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Sismo e Tsunami no Japão

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11032011

Mensagem 

Re: Sismo e Tsunami no Japão




Cidade de 2.800 habitantes próxima do reactor está a ser evacuada.


Pela primeira vez Tóquio accionou o estado de emergência nuclear no país, após o tsunami que devastou a costa nordeste nipónica.


Falhas no reactor nuclear da Fukushima - a sul Miyagi onde outra central nuclear se incendiou - precipitaram a evacuação da cidade de 2.800 habitantes.


A medida é preventiva, segundo a agência nuclear japonesa, uma vez que continuam a existir dificuldades em arrefecer o reactor número um, entretanto encerrado. "Não há fugas de radição, nem haverá uma fuga", garantiu o chefe de gabinete do primeiro-ministro, Yukio Edano.


Até ao momento quatro centrais nucleares foram encerrados no Japão desde o sismo de magnitude 8,9 e posterior tsunami que causou, pelo menos, 60 mortos e 56 desaparecidos.


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SARGENTO MOR
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Sismo e Tsunami no Japão :: Comentários

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:25 por micro_fz

O sistema de refrigeração do reator 2 da central nuclear de Fukushima 1 está inoperacional, anunciou hoje a operadora do complexo citada pela agência Jiji Press.

As unidades 1 e 3 da central já registaram a mesma falha que acabaria por resultar numa explosão nos edifícios de cada um dos reatores, a última das quais, no reator 3, nesta madrugada.

Um funcionário da agência de segurança nuclear, em declarações à estação NHK, afirmou que o reator 2 perdeu todas as funções de refrigeração.

A central de Fukushima 1, que foi afetada pelo sismo e o tsunami que devastaram o Japão na sexta feira passada, tem seis reatores nucleares e está localizada a 250 quilómetros a norte de Tóquio.

Na explosão de hoje, às 11:36 locais (02:36 em Lisboa), pelo menos 11 pessoas ficaram feridas, mas segundo os dados da própria operadora -- e tal como aconteceu com reatores 1 e 3 -- o compartimento primário do reator está intacto.

Meia hora depois da explosão, as autoridades japonesas constatavam um nível de radioatividade a cinco quilómetros do complexo idêntico aos valores de domingo, mas o próprio ministro porta-voz não descartava a possibilidade de fuga maciça de radioatividade.

Apesar das autoridades japonesas terem ordenado a evacuação da região num raio de 20 quilómetros da central nuclear, cerca de 500 pessoas ainda estavam dentro do perímetro de segurança aquando a explosão e estão agora a ser transferidas para outros locais.

A central de Fukushima é a mais antiga da região e está em operação há cerca de 40 anos, muito embora as autoridades japonesas garantam que os sistemas se segurança são evoluídos.

A agência de segurança nuclear japonesa excluiu hoje um acidente do tipo Tchernobyl (Ucrânia) na central de Fukushima, no nordeste do Japão, disse o ministro da Estratégia nipónico, citado pela agência noticiosa japonesa Jiji.

"Não há absolutamente qualquer possibilidade de um Tchernobyl", declarou o ministro Koichiro Ganba aos membros do Partido no poder, com base num relatório da agência.

Os sistemas de refrigeração de três dos seis reatores da central de Fukushima um avariaram.

Na sequência de numerosas operações destinadas a parar um início de fusão do núcleo, ocorreram duas explosões ao nível dos edifícios que albergam os reatores um e três, que não ficaram danificados.



As autoridades japonesas não deixam de estar em alerta face aos problemas causados pelo sismo e tsunami à central nuclear, mas salientaram no fim-de-semana aos diplomatas acreditados em Tóquio que a situação estava controlada.

O sismo e o consequente tsunami de sexta-feira, deu origem a várias iniciativas de solidariedade de dezenas de países que se prontificaram a ajudar o Japão.

Apesar das rivalidades entre os dois países, que muito recentemente viveram uma nova crise diplomática devido a uma disputa territorial, a China vai enviar ajuda humanitária para o Japão no valor de 3,2 milhões de euros e que inclui mantas, tendas de campanha e luzes de emergência, além de já ter enviado uma equipa de emergência composta por 15 elementos.

Os números oficiais das vítimas do terramoto seguido de tsunami, já ultrapassaram os 1.500 sendo que existem ainda milhares de pessoas desaparecidas.

Hoje foi relatada a descoberta de cerca de 2.000 corpos na costa oriental de Miyagi.

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:32 por micro_fz

(Em actualização) - Cerca de dois mil corpos foram encontrados na costa da província de Miyagi. Descoberta que eleva para mais do dobro o número de vítimas mortais do sismo e do tsunami de 11 de Março, no Japão.

À medida que os dias passam, as consequências do sismo, seguido de tsunami, no Japão, são mais dramáticas. Horas depois de as autoridades terem cifrado em 1600 os mortos da catástrofe natural, as força de socorro descobriram cerca de dois mil cadáveres nas costas de Miyagi, no nordeste do país.

Números oficiais, apontam para 1419 feridos, 400 mil deslocados e cerca de 10 mil desaparecidos.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1805520

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:51 por micro_fz









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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:52 por micro_fz

Equipas de resgate de mais de uma dezena de países já se encontram em território japonês, respondendo ao apelo de Tóquio.


Segundo as Nações Unidas, cerca de 70 países ofereceram ou anunciaram o envio de socorristas, equipamento e bens de primeira necessidade para ajudar o Japão a enfrentar a catástrofe.


A maior mobilização vem dos Estados Unidos, mas este domingo chegaram também equipas provenientes da Alemanha, da Suíça, da Hungria ou de Taiwan. A Austrália e a China contam já com pessoal no terreno e as ofertas de ajuda chegam mesmo de países afetados por conflitos ou tragédias recentes, como o Afeganistão e o Paquistão.


A caminho do Japão está neste momento mais de uma centena de socorristas franceses. Elementos da Proteção Civil e de diferentes corporações de bombeiros que se fazem acompanhar de 14 toneladas de material.


