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NOTICIAS DA GREVE DOS TRANSPORTES DE MERCADORIAS 2011

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12032011

Mensagem 

NOTICIAS DA GREVE DOS TRANSPORTES DE MERCADORIAS 2011




Camionistas paralisam às 00h00 de segunda-feira

As associações representantes de transportadores de mercadorias e passageiros que se reuniram este sábado em Pombal decidiram convocar uma paralisação para as 00h00 da próxima segunda-feira, revelou o presidente da Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA).
Pedro Morais apelou para que os camiões fiquem parados nos parques durante a iniciativa de contestação.
O responsável falava aos jornalistas após uma reunião destinada a apresentar os resultados das negociações com o Governo para a obtenção de medidas de apoio ao sector.
No encontro estiveram também representantes das associações Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), Portuguesa de Operadores Expresso (APOE) e Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP).
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/camionistas-paralisam-as-00h00-de-segunda-feira



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NOTICIAS DA GREVE DOS TRANSPORTES DE MERCADORIAS 2011 :: Comentários

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 19:32 por Gambuzino

Nesta paragem é que os motoristas parar e pensar.
Em 2008, se o bloqueio que fizeram durasse mais 2 dias, caía o Carmo e a Trindade, mas o Governo adoçou a boca aos patrões destes.
Desta vez, os motoristas que pensem mais neles, nas suas familias e na população em geral...

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 4:26 por MEO

Haviam de parar uma semana, para ver até aonde esta mer... a de governo aguenta....

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 9:37 por Gambuzino

MEO escreveu:Haviam de parar uma semana, para ver até aonde esta mer... a de governo aguenta....

Em 2008 param 3 dias, se parassem mais um o país rebentava!

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 13:13 por micro_fz

A presidente da Associação de Operadores de Logística (APOL) admitiu que estas empresas podem ter transportes a circular durante a greve dos camionistas, mas só se estiver garantida a segurança.

Carla Fernandes salientou que a greve põe em causa, por exemplo, o abastecimento aos supermercados e que podem começar a faltar bens essenciais, adiantando que os operadores de logística só vão assegurar transportes desde que haja condições de segurança.

“Tudo depende se houver segurança de circulação, uma coisa é parar sem bloqueio, outra coisa é fazer bloqueios”, declarou à Lusa.

A presidente da APOL considerou que todo o país será afetado pela paralisação e que os operadores de logística serão “muito afetados”, pois se não houver circulação não podem “cumprir os compromissos c om os clientes”.

“Se acontecer o mesmo que em 2008 podemos atingir quebras de faturação na ordem dos 20 a 25 por cento num mês”, disse Carla Fernandes, acrescentando que “quanto mais dias [durar a greve], pior”.

As empresas de transportes de mercadorias decidiram paralisar por tempo indeterminado a partir das 00:00 de segunda-feira.

A paralisação foi anunciada no sábado pelo presidente da Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA), Pedro Morais, após uma reunião em que participaram também as associações Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) e Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

Do conjunto de reivindicações fazem parte o preço do gasóleo, descontos nas autoestradas SCUT e legislação laboral.

http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=44702

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 14:06 por jack baeur

Já é tempo do povo Português abrir os olhos. Que corra tudo bem nas estradas e não haja excessos que deem razão a este governo para falarem.

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 15:13 por micro_fz

O ministro da Economia, Vieira da Silva, diz que a paralisação anunciada para amanhã pelas empresas de transportes de mercadorias pode pôr em causa o funcionamento “de espectros importantes” da economia.


“Nenhuma economia pode estar com um sector tão importante parado por tempo indeterminado”, vincou hoje Vieira da Silva à margem de uma iniciativa do PS em Penafiel.

A partir das 00h00 de segunda-feira, os camionistas vão protestar exigindo resposta sobre uma lista de reivindicações da qual faz parte o preço do gasóleo, descontos nas auto-estradas SCUT e matéria de legislação laboral.

A paralisação foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) e recebeu a solidariedade da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), que, embora não a tenha convocado, apelou entretanto aos associados que evitem “circular com as suas viaturas”.

O ministro admite que as empresas do sector estão a atravessar grandes dificuldades, mas sublinhou que, do lado do executivo, tem havido abertura para encontrar “as melhores soluções”. E, por isso, diz, a decisão das empresas “foi precipitada e não é a melhor forma de ultrapassar este problema”.

Vieira da Silva admitiu ainda ter ficado surpreendido com a decisão das empresas transportadoras, que só ontem anunciaram a paralisação de amanhã.

“No momento que vivemos é uma atitude que tem de ser muito bem pensada, porque os custos podem ser de tal maneira excessivos que talvez exigissem um pouco mais de ponderação”, acrescentou.

“O Governo já deu provas de aproximação em algumas das reivindicações mais significativas das associações. Continuamos disponíveis para trabalhar em conjunto”, sublinhou.

Também hoje, a presidente da Associação de Operadores de Logística (APOL), Carla Fernandes, disse que as empresas podem ter transportes a circular durante a greve dos camionistas, mas só se estiver garantida a segurança. A paralisação pode pôr em causa, por exemplo, o abastecimento aos supermercados.

