Leiria, junto ao itinerário complementar (IC) 2, onde na tarde de segunda-feira se registaram momentos de grande tensão com a GNR, que mantém um forte dispositivo no local.

"Vamos continuar, daqui não saio", disse à agência Lusa Armando Fonseca, empresário de Leiria, prometendo, igualmente, não tirar o seu único camião do parque até que as reivindicações das empresas sejam atendidas, sobretudo ao nível do preço do gasóleo.

Ao gasóleo, Leonel Almeida, empregado de uma empresa transportadora, soma os custos das portagens, razões que justificaram a sua adesão ao protesto.

"Pelas condições de trabalho e por solidariedade", afirmou, explicando que a decisão de apoiar a paralisação foi sua.

Também Ricardo Cordeiro, funcionário numa outra transportadora, explicou que é "por livre vontade" que está a participar na concentração dos camionistas, onde vai ficar "até durar".

"Até o Estado ceder", continuou, convicto de que "se não ceder a bem, cede a mal", independentemente dos dias que durarem o protesto.

No Barracão, a paralisação ficou marcada pelos confrontos com a GNR, que começaram a partir do momento em que militares deram ordem aos camionistas estacionados para começarem a circular.

Os camionistas em protesto invadiram o IC2, obrigando a um reforço policial e à formação de um cordão para evitar a reiterada ocupação da via.

Mais pacífica está a decorrer outra concentração no distrito, no lugar de Santo Antão, na Batalha, também junto ao IC2, onde não há registo de ocorrências, mantendo-se no local dezenas de camionistas e, também, militares da GNR.

Segundo fonte da GNR, no distrito de Leiria, o primeiro dia de protesto contabiliza "um detido, várias pessoas identificadas e quatro viaturas da corporação com pneus esvaziados". Há também informação de apedrejamentos de viaturas pesadas.

A paralisação das transportadoras de mercadorias, que teve início às 00:00 de segunda-feira, foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 3:19 por Gambuzino

micro_fz escreveu:Três camionistas foram detidos, esta segunda-feira, no distrito de Leiria, por tentarem cortar o trânsito no IC2. Dois carros da GNR ficaram com os pneus furados e terão de ser rebocados na localidade de Barracão.



Lá está... a GNR a inventar, ficaram a penantes...

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 11:18 por COMANDANTE GERAL

Transportes: Apedrejamentos pontuais a camiões na A1, um homem detido

De Natal Vaz (LUSA) – Há 10 horas

Lisboa, 15 mar (Lusa) -- Na madrugada do segundo dia de paralisação das associações transportadoras de mercadorias registaram-se apedrejamentos pontuais a camiões na A1, tendo sido detido um homem em flagrante delito, disse à Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Segundo a GNR, os apedrejamentos foram registados nas zonas de Lisboa, Leiria e Coimbra, a partir das passagens superiores (viadutos) da autoestrada. Os camiões atingidos sofreram danos mas prosseguiram viagem.

O homem detido, sobre o qual a GNR não forneceu quaisquer dados, foi surpreendido a apedrejar viaturas pesadas na A1.

http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5jlxwuCCZF_2LhZmPG40593NxIqDg?docId=12283672

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 11:22 por COMANDANTE GERAL

Transportes: Cinco camionistas feridos, 50 viaturas apedrejadas e três detidos - GNR

Lisboa, 15 mar (Lusa) -- A GNR registou, até ao momento, meia centena de apedrejamentos a camiões, na sequência da paralisação das transportadoras, cinco camionistas feridos e três pessoas detidas em "flagrante delito".

"Desde o início desta convulsão, até este momento (16:15 de hoje), a GNR já registou cerca de 50 incidentes de apedrejamento de viaturas em todo o país", disse à agência Lusa o porta-voz da GNR Tenente-coronel Costa Lima.

Esta situação resultou no apedrejamento de 51 viaturas, uma delas um veículo ligeiro que colidiu com uma pedra que foi arremessada para a estrada.

http://aeiou.expresso.pt/transportes-cinco-camionistas-feridos-50-viaturas-apedrejadas-e-tres-detidos-gnr=f637798

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 11:25 por COMANDANTE GERAL

Coluna de 32 camiões da Jerónimo Martins chegou a Modivas

A coluna de 32 camiões da Jerónimo Martins que partiu hoje do Porto em direção a Modivas, Vila do Conde, chegou às 12:25 sem problemas, depois da GNR ter cortado o trânsito nos acessos da A28 e da N13.