Um bombeiro explica que transportam “máquinas específicas para detetar pessoas entre os escombros”.


Outro acrescenta que também levam “equipamento de proteção contra radiação e possíveis contaminações”.


Segundo a Proteção Civil francesa, a tarefa dos socorristas é complicada pela gestão do risco de radiações e a recusa japonesa, por razões sanitárias, do recurso a cães especializados na busca de vítimas.


Fonte: Euronews


www.bombeirosparasempre.blogspot.com

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:58 por micro_fz

O número de vítimas mortais no Japão aumentou esta segunda-feira para mais de quatro mil com a descoberta de cerca de dois mil corpos na província costeira de Miyagi, a mais afectada pelo sismo de sexta-feira, que gerou um tsunami. Existem ainda milhares de pessoas desaparecidas.


A agência nipónica Kyodo aponta para uma estimativa de mais de cinco mil mortos, mas o Governo apenas fala em 15 mil pessoas resgatadas, pelas equipas que continuam no terreno.

Na cidade de Sendai, uma das mais afectadas e onde já hoje foi localizada uma cidadã portuguesa, foram encontrados entre 200 a 300 corpos debaixo dos escombros. Da cidade vizinha de Otshuchi vêm ainda notícias do desaparecimento de oito mil pessoas.

No terreno estão mais de cem mil militares, apoiados por centenas de voluntários estrangeiros especialistas em operações de resgate, que continuam a procurar sobreviventes sob os escombros ou entre o entulho gerado pela onde de dez metros que invadiu a terra.

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=5477873E-0385-494F-A8C1-193C044A6F80&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:59 por micro_fz

O recente terramoto no Japão devastou a cadeia de produção naquele país, forçando à paragem de várias fábricas naquele país

As várias fábricas de produção automóvel do Japão estão a ser forçadas a parar fruto das muitas interrupções na cadeia de fornecimento de peças, faltas de energia e dificuldades na exportação. Tudo consequências do terramoto e tsunami que atingiram a zona norte daquele país, matando milhares de pessoas.

A Toyota, que tem uma das mais fortes presenças na zona afectada pelo terramoto, suspendeu a produção nas suas duas fábricas, num período que se deverá extender pelo menos até à próxima quarta-feira. Para a marca nipónica, esta paragem deverá representar uma quebra de produção na ordem das 40 mil unidades.

A cadeia de fornecimento de peças também foi muito afectada, o mesmo acontecendo com os portos da zona norte do território, o que prejudicará as exportações, tanto de modelos já produzidos como de peças que alimentam as várias fábricas. Isto, por seu turno, trará problemas às várias unidades, podendo mesmo obrigar à interrupção da produção naquelas fábricas.

A Honda, por seu turno, tem toda a produção interrompida até, pelo menos, domingo, dia 20 de Março, numa medida que lhe deverá custar 16 600 unidades. A Mazda também terá a produção suspensa até quarta-feira, por causa da expectável falta de peças. A Subaru também suspenderá a produção até quarta-feira, dia 16 de Março, o que prejudica as exportações do Forester e do Impreza para os EUA.

Nesse dia, a Mitsubishi retomará também as suas operações, ainda estando incerta a capacidade de produção para as datas posteriores.

http://news.automotor.xl.pt/?s=12&n=31337&nivel=3

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 16:52 por micro_fz

O forte sismo que abalou o Japão na sexta-feira está na origem da deslocação de 2,5 metros da ilha Honshu, a principal do arquipélago japonês.

As alterações foram detectadas através do movimento de uma estação do sistema de navegação GPS, bem como através de dados cartográficos provenientes das autoridades nipónicas, explicou à CNN o geofísico Kenneth Hudnut.

Também o Instituto Italiano de Geofísica e Vulcanologia estimou que o terramoto, de magnitude 8,9 na escala de Richter, deslocou o eixo de rotação da Terra em cerca de 10 centímetros, o maior movimento registado desde o terramoto no Chile, em 1960.

A intensidade do sismo fez a rotação da Terra acelar 1,6 microsegundos, um pouco mais do que tinha acelerado com o terramoto do Chile no final de Fevereiro do ano passado, que com uma magnitude de 8,8, provocou uma mudança de 8 centímetros no eixo da Terra.

O sismo ocorrido no Japão é o mais poderoso já registado no país, tendo provocado um alerta de tsunami em 50 países do lado oposto do Oceano Pacífico. O primeiro abalo foi seguido por mais de 160 réplicas nas 24 horas seguintes, com a maioria a registar uma magnitude de 5 na escala de Richter.

O norte-americano Jim Gaherty, da Universidade de Columbia afirmou que a força do sismo foi "centenas de vezes superior" à atingida no Haiti em Janeiro de 2010, apenas comparável em termos de tamanho com o impacto registado em 2004 na Indonésia, que provocou o tsunami responsável pela morte de cerca de 200.000 pessoas numa dúzia de países.

O Japão está localizado no chamado "anel de fogo" do Pacífico, uma área de actividade vulcânica e sísmica intensa que se estende desde a Nova Zelândia, atravessando o Japão, até ao Alasca e à costa oeste do continente americano.

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1805788&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o&page=2

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 16:54 por micro_fz

O Japão pediu oficialmente à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) o envio de uma equipa de peritos após as explosões registadas numa central nuclear, declarou hoje o diretor-geral da agência, Yukiya Amano.

"O governo japonês pediu hoje à agência uma missão de peritos. Estamos a discutir os detalhes com o Japão", disse Amano, cujas declarações foram divulgadas num texto após uma reunião à porta fechada em Viena, sede da AIEA.

Na sexta-feira, a agência propôs a sua ajuda ao Japão, após o sismo e o tsunami que atingiram o país e danificaram a central nuclear de Fukushima, situada a 250 quilómetros de Tóquio, o que faz recear uma fuga radioativa.

O nível de água de um dos reatores da central baixou hoje bastante, o que impede o arrefecimento do combustível, referiram os 'media' japoneses, citando a Tokyo Electric Power (Tepco).