A GNR vai estar a acompanhar de perto a greve. “Vamos fazer o acompanhamento da situação. Temos patrulhas na estrada e daremos maior atenção a determinadas situações, como os bloqueios”, disse o oficial de dia do comando operacional da GNR, tenente-coronel Nascimento.

http://economia.publico.pt/Noticia/paralisacao-dos-camionistas-pode-ter-custos-excessivos-para-a-economia-diz-vieira-da-silva_1484613?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 22:00 por micro_fz

Desde as 00.00 horas desta segunda-feira que os camionistas têm em curso uma paralisação por tempo indeterminado. No início do protesto, mais de 50 pessoas estavam concentradas no Carregado, local onde em 2008 estiveram dezenas de camiões a participar num protesto semelhante do sector.

Em declarações à Agência Lusa, fonte da organização disse que a maioria das pessoas concentradas ao início da madrugada no Carregado são empresários e funcionários do sector.

A mesma fonte referiu que espera que a adesão a esta paralisação seja "superior à de 2008".

"A partir da meia-noite, o piquete do Carregado vai convidar todos os camiões que circulem a aderir voluntariamente", acrescentou, sublinhando que esta é uma paralisação dos empresários e não dos motoristas.

As empresas de transporte de mercadorias decidiram paralisar a partir das 00.00 horas desta segunda-feira em protesto contra a não aceitação por parte do Governo de reivindicações relacionadas com a legislação laboral, o preço do gasóleo e descontos nas autoestradas SCUT.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1805358

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 22:03 por micro_fz

A circulação de veículos pesados é esta noite "calma" na fronteira de Vilar Formoso, tendo muitos motoristas chegado antes das 00:00, evitando eventuais contratempos com a paralisação das transportadoras de mercadorias.
Situação calma na fronteira de Vilar Formoso onde camionistas antecipam chegada.

O motorista Cristiano Achane chegou à fronteira antes das 00:00 tendo apenas parado no Parque TIR local para passar o volante ao colega que o acompanhava.

"Podia sair mais tarde, [mas] como somos dois motoristas, vamos adiantar o horário", explicou à Lusa o motorista que saiu do Carregado em direção a Itália.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Situacao-calma-na-fronteira-de-Vilar-Formoso-onde-camionistas-antecipam-chegada.rtp&article=424015&layout=10&visual=3&tm=6

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 22:06 por micro_fz

As empresas de transporte de mercadorias decidiram paralisar a partir das 00:00 de hoje em protesto contra a não aceitação por parte do Governo de reivindicações relacionadas com a legislação laboral, o preço do gasóleo e descontos nas autoestradas SCUT.

A paralisação dos camionistas foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA), e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP).

Do conjunto de reivindicações fazem parte o preço do gasóleo, descontos nas autoestradas SCUT e legislação laboral.

Meia centena de empresários e funcionários no Carregado

A quinze minutos de se iniciar a paralisação convocada pelas empresas de transporte de mercadorias, mais de 50 pessoas estavam concentradas no Carregado, local onde em 2008 estiveram dezenas de camiões a participar noutro protesto do setor.

Em declarações à agência Lusa, fonte da organização disse que a maioria das pessoas ali concentradas são empresários e funcionários do setor.

A mesma fonte referiu que espera que a adesão a esta paralisação seja "superior à de 2008".

"A partir da meia-noite, o piquete do Carregado vai convidar todos os camiões que circulem a aderir voluntariamente", acrescentou, sublinhando que esta é uma paralisação dos empresários e não dos motoristas.

O ministro da Economia garante que está disponível para continuar a negociar com as empresas de transportes e que o executivo até já deu provas de aproximação a algumas reinvindicações. Vieira da Silva pediu este domingo bom senso às empresas do sector.

Circulação de pesados "intensa" na A25

A circulação de veículos pesados é esta noite mais "intensa" na autoestrada A25, em direção a Vila Formoso, porque os motoristas estão a tentar sair do país antes das 00:00, disse à Lusa fonte do comando territorial da GNR da Guarda.

Segundo a mesma fonte, o anúncio da paralisação dos camionistas a partir das 00:00 de segunda-feira está a fazer com que se registe "mais trânsito do que é normal em direção à fronteira" de Vila Formoso.

A GNR adiantou que os camionistas, em vez de pararem nas áreas de serviço da A25 (autoestrada das Beiras Litoral e Alta) ou no parque TIR de Vila Formoso, "estão a entrar em Espanha" para se anteciparem ao início da greve, evitando estar a circular em território português a partir da hora estabelecida para a paralisação.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Camionistas+iniciam+paralisacao+em+protesto+pela+falta+de+apoios+ao+sector.htm

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 6:03 por BTBRAVO


GNR mobiliza-se para assegurar direito à circulação na via pública

A GNR vai estar atenta à paralisação das empresas de transportes de mercadorias. Os agentes vão garantir a manutenção da ordem pública.

http://www0.rtp.pt/noticias/?t=GNR-mobiliza-se-para-assegurar-direito-a-circulacao-na-via-publica.rtp&headline=20&visual=9&article=424046&tm=8

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 11:54 por COMANDANTE GERAL

Transportes
GNR regista apedrejamentos a camiões paralisados

por LusaHoje

A GNR registou esta madrugada vários apedrejamentos a camiões, na paralisação das transportadoras, com a situação mais grave a acontecer na A23, onde uma criança ficou inclusivamente ferida e foi transportada para o hospital, disse à Lusa fonte oficial.