Conforme o comboio foi passando, a GNR ia cortando os acessos àquelas duas estradas pelas quais ele passou.

A frota partiu às 11:45 do Porto em direção a Modivas, Vila do Conde, sob escolta da GNR e obrigando ao corte, durante vários minutos, do trânsito na Circunvalação por "motivos de segurança".

O comboio de veículos concentrou-se na Circunvalação do Porto, numa fila que se estendeu entre a Rotunda da "Anémona" e a entrada para o Parque da cidade, no sentido poente-nascente.

Dois motoristas da frota, que preferiram o anonimato, afirmaram à Lusa ter recebido indicações para se concentrarem neste local, de onde sairão para o armazém da Jerónimo Martins em Modivas, acompanhados pela GNR "por motivos de segurança".

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=499611

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 11:27 por COMANDANTE GERAL

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Coluna de camiões saiu do porto da Figueira da Foz escoltada pela GNR


De José Luis Sousa (LUSA) – Há 5 horas

Figueira da Foz, Coimbra, 15 mar (Lusa) -- Uma coluna de 23 camiões carregados de casco de vidro saiu hoje do porto da Figueira da Foz com destino à Marinha Grande, escoltada por viaturas da GNR, constatou a Lusa no local.

Os pesados de mercadorias deixaram a estrutura portuária pelas 10:30 de hoje, com destino a uma empresa vidreira da Marinha Grande, situada a cerca de 50 quilómetros, disse fonte policial.

A operação de escolta, realizada pela GNR em colaboração com a PSP da Figueira da Foz, começou ao início da manhã, altura em que os pesados de mercadorias começaram a carregar no cais de granéis sólidos do porto comercial.

http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gnV74R_jfyTD5YoQL2rZj_T_YNdg?docId=12284872

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 12:14 por Gambuzino

http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=9661



Greve: Dezenas de camiões parados em Albergaria e em Mamodeiro
Várias dezenas de camiões aderiram ontem, de forma pacífica, à paralisação das transportadoras em Albergaria-a-Velha e em Mamodeiro

Algumas dezenas de camiões estavam ontem concentradas na EN1, em Albergaria-a-Velha, com os transportadores a sensibilizar os colegas em viagem para a “situação completamente insustentável” do sector.
Os motoristas e os representantes de empresas de transporte de mercadorias estavam parados junto a um restaurante da via, num protesto “pacífico e por tempo indeterminado” e sem prejudicar o trânsito.
Paulo Ramos, de Viseu, proprietário de uma das transportadoras presentes no protesto, explicou ao Diário de Aveiro que a paralisação pretende sensibilizar para a situação “bastante difícil” que vive o sector. “Estamos a sensibilizar os colegas transportadores para ver se conseguimos solucionar a fase insustentável que as nossas empresas atravessam”, afirmou, apontando o caso dos “aumentos constantes” dos combustíveis.
Segundo o transportador, proprietário de uma frota de sete camiões, há, além dos preços dos combustíveis, “um conjunto de agravantes que torna a situação completamente insustentável”, tendo admitido a possibilidade de empresas fecharem portas.
Nuno Tavares, motorista de Ovar, também decidiu parar porque considera que “hoje em dia não é fácil ser patrão”. “Não se justifica os preços dos combustíveis e os valores que se estão a praticar nas portagens e nas SCUT”, acrescentou.
Vigiados de perto pela Brigada de Trânsito da GNR, verifica-se que há menos camiões parados relativamente a idêntico protesto realizado em 2008, mas isso não quer dizer que a adesão seja menor. Paulo Ramos explicou que “não se vêem tantos camiões parados porque muitos nem sequer saíram dos parques”.
Por outro lado, Nuno Tavares informou que “mandamos parar vários camiões que se recusaram porque os patrões não aderiram”. “Há empresas que conseguem continuar a trabalhar, o que considero inexplicável”, remata o motorista.
(Ler artigo completo na edição em papel)
Luís Ventura


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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 12:21 por Gambuzino

Enquanto a GNR faz escoltas, fica a restante população insegura... Não acham que tenho razão? Não acham que aqui há cidadãos e 1ª, 2ª e 3ª? Porque é que uns têm direito a escolta e outros não?
Todos sabemos que a relação brigadeiros/camionistas é tipo gato e rato, não acham como elementos da sociedade em geral deviamo-nos aliar e fazer um incentivo à continuação da greve até a população em geral ficar a ganhar alguma coisa?
Em 2008 a "guerra" dos caministas acabou quando adoçaram a boca aos seus patrões, não acham que a greve só deve acabar quando nos derem um rebuçado a todos nós?
Afinal quem pode vir a sofrer com esta paralização toda? Não somos nós? Deixem acabar os mantimentos nos supermercados e vejam!
Se todos nós sofremos, então que nos dêm algo!