Antes, a Tepco explicara que tinha sido possível injetar água do mar para arrefecer as barras de combustível nuclear, que tinham estado uma primeira vez fora de água.

http://www.ionline.pt/conteudo/110359-toquio-pede-ajuda--agencia-internacional-energia-atomica

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 18:35 por micro_fz

A agência de energia nuclear japonesa confirmou hoje uma explosão numa das unidades da central nuclear de Fukushima Dai-ichi. A explosão ocorreu às 6h10 (hora local), 21h10 em Lisboa. Os níveis de radioactividade subiram para valores quatro vezes superiores aos registados anteriormente. (em actualização)

O Executivo nipónico especificou que a explosão afetou a piscina de condensação da cerca de confinamento concebida para impedir as fugas de radiatividade em caso de acidente.

Esta foi a primeira vez que é referido um estrago no caixotão de confinamento de um reator da central de Fukushima 1, atingida por uma série de problemas na sequência do sismo e maremoto que devastaram o nordeste japonês.

Dois outros reatores desta central foram afetados por uma explosão, no sábado e segunda-feira.

Nos dois casos, a deflagração, devido ao hidrogénio, afetou ou destruiu a construção externa do reator, mas sem atingir o coração da instalação, segundo o governo.

A central nuclear Fukushima 1 é agora o ponto nevrálgico das preocupações nipónicas, mais uma desgraça a somar à outras que se abateram sobre o território, profundamente afectado pelo sismo seguido de tsunami que revolveu parte importante do país que se dizia preparado para catástrofes.

A frágil estabilidade do complexo nuclear localizado 250 quilómetros a norte de Tóquio inspira cuidados de maior face à ameaça real e potencialmente letal de fuga radioactiva.

Os reactores 1 e 3 da central foram palco de várias explosões que causaram 6 feridos. Desta feita, foi no reactor número 2 que se deu a nova explosão.

O medo maior é o mal que se não vê: 200 mil japoneses que viviam nas imediações da central foram transferidos para uma zona de segurança especialmente criada para acolher os desafortunados.

Estima-se que cerca de 160 mil pessoas tenham estado expostas à radioactividade. O perigo é de tal forma iminente que todos os transferidos foram aconselhados a não circular no perímetro de 20 quilómetros que se espera seja de segurança. Comida e assistência médica foram providenciados pelas autoridades, mas tais cuidados não impedem outros que a população gostaria de ter visto mais cedo.

A Tokyo Electric Power Company, que administra a central de Fukushima, vai dizendo que, por enquanto, não há razão para alarme. O "por enquanto" é o que não traz descanso à população.

Os dois reactores têm sido alvo de esforçadas e meticulosas intervenções que procuram arrefecer, com o auxílio da água do mar, as elevadas temperaturas que atingiram os reactores.

Dizem os técnicos que os núcleos continuam intactos mas ninguém se atreve a dizer se assim vão continuar. As explosões foram classificadas pela Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão como acidente nuclear de nível 4 - numa escala que vai até 7.

O que aconteceu foi que o forte abalo telúrico avariou o sistema de refrigeração na central aumentando drasticamente a pressão interna no reactor.

As equipas técnicas tentaram aliviar a pressão libertando progressivamente vapor radioactivo. As medidas foram incapazes de impedir as explosões que destruíram o tecto dos dois reactores. Medições feitas por peritos revelaram que o nível de radiação no local era 8 vezes superior ao normal.

O maior perigo que as autoridades agora enfrentam é o da possibilidade de haver uma fusão entre os dois reactores, complicando exponencialmente as tentativas de arrefecimento e aumentando por isso a possibilidade de mais explosões, desta feita afectando os núcleos radioavtivos.

Outro problema entretanto detectado é a exposição das barras de combustível, desta feita no reactor número 2. Caso estas barras se derretam aumenta o perigo de fuga de radiação e consequente contaminação do ar e de todos os que o respirem. Este conjunto de factores faz deste acidente o mais grave desde a tragédia de Chernobyl que, 30 anos passados, ainda influencia população e meio ambiente na área então afectada.

O Japão tem cerca de 50 centrais nucleares espalhadas pela costa garantindo 30 por cento das necessidades energéticas do país com mais de 127 milhões de habitantes.

A comunidade internacional multiplica-se em comentários que pedem maior vigilância e a necessidade de repensar a segurança das centrais nucleares.

A própria chanceler alemã já fez saber que é preciso retomar e renovar o debate sobre esta matéria; de tal modo que anunciou a suspensão por três meses a decisão de prolongar a vida das centrais nucleares existentes no país.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Nova+explosao+em+reactor++da+central+nuclear+japonesa+de+Fukushima.htm

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 18:37 por micro_fz

Mudança significa que o sismo acabou por ser 1,5 vezes mais forte do que inicialmente se pensava

A magnitude do sismo que esta sexta-feira causou um tsunami foi revista para 9.0, avança o USGS (Instituto Geológico norte-americano).

Inicialmente o instituto tinha avançado que a magnitude tinha sido de 8,9, mas acabou por ser revista esta segunda-feira. A mudança significa que o sismo acabou por ser 1,5 vezes mais forte do que inicialmente se pensava.

O sismo no Japão foi o quarto mais forte ocorrido desde 1900. O que causou o tsunami de 2004 no Índico teve magnitude 9.1.

http://diario.iol.pt/especial-japao/japao-sismo-tsunami-tvi24-ultimas-noticias/1239489-5904.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fdiario+%28IOL+Di%C3%A1rio+-+%C3%9Altima+Hora%29

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 18:39 por micro_fz

Uma explosão ocorreu esta terça-feira no reactor 2 da central nuclear da Fukushima 1, atingida pelo sismo e pelo maremoto subsequente no nordeste do Japão, anunciou o governo, informa a AFP.