Segundo o porta-voz da GNR Tenente-coronel Costa Lima, esta manhã o trânsito está a "fluir normalmente para uma segunda-feira", não se registando estradas "bloqueadas ou cortadas" em qualquer ponto do país, inclusivamente na zona da fronteira com Espanha. No entanto, o responsável avança que a GNR registou durante a madrugada "apedrejamentos" a partir de viadutos a camiões que seguiam em circulação nas vias rápidas IC2, A1, A2, A17 e A23 tendo sido "identificadas" várias pessoas.

A situação mais grave aconteceu precisamente na auto-estrada que liga Torres Novas à Guarda (A23), onde ficou ferida uma criança que foi atingida por estilhaços do pára-brisas, após este ter sido apedrejado. A criança foi transportada pelo INEM para o Hospital de Torres Vedras, ainda que mais tarde se tenha percebido que os ferimentos são "sem gravidade", afirmou o porta-voz da GNR.

"Preocupa-nos a violência das pessoas que querem fazer valer os seus direitos", afirmou o Tenente-coronel Costa Lima. O responsável admitiu ainda "afluência" a locais onde estão a concentrar-se camionistas paralisados, preferindo, no entanto, não os divulgar e afirmou acreditar que, apesar da paralisação, "haverá bom-senso de todos os envolvidos".

A paralisação das transportadoras teve início às 00:00 de hoje e é convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1805447

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 11:56 por COMANDANTE GERAL

Camionistas invadem IC2 na zona de Leiria

por LusaHoje
O ambiente está mais tenso entre camionistas e GNR

Dezenas de camionistas estão a ocupar o IC2 em Barracão, Leiria, em resposta à ordem dada por militares da GNR para que os que estão estacionados começassem a circular.

Além de invadirem o IC2, estes camionistas estão a obrigar todos os outros condutores de camiões a parar, situação que está a gerar momentos de grande tensão com a GNR que entretanto aumentou o dispositivo na zona.

Neste momento, dezenas de militares da GNR estão a fazer um cordão junto à berma para evitar que os camionistas interrompam o trânsito.

Uma situação que se segue à ordem de circulação dada pela GNR aos camionistas que, desde a manhã, estacionaram as suas viaturas na sequência do protesto.

"Fica claro que a partir deste momento, e como foi na noite anterior, nós não vamos dar possibilidade às pessoas de incorrerem em ilícitos, nomeadamente de natureza criminal, que põem em causa o exercício dos direitos, liberdades, de garantias, da maior parte dos cidadãos, nomeadamente a livre circulação rodoviária", disse à agência Lusa o comandante distrital da GNR, Lourenço Lopes.

O responsável esclareceu que a GNR estava "a agir de acordo com a Lei" e apelou ao "bom senso", ao "civismo" e ao "respeito pelo princípio da legalidade". "Vamos ser particularmente intransigentes relativamente a isso e espero que nos compreendam", continuou o responsável, reiterando o pedido para que os camionistas acatassem "as orientações, as decisões e as ordens dadas pelos agentes de autoridade".

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1805766

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 11:57 por COMANDANTE GERAL

Bloqueio
Camião apedrejado e outro sabotado no Carregado

por LusaHoje
Camião apedrejado e outro sabotado no Carregado

Um camião foi apedrejado e a outro cortaram os tubos do combustível, na rotunda junto ao centro de logística da Sonae, entre o Carregado e a Azambuja.

"Primeiro atiraram pedras a um camião. Depois o que vinha atrás parou e enquanto falava com membros do piquete outros cortaram o tubo do combustível", relatou um motorista à Lusa .

A testemunha, que não quis ser identificada, adiantou que o motorista em causa não queria aderir à paralisação.

Além de cortarem os tubos do combustível, os indivíduos travaram ainda circulação da galera, obrigando o motorista a circular só com os pneus dianteiros, acrescentou.

O motorista ainda terá circulado alguns metros mas segundo a mesma fonte terá parado pouco depois por falta de combustível.

A paralisação das transportadoras teve início às 00.00 de hoje.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1805650

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 11:58 por COMANDANTE GERAL

Camionistas
Líder do bloqueio de 2008 acha que protesto vai prolongar-se

por LusaHoje

António Lóios, que em 2008 liderou o movimento de protesto dos transportadores, afirma estar "100 por cento" ao lado camionistas.

"Estou 100 por cento ao lado dos transportadores", disse à agência

O ex-presidente da mesa da assembleia-geral da ANTP considera que "os transportadores estão numa situação tão difícil e o desespero é tão grande que quem está a frente do protesto vai tentar levá-lo o mais possível adiante".