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:29 por COMANDANTE GERAL

Transportes: Jerónimo Martins admite que paralisação está a ter impacto no seu funcionamento
15 de Março de 2011, 18:43

Lisboa, 15 mar (Lusa) -- A Jerónimo Martins admitiu hoje que a paralisação das transportadoras rodoviárias de mercadorias está a ter impacto no "normal funcionamento" da sua atividade e afirmou que está a acompanhar a situação "ao minuto".

Fonte oficial da retalhista dona do Pingo Doce disse hoje à agência Lusa que a paralisação, que hoje cumpre o segundo dia, "está a ter impacto no normal funcionamento" da empresa.

"Não estão a ser dias normais", disse a mesma fonte, referindo que estão a ser tomadas medidas especiais para assegurar a distribuição, dando como exemplo o facto de os seus camiões estarem a circular sob escolta da GNR.

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12287208.html

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:31 por COMANDANTE GERAL

Transportes: Novo piquete de greve montado em acesso à A22, em Lagos

Um novo piquete de greve concentrou-se hoje à tarde numa rotunda de acesso à A22, em Bensafrim, Lagos, disse à Lusa fonte da GNR, que montou igualmente um dispositivo no local para evitar bloqueios de camionistas.

O piquete era ao início da tarde constituído por cerca de catorze pessoas mas apenas um camião estava parado naquela área, disse à Lusa Victor Calado, do gabinete de Relações Públicas do Comando Territorial de Faro da GNR.

“Montámos lá um dispositivo para garantir que não há impedimento para os veículos circularem”, frisou aquele responsável, reiterando que no segundo dia de greve não houve registo de incidentes graves no Algarve.

Na área de serviço junto ao IC1, a poucos quilómetros de Messines, a situação durante a tarde era pacífica depois de, na parte da manhã, se terem registado alguns momentos de tensão entre a GNR e o piquete de greve.

Até à hora do almoço, cerca de cinco dos condutores dos 20 camiões que ali estavam parados decidiram abandonar o local, perante assobios e apupos dos membros de piquete, sendo que alguns foram escoltados pela GNR.

Às 17:30, Sérgio Costa, dono de uma empresa de transportes de Loulé, ainda se mantinha naquele local, descrevendo o ambiente como estando "calmo" e referindo que desde a hora de almoço mais nenhum camião se juntou ou abandonou o protesto.

Durante a manhã, os camionistas que optaram por abandonar o local ouviram assobios e palavras de protesto por parte do piquete de greve, que gritavam frases como "O teu patrão vai-te dar uma taça".

A paralisação, que teve início às 00:00 de segunda-feira, foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP).

Esta ação conta ainda com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=113971

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:33 por COMANDANTE GERAL

Nestlé admite parar a produção de cereais

A Nestlé avisa que o protesto dos camionistas está a pôr em causa o funcionamento das fábricas de Avanca e do Porto, ao impedir o transporte de mercadorias necessárias para a fabricação.

O director-geral da empresa em Portugal, António Reffóios, confirmou, esta terça-feira, à TSF que desde segunda-feira que o transporte de mercadorias está afectado.

Dos 40 camiões carregados na fábrica de Avanca, a empresa só conseguiu que oito chegassem a fornecedores e clientes.

António Reffóios reconhece que o problema pode pôr em risco o funcionamento das fábricas de Avanca e Porto se não for assegurada a protecção para os camiões.

O responsável contou que está em contacto com a GNR, para garantir o transporte de pelo menos dois camiões. Caso contrário, alertou, a empresa poderá ser obrigada a reagendar dois ou três dias de produção, apesar dos custos que daí advêm.

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1806701

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:35 por COMANDANTE GERAL

GNR com indicação para deter quem impeça circulação de pesados

O Comando da GNR deu indicações aos militares no terreno para deterem qualquer elemento dos piquetes da paralisação de transportadores que impeçam a circulação na faixa de rodagem, de acordo com o estabelecido na lei.
GNR com indicação para deter quem impeça circulação de pesados
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Numa nota interna da GNR a que a Agência Lusa teve hoje acesso, as autoridades recordam que, segundo a legislação, quem impedir a circulação incorre no crime de desobediência, punível com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias, na forma qualificada.