O Executivo nipónico especificou que a explosão, ocorrida pouco depois das 06:00 horas locais (21:00 horas de Lisboa), afectou a piscina de condensação da cerca de confinamento concebida para impedir as fugas de radiatividade em caso de acidente.

Esta foi a primeira vez que é referido um estrago no caixotão de confinamento de um reator da central de Fukushima 1, atingida por uma série de problemas na sequência do sismo e maremoto que devastaram o nordeste japonês.

Dois outros reactores desta central foram afectados por uma explosão, no sábado e segunda-feira. Nos dois casos, a deflagração, devido ao hidrogénio, afectou ou destruiu a construção externa do reator, mas sem atingir o coração da instalação, segundo o governo.

http://www.destakes.com/redir/fbad4b605d9a873cec878626e18b7859

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 20:54 por micro_fz

Dias depois de tsunami que destruiu várias cidades na costa nordesde japonesa, na sequência de um sismo de magnitude 9.0, continuam a chegar imagens do momento em que o mar invadiu terra.

Alguns dos vídeos gravados pelos habitantes locais mostram a violência do tsunami, com dez metros de altura, que transformou por completo a paisagem.

É da província de Miyagui que chegam as imagens mais impressionantes

http://www.tvi24.iol.pt/especial-japao/tvi24-tsunami-sismo-japao/1239497-5904.html

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 20:55 por micro_fz

França indica que a situação na central de Fucoxima 1 pode ser mais grave do que querem fazer crer os japoneses.

A grave e confusa situação na central de Fucoxima 1, onde os técnicos estão em dificuldades para conseguir arrefecer o combustível nuclear em três reactores e onde já foram realizadas explosões voluntárias de hidrogénio em dois deles, fez soar o alarme noutros países que apostam na energia nuclear.

http://www.destakes.com/redir/d70e7c9f982ecb42ef77f1cf430003ed

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 20:57 por micro_fz

A empresa operadora da central nuclear de Fukushima disse temer uma fuga radioativa por fusão do núcleo do reator número 2 que esta manhã sofreu uma explosão.

A Tokyo Electric Power (TEPCO) admitiu que pode ter havido fuga radioativa depois da explosão que afetou a estrutura que envolve o reator número 2, quando os níveis de radioatividade na zona registaram 8.217 microSievert, muito acima dos 500 permitidos.

O Governo do Japão já disse que a explosão, ocorrida pouco depois das 06:00 horas locais (21:00 horas de Lisboa), afetou a piscina de condensação da cerca de confinamento concebida para impedir as fugas de radiatividade em caso de acidente.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Empresa-operadora-da-central-nuclear-de-Fukushioma-teme-fuga-radioativa.rtp&article=424333&layout=10&visual=3&tm=7

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 20:58 por micro_fz

As autoridades japonesas atualizaram hoje para 2.414 o número de mortos e para 3.118 os desaparecidos em consequência do sismo seguido de tsunami que abalou na sexta-feira a região nordeste do país.

Apesar dos números estarem constantemente a serem atualizados, as autoridades nipónicas não excluem a possibilidade destes virem a ser muito maiores e vários municípios já declararam milhares de desaparecidos ou mortos que não estão incluídos nas listas oficiais da polícia.

Só na cidade de Minamisanriku, na prefeitura de Miyagi, cerca de 9.500 pessoas, ou metade da população local, não é localizada desde sexta-feira, mas aqui as autoridades também colocam a possibilidade de parte dos desaparecidos/incontactáveis se terem refugiado em povoações vizinhas.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Numero-de-mortos-confirmados-eleva-se-a-2414-mas-tragedia-pode-ser-muito-maior.rtp&article=424334&layout=10&visual=3&tm=7

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 3:40 por Gambuzino

A minha solidariedade para o povo nipónico.
Deus nos livre destas situações, mas o certo é que também nos pode acontecer.
Como aquela é uma zona do globo em que a actividade sismica é frequente as construções são reforçadas e preparadas para esse efeito. Devido à sua magnitude, se o sismo tivesse ocorrido em Portugal, com muita pena minha, acho que não ficava pedra sobre pedra!

Mas aqui presto a minha solidadriedade àquele povo.

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 23:21 por micro_fz

Um novo incêndio no reactor 4 da central de Fukushima foi confirmado pelos responsáveis da Tepco, a empresa operadora da unidade onde ainda ontem ocorreu uma explosão. Em Fukushima um dos trabalhadores viu fumo a sair do edifício e deu o alerta. Nos últimos dias é a principal preocupação das autoridades japoneses.

Depois de um sismo e de um tsunami devastadores, o Japão tem sido abalado por uma série de problemas graves que desde sexta-feira afetam a central nuclear de Fukushima, situada a 250 quilómetros a nordeste de Tóquio.

Desde então, cada um dos reatores 1, 2 e 3 sofreu uma explosão, tal como o reator 4, que estava em manutenção quando se deu o sismo.

A explosão, provocada terça-feira pelo hidrogénio, originou um primeiro incêndio que afetou o edifício exterior deste reator. Este primeiro fogo foi extinto nesse dia pelo exército norte-americano.

Mantém-se assim o receio de uma catástrofe nuclear no Japão. A União Europeia classifica a situação como um potencial apocalipse, mas os níveis de radioactividade desceram junto à Central Nuclear de Fukushima.

Esta terça-feira a terra voltou a tremer. Um sismo de magnitude 6 sentiu-se no Sudoeste do país. O governo nipónico vai actualizando os números das vítimas. Há quase 4 mil mortos confirmados, mais de 15 mil pessoas estão dadas como desaparecidas.

Mais de 500 centros médicos europeus podem receber vítimas

Mais de 500 centros europeus de transplante de medula óssea foram convidados a receber, caso seja preciso, eventuais vítimas dos acidentes na central nuclear de Fukushima 1, no Japão, anunciou hoje uma organização médica europeia.

O apelo foi lançado pelo Grupo Europeu para a Transfusão de Sangue e para o Transplante de Medula Óssea (EMBT, na sigla em inglês), cuja sede é em Barcelona, Espanha.