António Lóios mostrou-se "expectante" sobre a paralisação das transportadoras de mercadorias e afirmou recear que as medidas que sejam negociadas com o Governo "não sejam transversais para todas as empresas" e os maiores transportadores voltem a ser favorecidos em detrimentos dos pequenos.

No que respeita às exigências das associações que representam os camionistas, António Lóios afirmou que "o desconto nas SCUT é mais do que merecido e deve ser aplicado imediatamente e estendido às outras autoestradas".

Quanto à redução do preço dos combustíveis, considera que a única solução é refletir os aumentos no preço dos fretes, uma proposta que quando estava na ANTP já tinha apresentado ao Governo.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1805643

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 11:59 por COMANDANTE GERAL

Transportes
ATTIMA diz que paralisação está a parar obras públicas

por LusaHoje

Obras públicas, como demolições em escolas ou o Túnel do Marão, estão hoje paradas devido à paralisação dos camionistas, disse à Lusa o presidente da Associação dos Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA).

Pedro Morais afirmou que os cerca de 100 associados da ATTIMA aderiram à paralisação, estando parados "cerca de quatro mil equipamentos, entre camiões e outros equipamentos mais pequenos, bem como algumas máquinas". O presidente da ATTIMA afirmou que a paralisação, que começou às 00:00 de hoje, está a levar à paragem de algumas obras públicas.

"Temos obras públicas paradas neste momento. A plataforma logística do Poceirão [em Palmela] não arranca, o Túnel do Marão, a nível de transportes está parado, a via rápida de Coina está parada. Algumas escolas com demolições também estão paradas, porque não adianta demolir se depois não é possível retirar os materiais", disse.

Pedro Morais espera que no final do dia a paralisação "esteja noutro patamar e se note mais a adesão". Sobre as negociações com o Executivo, o presidente da ATTIMA afirma que "houve muita inflexão" por parte do Governo. "Houve bastante inflexão, houve inclusive 'nãos' redondos. Não conseguimos chegar a bom porto com as negociações", disse.

O presidente da ATTIMA disse que as associações apresentaram ao Governo uma proposta relativa ao preço dos combustíveis que "tinha como contrapartida um encaixe para os cofres do Estado de 6,2 milhões" de euros por mês. No que respeita à legislação laboral, as associações reivindicam a suspensão da lei em vigor que obriga a que para reclamar uma contra ordenação os transportadores tenham de pagar o valor da multa e mais 10 por cento para custas processuais.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1805557

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:02 por COMANDANTE GERAL

Apedrejamentos durante a madrugada
Paralisação de camionistas não afecta trânsito


A GNR registou vários apedrejamentos hoje de madrugada contra veículos pesados de mercadorias e de passageiros (autocarros) que circulavam nas auto-estradas, mas desde a manhã que não há qualquer incidente e a circulação processava-se com normalidade em todo o país.

Há vários pontos de concentração de camionistas no país, na sequência da greve por tempo indeterminado decretada desde a meia-noite de hoje por várias associações de transportadores rodoviários, mas sem que estivesse a ser impedida a circulação em qualquer deles, segundo disse ao PÚBLICO o porta-voz da GNR, tenente-coronel Costa Lima.

Os incidentes da madrugada provocaram ferimentos ligeiros numa criança, quando um autocarro de passageiros foi atingido por uma pedra, na A23, perto de Torres Novas. A criança foi hospitalizada. Há também notícia de apedrejamentos na A1, A2, A17 e IC2, sempre a pesados de mercadorias ou passageiros em circulação, mas a GNR não informou dos respectivos locais, mas sem registo de feridos.

“O trânsito processa-se com a normalidade de uma segunda-feira de manhã de regresso ao trabalho”, disse Costa Lima ao PÚBLICO.

Há notícia de concentrações de camionistas no Carregado (junto à A1, próximo de Lisboa) e na Estrada Nacional (EN) 13, próximo do cruzamento das Guardeiras.

No Carregado, onde havia um piquete de camionistas na rotunda ao início da manhã, onde têm estado a pedir aos camionistas para parar para aderirem ao protesto. Um dos elementos do piquete, Ricardo Lobato, disse à Lusa que se registou um incidente quando “alguém mandou uma pedra a um camião e partiu um vidro”. No entanto, garantiu que “não foi ninguém do piquete” e sublinhou que nem sequer falaram com o camionista em questão.

Os camionistas protestam contra o aumento do preço de portagens e de combustíveis. Numa reunião com o Governo ontem à noite, e que acabou já pela uma da manhã, não houve acordo. A principal divergência foi a redução dos custos com o combustível.

A paralisação dos transportadores rodoviários pesados foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://economia.publico.pt/Noticia/paralisacao-de-camionistas-nao-afecta-transito_1484670

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:09 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:11 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:11 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:12 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:12 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:13 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:15 por COMANDANTE GERAL

GNR de Leiria dá ordem para camiões estacionados circularem, camionistas ameaçam endurecer protesto
14 de Março de 2011, 17:25

Militares de Leiria da GNR estão a obrigar os camiões estacionados nas bermas das estradas a circularem, situação que está a gerar protesto dos camionistas que aderiram à paralisação e que ameaçam endurecer o protesto.