"A permanência de elementos dos denominados `piquetes de greve` na faixa de rodagem da via pública, efetuando sinal de paragem aos condutores de veículos e incitando-os à paralisação constitui atividade ilegal, designadamente por violação das normas" do código da estrada, podendo constituir um atentado à segurança do transporte rodoviário, refere a ordem interna.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=GNR-com-indicacao-para-deter-quem-impeca-circulacao-de-pesados.rtp&article=424553&layout=10&visual=3&tm=6

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:37 por COMANDANTE GERAL

GNR interveio para evitar bloqueio à passagem de camiões no Carregado

GNR tem ordem para deter quem impedir camiões de circular

Várias dezenas de camionistas invadiram a estrada de acesso à Autoestrada 1 (A1) no Carregado aquando da passagem de cerca de uma vintena de camiões do Jerónimo Martins para os tentar bloquear. A GNR interveio e deteve alguns camionistas.

A acção dos camionistas obrigou à intervenção da GNR com cães para tentarem manter a ordem, actuando sobre alguns manifestantes. Um dos manifestantes disse que a resposta é "porrada nos camionistas".

Pelo menos quatro foram algemados e mantidos no chão debaixo do tabuleiro da ponte da A1.

Os manifestantes mantém-se em ambos os lados do acesso à autoestrada a gritar contra camionistas que passam e não param, obrigando à presença da GNR.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1806589

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:39 por COMANDANTE GERAL

Fábrica da Nestlé pára amanhã se greve continuar

Marina Conceição
15/03/11 15:44
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A fábrica de cereais da Nestlé em Estarreja vai parar amanhã se a greve dos camionistas continuar.

"Se a greve se prolongar temos de parar a produção em Avanca [fábrica de cereais] por falta de paletes para levar os produtos nos camiões", avançou António Reffóios num encontro com jornalistas.

O director-geral da Nestlé Portugal disse mesmo que a empresa só tem ‘stock' de paletes para 24 horas. "Se não se resolver o problema dentro de 24 horas, corremos o risco de ter de parar a produção".

Durante o dia de ontem, dos 40 camiões que saíram da fábrica da Nestlé, apenas oito chegaram ao seu destino. Os outros nem chegaram a sair, referiu António Reffóios.

Neste momento, a Nestlé já providenciou escolta da GNR - à semelhança do que se passou com a Jerónimo Martins -, um pedido que lhe foi concedido, segundo adiantou o director-geral.

http://economico.sapo.pt/noticias/fabrica-da-nestle-para-amanha-se-greve-dos-camionistas-continuar_113416.html

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:41 por COMANDANTE GERAL

Transportes: Dois empresários detidos por apedrejamento de veículos em Pombal
15 de Março de 2011, 14:47

Pombal, Leiria, 15 mar (Lusa) - Dois empresários de leiria foram detidos esta manhã em Travasso, concelho de Pombal, por estarem a apedrejar veículos que circulavam no Itenerário complementar 2 (IC), disse à agência Lusa fonte da GNR.

"Dois empresários de 48 e 49 anos foram detidos em flagrante delito às 12:05", revelou a mesma fonte que relacionou esta situação com o paralisação nacional dos camionistas.

os dois suspeitos vão ser presentes às 15:00 no Tribunal Judicial de Pombal, acrescentou.


http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12285687.html

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:44 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:45 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:55 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 13:57 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 14:31 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 15:40 por Molas


Na volta não houve nenhum detido, deve ser mais uma estatistica, porque se houvesse toda a comunicação social sabia.

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 16:24 por BRIOSA BT

Transportadoras e Governo chegam a acordo

As três associações que representam os transportadores rodoviários de mercadorias chegaram esta terça-feira a acordo com o Governo quanto a um conjunto de medidas de apoio ao sector.

O consenso foi alcançado hoje, durante uma reunião no Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, em Lisboa, que durou cerca de quatro horas.

Na reunião estiveram presentes os presidentes das Associações de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA), Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) e Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP).

O acordo está a ser assinado no Ministério dos Transportes entre os presidentes das três associações e o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça.