"Admitimos a hipótese de que podemos receber 200 pessoas ou mais", vítimas dos efeitos das radiações, declarou o chefe do Comité de acidentes nucleares do EMBT, Ray Powles.

O professor acrescentou ainda que esta organização perguntou hoje, via email, aos seus 536 centros se têm capacidade para tratar eventuais vítimas de uma exposição à radioatividade.

"Estejamos conscientes de que há uma real preocupação sobre a possibilidade de um número significativo de trabalhadores que estão a tentar controlar a central nuclear danificada no Japão" receber "doses de radioatividade ou que todo o seu corpo seja exposto" nos próximos dias, refere Ray Powles à AFP.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Incendio+no+reactor+4+da+central+nuclear+japonesa+de+Fukushima.htm

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Mensagem em Ter 15 Mar 2011 - 23:28 por micro_fz

As autoridades japonesas anunciaram que a central nuclear de Fukushima sofreu um novo incêndio no reactor 4. O fogo terá sido causado por combustão de hidrogénio e foi descoberto por um trabalhador às 05.45 horas (hora local).

As chamas já não são visíveis, avança a Reuters, embora não haja ainda confirmação de que o fogo está extinto.

O incêndio ocorre depois de uma explosão ocorrida na segunda-feira no reactor número 2, que poderá ter quebrado a estrutura de confinamento do reactor, expondo o combustível ao ambiente. Os trabalhos em Fukushima continuam, com os técnicos a tentarem manter o fluxo de água sobre o reactor 4, de forma a arrefecê-lo e evitar um desastre nuclear.

Segundo o "New York Times", estará a ser ponderada a hipótese de usar um helicóptero para verter água sobre os reactores em perigo. A Reuters informa também que outra solução estará a ser pensada. Em vez de água, pensa-se em usar ácido bórico, que permitiria retardar os incêndios. Não está ainda confirmado oficialmente se estas hipóteses irão ser experimentadas.

Os reactores em risco continuam a receber água do mar para serem arrefecidos.

A União Europeia expressou esta terça-feira a sua preocupação com a situação na central de Fukushima, dizendo que está "fora de controlo".

A frase dita no final de uma reunião de peritos nucleares europeus pelo comissário da Energia, Günther Oettinger, lançou mais dúvidas sobre se o Japão está ou não a conseguir controlar a situação.

"Falou-se de apocalipse e, em minha opinião, é uma palavra muito bem escolhida", afirmou Oettinger, citado pela France Presse. "Não excluo o pior nas próximas horas ou dias", acrescentou.

Na noite passada, um incêndio, já extinto, no reactor 4 libertou mais radioactividade mas as autoridades ainda não sabem a completa extensão dos danos causados pelo incêndio, que durou duas horas.

Registou-se também uma explosão ligada à presença de hidrogéneo no reactor número 2. A Agência Internacional da Energia Atómica (IAEA) confirmou durante a tarde de terça-feira que a situação neste reactor é a mais complicada, admitindo que a explosão de hidrogéneo possa ter comprometido a integridade do invólucro do reactor. De acordo com o director-geral da IAEA, trata-se de um dano limitado, calculado em menos de 5% do combustível.

As explosões que ocorreram nos reactores 1 e 3 não afectaram os invólucros dos reactores.

De acordo com uma avaliação da Organização Meteorológica Mundial (OMM), o vento está a empurrar a radioactividade libertadas pela central para o alto mar, o que é, neste momento, uma boa notícia. Numa conferência de Imprensa, Maryam Golnaraghi, porta-voz da OMM, afirmou que "todas as condições meteorológicas evoluem para o largo, não havendo implicações para o interior do Japão ou para outros países" próximos.

Maryam Golnaraghi admitiu, porém, que a evolução futura das condições meteorológicas pode alterar a situação: "Não podemos dizer o que se vai passar nos próximos dois ou três dias".

Após uma subida inicial dos valores de radiação ao início de terça-feira, ao final da manhã as informações oficiais relatadas pela Agência Internacional diziam que estes nível tinham baixado consideravelmente.

A Tepco, a empresa de electricidade que gere a central de Fukushima, mandou, entretanto, retirar 750 trabalhadores que tentavam controlar os problemas na central. Ficou a trabalhar apenas um grupo de 50 trabalhadores que tenta resolver a crise que o próprio Governo japonês já admitiu venha a resultar numa libertação de radioactividade que "pode afectar a saúde humana".

O incêndio no reactor 4 da central nuclear Fukushima 1, a nordeste de Tóquio, libertou substâncias radioactivas para a atmosfera, anunciou, em Viena, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

"As autoridades japonesas informaram hoje a AIEA às 4.50 horas (3.50 horas em Portugal continental) que o tanque do combustível usado no reactor nuclear 4 da Fukushima Daiichi estava a arder libertando radioctividade directamente para a atmosfera", referiu a agência em comunicado.

As autoridades japonesas também informaram a AIEA que se tinha registado uma explosão pelas 6.20 horas (5.20 horas em Portugal) no reactor 2 da mesma central nuclear, que terá talvez sido provocado por hidrogénio, segundo a agência.

"Taxas (de radioactividade) que chegaram a 400 millisieverts por hora foram registadas no local, adiantou a AIEA.

Exposto a partir 100 millisieverts o corpo humano regista um aumento do número de cancros, de acordo com observações médicas.

A AIEA "procura obter informações suplementares sobre a situação, continua em contacto com as autoridades japonesas e acompanha" o desenrolar dos acontecimentos.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, anunciou esta terça-feira que o nível de radiações tinha "aumentado consideravelmente" na central nuclear de Fukushima n°1.

Kan apelou às pessoas que vivem num raio de 30 quilómetros em redor da central, danificada pelo sismo de sexta-feira, para ficarem fechadas em casa.

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1806319&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o&page=5

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Mensagem em Qua 16 Mar 2011 - 16:43 por micro_fz

Um forte sismo ocorreu hoje, a meio da tarde, a este de Tóquio, onde os edifícios tremeram durante algum tempo.