Na localidade de Barracão, concelho de Leiria, onde dezenas de camionistas estão concentrados, a GNR reforçou o dispositivo e deu ordem de circulação aos camionistas que, desde a manhã, estacionaram as suas viaturas na sequência do protesto.

“Fica claro que a partir deste momento, e como foi na noite anterior, nós não vamos dar possibilidade às pessoas de incorrerem em ilícitos, nomeadamente de natureza criminal, que põem em causa o exercício dos direitos, liberdades, de garantias, da maior parte dos cidadãos, nomeadamente a livre circulação rodoviária”, disse à agência Lusa o comandante distrital da GNR, Lourenço Lopes.

O responsável esclareceu que a GNR está “a agir de acordo com a Lei” e apelou ao “bom senso”, ao “civismo” e ao “respeito pelo princípio da legalidade”.

“Vamos ser particularmente intransigentes relativamente a isso e espero que nos compreendam”, continuou o responsável, reiterando o pedido para que os camionistas acatem “as orientações, as decisões e as ordens dadas pelos agentes de autoridade”.

A decisão da GNR motivou protestos dos camionistas presentes que ameaçam endurecer os protestos.

O camionista Rui Santos lamentou a postura da GNR: “Mandaram vir mais gente para nos insultar”.

O trabalhador afiançou: “Até aqui estávamos a agir de forma moderada, sem haver conflitos para os dois lados. À noite, vamos arranjar outras formas de resolver o problema”.
“Mandaram vir mais gente para nos insultar” camionista Rui Santos

Rui Santos, que não especificou que outras formas de luta vão os camionistas desencadear, prometeu ainda que vão “até ao fim e por tempo indeterminado”. Vítor Paulino, também camionista, acrescentou: “Se eles [camiões] não param aqui, param mais além”.

Explicando que os piquetes de camionistas estão espalhados um pouco por todo o lado, o funcionário assegurou: “Se a GNR os mandar ir embora, eles param mais além”.

O responsável da GNR adiantou que no distrito de Leiria registaram-se “incidentes residuais” no decorrer da paralisação, tendo sido identificadas pessoas que “praticaram ilícitos e que vão ser responsabilizadas por eles”, referindo-se a danos em veículos.

@Lusa

http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1136846.html

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:23 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:23 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 12:24 por COMANDANTE GERAL

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 13:15 por BRIOSA BT

Leiria: GNR tenta obrigar camionistas a circular

A greve dos transportadores está a subir de tom na zona de Barracão, em Leiria, onde dezenas de motoristas estão a ocupar o IC2, obrigando outros colegas a parar também, uma acção tomada depois da GNR ter dado ordens para que os camiões estacionados começassem a circular.
A tensão criada levou mesmo a um a um reforço da GNR, que destacou para o local, dezenas de militares, que estabelecem um cordão junto à berma para evitar que os camionistas interrompam o trânsito.
A circulação rodoviária no local está a processar-se de forma lenta, sendo que à passagem das viaturas pesadas os camionistas tentam invadir a estrada e forçar que os condutores encostem à berma, numa espécie de braço de ferro com a GNR.
Os manifestantes insultam e ameaçam os colegas que continuam a circular, e chegaram a levantar uma das grelhas de um camião. Noutra situação, um dos elementos presentes chegou a subir pelas escadas da cabine para que um camionista parasse.
Um dos momentos de maior tensão registou-se quando um dos camionistas foi levado pela GNR, alegadamente para ser identificado, o que motivou troca de empurrões entre os militares e os manifestantes.
Entretanto, pelo menos um pneu de uma das viaturas da GNR apareceu vazio e há militares no local com armas G3. "Acha que é preciso isto?", perguntava um dos camionistas, incomodado com o aparato policial. Outro camionista, Rui Santos, insistia: "Prometemos ir até às últimas consequências, vamos tomar medidas drásticas à noite".
A paralisação das transportadoras de mercadorias, que teve início às 00h00, foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

A tensão criada levou mesmo a um a um reforço da GNR, que destacou para o local, dezenas de militares, que estabelecem um cordão junto à berma para evitar que os camionistas interrompam o trânsito.
A circulação rodoviária no local está a processar-se de forma lenta, sendo que à passagem das viaturas pesadas os camionistas tentam invadir a estrada e forçar que os condutores encostem à berma, numa espécie de braço de ferro com a GNR.
Os manifestantes insultam e ameaçam os colegas que continuam a circular, e chegaram a levantar uma das grelhas de um camião. Noutra situação, um dos elementos presentes chegou a subir pelas escadas da cabine para que um camionista parasse.
Um dos momentos de maior tensão registou-se quando um dos camionistas foi levado pela GNR, alegadamente para ser identificado, o que motivou troca de empurrões entre os militares e os manifestantes.
Entretanto, pelo menos um pneu de uma das viaturas da GNR apareceu vazio e há militares no local com armas G3. "Acha que é preciso isto?", perguntava um dos camionistas, incomodado com o aparato policial. Outro camionista, Rui Santos, insistia: "Prometemos ir até às últimas consequências, vamos tomar medidas drásticas à noite".
A paralisação das transportadoras de mercadorias, que teve início às 00h00, foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), contando com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/leiria-gnr-tenta-obrigar-camionistas-a-circular

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:28 por micro_fz

Governo só não aceita redução de preço dos combustíveis A única reivindicação das associações transportadoras de mercadorias que o Governo não aceitou na reunião desta noite foi a redução de preço dos combustíveis, disseo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.