Os transportadores rodoviários de mercadorias cumpriam hoje o segundo dia de uma paralisação.


http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1806857

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 17:14 por MAKARIO

A greve dos pequenos, os grandes abastecem em espanha.

Tanto pesado que circulou hoje, tal como da outra vez é para inglês ver, os ricos até têm escolta policial.

É a tipica greve portuguesa, uns lutam outros mamam, é como os sabujos da BT

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 17:20 por THE LONE RANGER

Posso dizer que apoio a greve dos camionistas, tenho pena que as grandes transportadoras não se juntem nessa luta. No dia de hoje em 6 horas de patrulha posso-vos garantir que 50% dos pesados que via na AE eram do Florêncio e do Luis Simões, e são estes que vêm para as tv´s pedir esmolas.
Fiquei perplexo com o que vi no carregado...consumadas 5 detenções e para meu espanto vejo um guarda de pistola em punho a apontar para os prevaricadores deitados de barriga na erva... quem eram aqueles 5 indivíduos? Assaltantes a bancos...Cadastrados furagidos... Achei vergonhoso, simplesmente vergonhoso tal como certas atitudes dos nossos actuais comandantes...os comterras romanos!
Enfim é a Guarda que temos...

BT Sempre...

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 23:19 por micro_fz

Foi durante a entrevista desta noite que José Sócrates ficou a saber que o Governo tinha chegado a acordo com as três associações que representam os transportadores rodoviários de mercadorias.

Numa primeira declaração sobre os protestos do sector, quando ainda não sabia que havia acordo, o primeiro-ministro usou palavras duras, dizendo que o seu executivo não permitiria que os camionistas bloqueassem o país. «Os camionistas sabem isso. Nós aprendemos com 2008. Compreendo que estão numa situação difícil e o Governo não é insensível a isso», referiu.

Logo a seguir, informado pela jornalista da SIC sobre o acordo com os camionistas, o tom das respostas de José Sócrates mudou. «Finalmente uma boa notícia da SIC para mim», comentou, antes de ser interrogado quanto é que esse acordo com os camionistas custou ao país.

«Certamente teve um custo para a nossa economia, mas o país precisa dos camionistas e o que oferecemos é muito diminuto. Nós, desde cedo, traçámos as nossas linhas vermelhas com os camionistas», dando, como exemplos, eventuais mexidas ao nível do gasóleo profissional.

«Ainda bem que o bom senso acabou por prevalecer», disse, em novo elogio ao acordo alcançado com os camionistas.
http://diario.iol.pt/politica/entrevista-de-socrates-camionistas-acordo-protestos-socrates-tvi24/1239754-4072.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fdiario+%28IOL+Di%C3%A1rio+-+%C3%9Altima+Hora%29

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 23:22 por micro_fz

Os transportadores que se concentraram no Carregado, Alenquer, disseram hoje que concordam em parte com o acordo e vão cancelar a paralisação, apesar de não terem obtido qualquer ganho em relação à redução do valor dos combustíveis.

"Não fiquei totalmente satisfeito com o acordo, porque não resolve o problema do gasóleo, mas estou disponível para desmobilizar" após a assinatura do acordo entre as associações dos transportadores e o Governo, afirmou à agência Lusa Carlos Morais, empresário.

José Zeferino, proprietário de uma empresa com dois camiões, disse à Lusa que também concorda com o acordo, do qual sublinha a vitória em relação ao aumento anunciado do preço do transporte.

"Vou acreditar no acordo e cancelar a paralisação", disse.

"Não havia hipótese para negociar mais nada do que o que foi conseguido no acordo, porque não houve cedência em relação ao gasóleo, por isso sou obrigado a voltar ao trabalho", afirmou à Lusa por seu turno Joel Graça, dono de uma empresa com quatro camiões.

Pela mesma opinião, Hélder Carvalho, proprietário de três camiões, mostrou-se a favor do acordo, sublinhando que foi um ganho a medida alcançada de não permitir efetuar transportes abaixo do preço de custo e disse que iria desmobilizar do protesto.

António Palmeiro, camionista numa empresa de transportes, referiu à Lusa que "se as associações assinaram o acordo as empresas não têm outra hipótese senão acabar a paralisação".

Vários transportadores mostraram-se descontentes com o facto de o acordo ter sido alcançado com as associações do setor, sem a aprovação dos empresários, mas mostraram-se a favor da desmolibilização do protesto uma vez que o acordo já tinha sido assinado.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1806968&page=2

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