O epicentro situou-se ao largo da prefeitura de Chiba, a este da capital, indicou a Agência de Meteorologia japonesa.

A sua profundidade foi de apenas 10 quilómetros, precisou o organismo.

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Forte-sismo-de-magnitude-60-sentido-hoje-a-tarde-em-Toquio.rtp&article=424678&layout=10&visual=3&tm=7

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Mensagem em Qua 16 Mar 2011 - 16:45 por micro_fz

Os funcionários da central nuclear de Fukushima foram hoje retirados do complexo devido ao aumento da radioatividade no local, anunciaram fontes oficiais, precisando que se trata de uma medida temporária.

"As autoridades levaram os funcionários para uma zona segura, de forma temporária", explicou o porta-voz do governo, Yukio Edano.

Segundo um responsável da Agência de Segurança Nuclear, a "retirada do pessoal foi ordenada cerca das 10:40 (01:40 em Lisboa) devido ao aumento da radioatividade".

http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Funcionarios-da-central-de-Fukushima-temporariamente-retirados-do-complexo---oficial.rtp&article=424676&layout=10&visual=3&tm=7

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Mensagem em Qua 16 Mar 2011 - 16:47 por micro_fz

As operações de resgate no Nordeste do Japão, que envolvem cerca de 80 mil pessoas, estão hoje a ser dificultadas pelo frio que se faz sentir e pela queda de neve.


As temperaturas caíram para os 0ºC nas regiões de Iwate, Miyagi e Fukushima, as mais afectadas pelo tsunami, causado pelo sismo de magnitude 9 da passada sexta-feira. Mas, de acordo com o serviço meteorológico japonês, os termómetros podem baixar até aos 5ºC negativos.


Estas condições meteorológicas complicam o trabalho dos cerca de 80 mil soldados, polícias e socorristas japoneses, que estão a ser apoiados no terreno por numerosas equipas de especialistas estrangeiros. Hoje, o Governo decidiu enviar para o terreno dez mil soldados na reserva, que podem ser mobilizados para operações de resgate, revelou a agência de notícias Kyodo.


Acima de tudo, o frio torna mais difíceis as condições de vida das mais de 500 mil pessoas que perderam a casa ou que foram obrigadas a fugir do risco radioactivo, em Fukushima. Neste momento são 530 mil as pessoas que vivem em 2600 abrigos.


De acordo com dados divulgados hoje pela estação de televisão japonesa NHK, as Forças de Autodefesa do Japão (SDF, ou as Forças Armadas) já resgataram dos escombros 19 mil pessoas entre sexta e terça-feira. Por seu lado, o Ministério da Defesa informa que um total de 25.460 pessoas foram salvas pelas SDF, polícia, bombeiros e Guarda Costeira.


Mas à medida que o tempo passa, diminuem as probabilidades de encontrar sobreviventes. Os bombeiros e socorristas a trabalhar na cidade de Sendai, entre montes de destroços, encontram quase sempre corpos que envolvem em panos coloridos e alinham, no meio de uma paisagem cinzenta.


"O cheiro forte a morte e a água do mar estagnada tornam as buscas extremamente difíceis", contou à Reuters Yin Guanghui, membro da equipa de resgate chinesa na cidade de Ofunato, na província de Iwate. "Aqui, as hipóteses de sobrevivência, debaixo dos escombros, são quase nulas."


E agora, a neve fez diminuir ainda mais as esperanças. "A neve caiu e cobriu a zona como um manto. A visibilidade é de apenas 40 metros", contou Patrick Fuller, da Cruz Vermelha Internacional, em Otsuchi, cidade piscatória em Iwate. "As pessoas ainda estão a trabalhar, o Exército está no terreno. Mas os bombeiros foram-se embora porque depois não conseguiriam regressar à sua base por causa da neve", acrescentou à Reuters.


Em Rikuzentakata, na mesma província, equipas usam pás para limpar as ruas, cheias de destroços congelados com uma mistura de lama e neve. Mais de 80 por cento da cidade foi inundada, segundo o departamento dos bombeiros.


Cerca de 33 mil casas temporárias serão construídas


Tendo em conta o elevado número de pessoas que perderam a casa, as autoridades locais de Iwate, Miyagi e Fukushima já pediram à Associação dos Produtores e Fornecedores de Construção Prefabricada a construção de 32.800 casas temporárias.


Além disso, as regiões devastadas são confrontadas com a falta de água potável, de mantimentos e combustíveis e com os cortes de electricidade e de ligações telefónicas.


Em Sendai formam-se filas de pessoas que esperam, num cenário de neve, por água potável que chegou num camião. Cada pessoa só pode levar três litros. "Esperamos que dure o tempo suficiente", comentou um voluntário que ajudava a distribuir a água.


Os socorristas alertam que a sua principal preocupação é com os mais velhos, a maiora das pessoas que enchem os abrigos temporários. O responsável da Cruz Vermelha, Patrick Fuller, lembrou que os idosos "precisam de medicação regular e cuidados médicos especiais. Ainda assim, muitos dos problemas são psicológicos. As pessoas estão muito nervosas".


Para resolver o problema da falta de combustíveis, o município de Iwate pediu à indústria petrolífera para dar prioridade aos veículos de emergência, incluindo os da polícia, bombeiros e de distribuição de mantimentos. Em Miyagi está prestes a esgotar-se o combustível para vários crematórios, noticia a agência Kyodo.


Fonte: Publico


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Mensagem em Qua 16 Mar 2011 - 16:49 por micro_fz

As enviadas especiais da TVI a Tóquio testemunharam as dificuldades que se vivem na capital japonesa, depois do sismo e tsunami que afectaram o norte do país e desencadearam uma crise nuclear que não se sabe como terminará.

Na gigantesca metrópole, a radiação é dez vezes mais alta que o normal e continuam a sentir-se várias réplicas do abalo de sexta feira.