"Aqui, de facto, não há acordo", disse em contacto telefónico o ministro António Mendonça. A redução "não é possível tendo em conta as actuais directivas europeias", acrescentou, em declarações à Agência Lusa.

Segundo adiantou, "além de ilegal, à luz daquilo que são hoje as regras europeias", os subsídios solicitados "são absolutamente incomportáveis, porque exigiriam milhões de euros dos contribuintes e não tem sentido na situação atual em que são exigidos sacrifícios aos portugueses".

Sobre a reunião desta noite, que durou quase seis horas e na qual não foi alcançado um acordo entre as partes que permitisse a suspensão da paralisação iniciada às zero horas de hoje, António Mendonça referiu que o Governo "mostrou disponibilidade para ir ao encontro das reivindicações das transportadoras, à excepção da redução (dos preços) dos combustíveis".

"Foi possível chegar a um largo consenso relativamente a um conjunto vasto de medidas", reiterou o ministro, lamentando que as associações "não tenham querido subscrever aquilo que elas próprias tinham acordado na reunião".

De acordo com António Mendonça, na reunião houve acordo quanto à revisão da legislação laboral aplicável ao sector e relativamente à redução dos preços das portagens nas SCUT, duas das três reivindicações colocadas na mesa pelas associações transportadoras.

"O Governo comprometeu-se a criar uma comissão inter-ministerial para produzir resultados no prazo de 90 dias com a publicação de um relatório de progresso em 30 dias", referiu o ministro sobre o ponto relativo à revisão da legislação laboral.

Quanto às reduções das portagens nas SCUT, esclareceu que "houve uma proposta do Governo procurando ir ao encontro e compreendendo os problemas actuais do sector".

O ministro António Mendonça adiantou ainda à Lusa que "lamenta" a falta de acordo, cuja responsabilidade imputou às associações transportadoras, mas destacou "o clima de diálogo em que decorreu a reunião.

" Lamento (...) até porque as transportadoras saíram prejudicadas por não ter havido acordo", disse, insistindo no "clima de diálogo" em que decorreu a reunião e a disponibilidade do Governo para continuar a dialogar.

"O Governo está sempre disponível para o diálogo. Agora cabe às associações tomar a iniciativa", concluiu.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1805489&page=2

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:30 por micro_fz



A fronteira de Vilar Formoso não regista qualquer problema de circulação devido à paralisação convocada pelas empresas de transporte de mercadorias. Também não há interrupções no trânsito na Estrada Nacional (EN) 13 próximo da Maia. Em Albergaria a Velha estão também cerca de 50 camionistas em ambiente calmo. Já no Carregado, esta manhã estavam estacionados 15 a 20 camiões com vidro partido devido a apedrejamento.

"A situação na fronteira é normal e, até ao momento, não há registo de qualquer problema", afirmou à Lusa fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda. Adiantou que "muitos camionistas dos transportes internacionais anteciparam a viagem" para a Europa, tendo saído de Portugal antes das 00h00 de hoje, para evitarem o início da greve.

"O tráfego em direcção a Espanha é reduzido e também é reduzido o número de veículos estacionados no Parque TIR de Vilar Formoso", assegurou.

Um grupo de camionistas estava hoje de manhã concentrado na Estrada Nacional (EN) 13, próximo do cruzamento das Guardeiras, Maia, mas segundo o Destacamento de Trânsito da GNR "não há impedimento de trânsito". Em declarações à Lusa, a fonte da GNR disse que "há vários camiões concentrados" naquela zona, mas que não se registou nenhum bloqueio nem qualquer distúrbio.

Entre 15 e 20 camiões parados e um vidro partido era hoje de manhã o balanço da paralisação das associações de transportes no Carregado, onde no protesto de 2008 se concentraram centenas de camiões. Recorde-se que uma criança ficou ferida na A23 na sequência de um apedrejamento.

Já os cerca de 20 motoristas de camiões paralisados desde as primeiras horas de hoje, junto aos silos do porto de Leixões, prometem não se resignar caso o Governo não atenda às reivindicações e regressar à paralisação na terça-feira.

Numa reunião entre o Governo e as associações de transportes de mercadorias, realizada a pedido das associações e que decorreu entre as 19h30 de domingo e cerca das 02h00 de hoje, não foi alcançado um acordo para a suspensão da paralisação. Segundo disse à agência Lusa o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, "o acordo não foi conseguido porque as associações não quiseram subscrever aquilo que elas próprias tinham acordado na reunião".