Tóquio é agora uma cidade cada vez mais deserta e onde falta quase tudo, com a população pouco convencida de que o governo saiba o que está a fazer em relação à crise nuclear.

http://www.tvi24.iol.pt/especial-japao/japao-toquio-sismo-nuclear-tvi24/1240005-5904.html

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Mensagem em Qui 17 Mar 2011 - 19:57 por micro_fz

É o primeiro passo para restabelecer a ligação eléctrica no reactor 2 da central nuclear de Fukushima 1, no Japão, mas aumenta a esperança de pôr o sistema de refrigeração a funcionar. Depois de terem sido lançadas toneladas de água sobre a central, foi ligado um cabo eléctrico ao reactor 2.

Depois de ter sido concluída a operação de lançamento de toneladas de água com helicópteros e bombas de água para a piscina de combustível usado do reactor 3, a ligação do cabo eléctrico no reactor 2 poderá levar a pôr a funcionar as bombas do sistema de refrigeração que enviam água para o núcleo dos reactores. Mas a Tokyo Electric Power (TEPCO), responsável pela central, admitiu que não é claro que o sistema de refrigeração volte a funcionar, adiantou a Reuters.

Uma semana após o sismo com 9 de magnitude e o tsunami que devastaram o Nordeste do Japão, o país corre agora contra o tempo para evitar uma catástrofe nuclear. As principais preocupações centram-se nas piscinas dos reactores 3 e 4 – a central tem 6. É nas piscinas que estão armazenadas as barras de combustível usado da central, por isso é fundamental mantê-las cheias de água para que o combustível não fique a descoberto. A água funciona como uma barreira para a radiação, e mantém as barras de combustível refrigeradas.

Após o sismo, o sistema de refrigeração dos núcleos dos reactores 1, 2 e 4 deixou de funcionar, enquanto as estruturas que envolvem os reactores 1, 3 e 4 ficaram danificadas em explosões causadas por libertações de hidrogénio, necessárias devido às avarias no sistema de refrigeração. No entanto, um responsável da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Graham Andrew, disse hoje em conferência de imprensa que a situação na central nuclear, “é grave”, mas é “razoavelmente estável”, em comparação com a verificada na véspera. “Não piorou, o que é bom”.

Graham Andrew considerou que “é muito cedo” para falar de esperança. O próprio director da AIEA, Yukiya Amano, irá a Tóquio nas próximas horas para acompanhar a situação e obter mais informações sobre a central. Ainda não se sabe, por exemplo, quando será possível restabelecer a energia que possibilitará o arrefecimento dos reactores.

Uma operação inédita

Este é o segundo pior acidente nuclear de sempre, depois de Tchernobil, em 1986, e obrigou a uma operação sem precedentes. As Forças de Autodefesa (as forças armadas japonesas) e a polícia lançaram com helicópteros e canhões de água mais de 30 toneladas de água na piscina de combustível usado do reactor 3, cujo edifício ficou parcialmente destruído. Pouco depois a agência Kyodo noticiou que a operação tinha sido eficaz, mas a estação televisiva NHK adiantou que houve um aumento dos níveis de radiação preocupante.

O Ministério da Ciência japonês revelou que foram detectados, já a cerca de 30 quilómetros da central, níveis de radiação de 0,17 milisieverts por hora, o que significa que, numa exposição de seis horas pode ser absorvido o máximo de radiação considerado seguro para um ano.

A crise nuclear está a ser seguida com ansiedade pelos sobreviventes do sismo e tsunami, que causaram pelo menos 5692 mortos, segundo a polícia nipónica, um número que deverá continuar a aumentar com o passar das horas, uma vez que há ainda mais de 9500 pessoas desaparecidas, para além de 380 mil que ficaram desalojadas e vivem agora em abrigos temporários. Para além dos riscos de contaminação por radioactividade, os problemas na central de Fukushima I estão também a causar falhas de electricidade. Quinta-feira de manhã, o Governo alertou que a procura já quase igualava a oferta.

O Presidente norte-americano Barack Obama esteve hoje na embaixada do Japão em Washington para assinar um livro de condolências e sublinhou que há “grande urgência” em ajudar o Japão. O Departamento de Estado já tinha recomendado ontem aos cidadãos norte-americanos para ficarem a mais de 80 quilómetros da central de Fukushima, enquanto as autoridades nipónicas recomendaram à população que se encontra a menos de 30 quilómetros que não saia de casa.

Perante um país em estado de sítio, muitos são aqueles que procuram sair. A maioria das embaixadas - como a britânica, alemã, suíça, italiana e australiana - recomendou aos seus cidadãos para se afastarem do Nordeste em direcção ao Sul, para a região de Osaka. Ou ainda para saírem do Japão. A França, Bélgica e Rússia vão enviar mais aviões para retirar do país as famílias que assim o desejarem.O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, agradeceu o empenho das forças armadas e da polícia nesta “operação perigosa” em que tentam evitar uma catástrofe nuclear. O porta-voz do Governo, Yukio Edano, adiantou aos jornalistas que a missão continuará esta sexta-feira para evitar libertação de materiais radioactivos das piscinas onde se encontram os combustíveis usados da central.

http://www.destakes.com/redir/a1d95f9d6654cd75dc47af88bb087e01

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Mensagem em Sab 19 Mar 2011 - 23:17 por micro_fz

A Agência Internacional da Energia Atómica anunciou que o Japão subiu o nível do acidente em Fukushima do nível 4 para o nível 5. Uma equipa de 300 pessoas continua a tentar refrigerar os reactores avariados da central de Fukushima, no Japão, mas a única solução definitiva que é agora apontada é a construção de um sarcófago de betão que encerre definitivamente os reactores e evite as fugas radioactivas.

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1809129&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o

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Mensagem em Sab 19 Mar 2011 - 23:17 por micro_fz

O sismo ocorrido a 11 de Março no nordeste do Japão provocou 6539 mortos, mais do que o de Kobe em 1995, que fez 6434 mortos, anunciou a polícia japonesa. Há ainda 10354 pessoas dadas como desaparecidas.