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=6C22FF3C-0551-4B9F-9FFB-8AA9A0CA30FD&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:34 por micro_fz

Um camionista foi identificado pela polícia, nas Guardeiras, acusado de ter atirado uma pedra a um camião que não aderiu à paralisação de protesto das transportadoras. O clima é tenso, na EN13.

O ambiente entre polícia e manifestantes é tenso, nas Guardeiras. Um camionista foi identificado, alegadamente por ter atirado uma pedra a um camião que não aderiu ao protesto, que junta cerca de 200 veículos pesados junto à rotunda das Guardeiras, na EN13.

A polícia está a orientar o trânsito, na rotunda das Guardeiras, desviando os camiões e impedindo, assim, os que querem de se juntar à concentração dos pesados mais adiante.

Uma atitude preventiva que está a indignar os camionistas, que pretendiam ver mais colegas juntarem-se ao protesto. Há um clima de tensão entre polícia e manifestantes, que não passou, até ao momento, de umas "bocas" a invectivar as autoridades.

Fonte da GNR disse à Lusa que as Guardeiras são neste momento "o ponto mais crítico" do protesto dos camionistas na região do Grande Porto.

Ao impedir a passagem de camiões na EN 13, na zona das Guardeiras, a GNR pretende para evitar que o seu protesto leve ao corte da circulação naquela estrada.

Segundo fonte do destacamento de Matosinhos da GNR, estão no local cerca de 20 agentes a tentar garantir a circulação rodoviária e minimizar os efeitos desta paralisação, desviando o trânsito.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1805544&page=2

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:38 por micro_fz

Está a ter pouca expressão a paralisação dos camionistas que começou à meia-noite em todo o país, devido ao aumento do preço dos combustíveis. Foram no entanto registados alguns incidentes, vários camiões foram apedrejados e num dos casos, esta manhã perto de Torres Novas, uma criança ficou ferida

Muitas empresas na zona industrial entre o Carregado e a Azambuja estão com os parques cheios de camiões, que não carregaram e que têm ordem para esperar.

Os camionistas mostram-se solidários com o protesto dos patrões porque afinal o aumento dos combustíveis "toca a todos".

"Não carregámos nem saímos. A ordem que há é para não carregar", disse à agência Lusa José António, um dos camionistas.

Junto à rotunda do Carregado continuam concentradas cerca de 50 pessoas entre curiosos, motoristas e empresários do sector.

O piquete da paralisação continua a mandar parar todos os camiões que passam e a convencê-los a aderir ao protesto, contudo alguns aderem e outros tantos optam por continuar.

O parque de camiões do Carregado vai enchendo a conta gotas.

Camiões paralisados no Porto de Leixões prometem continuar protesto na terça-feira

Os cerca de 20 motoristas de camiões paralisados desde as primeiras horas de hoje junto aos silos do porto de Leixões prometem não se resignar caso o Governo não atenda às reivindicações e regressar à paralisação na terça-feira.

Os camionistas estão reunidos de forma pacífica enquanto criticam entre si os preço dos combustíveis, os elevados custos que os patrões têm de suportar com a introdução de portagens nas antigas SCUT (autoestradas sem custo para o utilizador) e a grave crise que afeta o país.

Situação "normal" nas fronteiras de Vilar Formoso e Caia

As fronteiras de Vilar Formoso e de Caia, entre Elvas e Badajoz, não registam qualquer problema de circulação, disse à Lusa fonte da GNR.




Na Guarda "a situação na fronteira é normal e, até ao momento, não há registo de qualquer problema", afirmou fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda.

Adiantou que "muitos camionistas dos transportes internacionais anteciparam a viagem" para a Europa, tendo saído de Portugal antes das 00h00 de hoje, para evitarem o início da greve.

"O tráfego em direção a Espanha é reduzido e também é reduzido o número de veículos estacionados no Parque TIR de Vilar Formoso", assegurou.

Um elemento do Destacamento de Trânsito da GNR local contou que na autoestrada A25, que liga Aveiro a Vilar Formoso, "está tudo normal". Naquela via em média, é visto a rodar "um veículo [pesado] de meia em meia hora".

Em condições normais, a fronteira de Vilar Formoso é cruzada diariamente por uma média de quatro mil veículos de mercadorias.

A GNR mantém no terreno um dispositivo com mais de uma dezena de elementos, dispersos pela fronteira de Vilar Formoso e pelas zonas de Alto de Leomil (Almeida), Guarda e Celorico da Beira, da autoestrada A25.

A Guardia Civil Espanhola também mantém patrulhas de vigilância junto do Parque TIR de Vilar Formoso.

Apedrejamentos a camiões fere uma criança

A GNR registou esta madrugada vários apedrejamentos a camiões com a situação mais grave a acontecer na A23, onde uma criança ficou inclusivamente ferida e foi transportada para o hospital, disse à Lusa fonte oficial.

Segundo o porta-voz da GNR Tenente-coronel Costa Lima, a GNR registou durante a madrugada "apedrejamentos" a partir de viadutos a camiões que seguiam em circulação nas vias rápidas IC2, A1, A2, A17 e A23 tendo sido "identificadas" várias pessoas.

A situação mais grave aconteceu precisamente na auto-estrada que liga Torres Novas à Guarda (A23), onde ficou ferida uma criança que foi atingida por estilhaços do pára-brisas, após este ter sido apedrejado.

A criança foi transportada pelo INEM para o Hospital de Torres Vedras, ainda que mais tarde se tenha percebido que os ferimentos são "sem gravidade", afirmou o porta-voz da GNR.

"Preocupa-nos a violência das pessoas que querem fazer valer os seus direitos. Preocupa-nos haver pessoas que não compreendem que o direito à indignação termina onde começa a liberdade dos outros", afirmou o Tenente-coronel Costa Lima.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Greve+dos+camionistas+esta+a+ter+pouca+expressao+mas+ha+registo+de+pequenos+incidentes.htm

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:39 por micro_fz

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse hoje em Bruxelas que "o Governo não pode vacilar" e prosseguirá as suas políticas de consolidação orçamental, apesar dos protestos a que se tem assistido em Portugal.

À entrada para uma reuniões de ministros das Finanças da Zona Euro, e questionado sobre a contestação que se tem verificado nos últimos dias -- a paralisação de camionistas, hoje, e o protesto `geração à rasca` do passado sábado -, Fernando Teixeira dos Santos disse entender que muitas medidas para reequilibrar as contas públicas "são impopulares", mas garantiu que o Governo vai prosseguir a sua linha, para "servir o país".

"O Governo irá prosseguir com as politicas que entende são aquelas que são necessárias para que Portugal possa enfrentar as dificuldades que a atual conjunto económica e financeira nos impõe, e o Governo fá-lo-á independentemente dos custos políticos e das expressões sociais que isso possa vir a originar", assegurou.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Governo-nao-pode-vacilar-por-causa-dos-protestos----ministro-das-Financas.rtp&article=424127&layout=10&visual=3&tm=6

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:40 por micro_fz

A paralisação das empresas de transportes, iniciada hoje às 00:00 é praticamente impercetível junto à Ponte Internacional do Guadiana, no Algarve, onde se verifica pouco trânsito, constatou a Lusa no local.

Minutos depois do início oficial da greve, o parque junto ao Posto de Cooperação Policial e Aduaneira de Castro Marim/Ayamonte, situado imediatamente antes da ponte que liga Portugal a Espanha, apenas tinha três camiões de transporte parados, que já se encontravam no local há várias horas em período de pausa, segundo fontes policiais ouvidas pela Lusa.

No local apenas se encontravam vários veículos e elementos das forças de segurança, sobretudo da GNR, de prevenção junto ao Centro de Cooperação Aduaneira e Policial.

Fonte da GNR disse hoje à Lusa que a força de segurança iria estar atenta à paralisação dos transportes de mercadorias e dar especial atenção a eventuais bloqueios.

A paralisação foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) e conta com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=113889

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:41 por micro_fz

Entre 15 e 20 camiões parados e um vidro partido era hoje de manhã o balanço da paralisação das associações de transportes no Carregado, onde no protesto de 2008 se concentraram centenas de camiões.

“A noite foi pacífica. Já pararam aqui entre 15 e 20 camiões desde a meia-noite”, disse Ricardo Lobato, do piquete de paralisação presente na rotunda do Carregado.

Ricardo Lobato disse ainda que se registou um incidente quando “alguém mandou uma pedra a um camião e partiu um vidro”.

No entanto, garantiu que “não foi ninguém do piquete” e sublinhou que nem sequer falaram com o camionista em questão.

Os elementos do piquete de paralisação presentes no Carregado têm estado a pedir aos camionistas para parar naquele local para os convencer a aderir ao protesto.

Ricardo Lobato disse ainda ter sido informado da ocorrência de “incidentes” no Algarve e no norte, mas referiu que desconhece os pormenores.

No geral, referiu que “há muitos empresários do sector a aderir à paralisação”.

A paralisação, por tempo indeterminado, teve início às 00:00 de hoje.

Numa reunião entre o Governo e as associações de transportes de mercadorias, realizada a pedido das associações e que decorreu entre as 19:30 de domingo e cerca das 02:00 de hoje, não foi alcançado um acordo para a suspensão da paralisação.

Segundo disse à agência Lusa o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, "o acordo não foi conseguido porque as associações não quiseram subscrever aquilo que elas próprias tinham acordado na reunião".

A única reivindicação das associações transportadoras de mercadorias que o Governo não aceitou na reunião desta noite foi a redução de preço dos combustíveis, adiantou o governante.

“Além de ilegal, à luz daquilo que são hoje as regras europeias,(os subsídios solicitados) são absolutamente incomportáveis, porque exigiriam milhões de euros dos contribuintes e não tem sentido na situação atual em que são exigidos sacrifícios aos portugueses”, justificou.

http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=113892

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