O balanço deve continuar a registar uma subida acentuada porque o número de desaparecidos identificados está fixado em 10354, com poucas esperanças de encontrar novos sobreviventes, indicaram as autoridades.

O sismo de magnitude 9, o mais forte registado no país, seguido por um tsunami com vagas de 10 metros de altura, foi o mais mortífero alguma vez ocorrido depois do de Kanto, em 1923, com uma magnitude de 7,9 e que fez 142807 mortos e desaparecidos em Tóquio e arredores.

A cidade portuária de Kobe foi abalada a 17 de Janeiro de 1995 por um sismo de magnitude 7,2, que provocou danos consideráveis.

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1809142&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o

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Mensagem em Seg 28 Mar 2011 - 17:14 por micro_fz





Mais de duas semanas depois do sismo e do tsunami que varreram a costa do Japão, o Youtube continua a alojar dezenas de vídeos sobre a tragédia, Todos os dias surgem novas imagens da devastação que a natureza provocou no país

O vídeo agora revelado é da cidade de Kesennuma, e foi filmado a partir do topo de um edifício da cidade, que fica a cerca de 500 quilõmetros de Tóquio.

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Mensagem em Seg 28 Mar 2011 - 17:15 por micro_fz

Radioactividade chega aos Açores mas situação não é alarmante


Níveis de radiação provenientes do acidente nuclear no Japão foram detectados nas Ilhas dos Açores mas, para já, não comprometem a saúde humana, adiantou Félix Rodrigues à Antena 1, perito em poluição da Universidade dos Açores.

"Estamos a detectar gás, Xénon 133, os gazes são os primeiros a chegar. Têm um ciclo de vida que os deve levar a desaparecer num mês. Não creio que deva haver qualquer nível de preocupação, é uma radiação com níveis comparáveis aos emitidos pelas rochas ou pelo solo, são níveis muito residuais, não têm qualquer significado em termos de saúde pública", acrescentou.

http://www.destakes.com/redir/ca1807461bb62e67e7988aed32e60363

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Mensagem em Qui 21 Abr 2011 - 10:19 por rodazero

Um sismo de magnitude 6 foi registado, quinta-feira, na prefeitura de Chiba, a leste da capital nipónica, e sentido em Tóquio, anunciou a agência de meteorologia japonesa.



A agência não desencadeou um alerta de tsunami. O abalo foi sentido às 22.37 horas locais (14.37 em Lisboa) e o epicentro situou-se perto da costa leste, acrescentou.

Desconhece-se, até ao momento, a existência de vítimas ou danos.

Situado na confluência de quatro placas tectónicas, o Japão sofre todos os anos mais de 20 por cento dos sismos mais violentos registados no mundo.

A actividade telúrica mantém-se particularmente intensa no arquipélago desde o sismo de magnitude 9, seguido de um devastador tsunami, abalou a região nordeste da ilha de Honshu, sobretudo a zona de Sendai, a 11 de Março, causando mais de 28 mil mortos e desaparecidos, de acordo com dados oficiais.

Centenas de réplicas foram registadas desde de 11 de Março.

http://www.destakes.com/redir/27155998187a53e9611e938c3d86df0d

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Mensagem em Qui 21 Abr 2011 - 10:20 por rodazero

Nos primeiros dias de Abril, a central nuclear de Fukushima lançou para o oceano 520 toneladas de água com níveis de radioactividade 20 mil vezes acima do limite anual permitido, revelou hoje a empresa Tepco.

A água lançada ao mar, de 1 a 6 de Abril, continha 5000 terabecquerels de substâncias radioactivas - como o iodo-131, césio-134 e o césio-137 -, noticia hoje a agência de notícias japonesa Kyodo. Esta foi a primeira vez que a operadora da central nuclear revelou a quantidade de material radioactivo lançado para o oceano Pacífico, por causa de uma fuga que a Tepco levou uma semana para conseguir estancar. Dias depois, as autoridades da Coreia do Sul davam conta da sua preocupação ao Japão.

Os peritos estimam que a crise nuclear em Fukushima, causada pelo sismo e tsunami de 11 de Março, levou à libertação para a atmosfera de 370 mil a 630 mil terabecquerels de substâncias radioactivas. Estes números foram revelados pelas autoridades japonesas quando o país decidiu elevar para 7 o nível de catástrofe nuclear, o mesmo do acidente de Tchernobil, em 1986.

Entretanto, no interior da central nuclear continuam os esforços para tentar estabilizar os reactores. Esta terça-feira, os funcionários começaram a remover água altamente radioactiva que se tem acumulado no complexo, transferindo-a para uma unidade de tratamento de resíduos radioactivos com capacidade para 30 mil toneladas. A operação pretende evitar que esta água chegue ao mar e que os funcionários possam trabalhar na central em segurança.

De volta a Fukushima
Mas os efeitos da mais grave crise nuclear do Japão não se ficam por aqui. Os cerca de 80 mil moradores da província de Fukushima receberam ordens do Governo de Tóquio para, a partir da meia-noite de hoje, não entrarem na zona de exclusão estabelecida a 20 quilómetros da central nuclear. Com a medida, o Governo pretende evitar a exposição das pessoas à radioactividade e saques.

Ainda assim, o Governo afirmou que autoriza alguns dos residentes naquela área a regressar a cada, por um período de apenas duas horas, para tentar recuperar alguns bens que terão deixado para trás. Por isso, segundo conta a revista "Time", uma multidão de desalojados aventuraram-se hoje a regressar temporariamente às suas casas, alguns com fatos brancos protectores, outros com máscaras na cara para se protegerem da radioactividade.

"Esta é a nossa última oportunidade, mas não nos vamos demorar. Só viemos buscar aquilo de que precisamos e vamos embora", contou à revista Kiyoshi Kitajima, um funcionário do Hospital em Futaba, cidade vizinha da central nuclear, que regressou àquela unidade médica para recolher algum equipamento.

http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1490863&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

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