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Sismo e Tsunami no Japão

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11032011

Mensagem 

Re: Sismo e Tsunami no Japão




Cidade de 2.800 habitantes próxima do reactor está a ser evacuada.


Pela primeira vez Tóquio accionou o estado de emergência nuclear no país, após o tsunami que devastou a costa nordeste nipónica.


Falhas no reactor nuclear da Fukushima - a sul Miyagi onde outra central nuclear se incendiou - precipitaram a evacuação da cidade de 2.800 habitantes.


A medida é preventiva, segundo a agência nuclear japonesa, uma vez que continuam a existir dificuldades em arrefecer o reactor número um, entretanto encerrado. "Não há fugas de radição, nem haverá uma fuga", garantiu o chefe de gabinete do primeiro-ministro, Yukio Edano.


Até ao momento quatro centrais nucleares foram encerrados no Japão desde o sismo de magnitude 8,9 e posterior tsunami que causou, pelo menos, 60 mortos e 56 desaparecidos.


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SARGENTO MOR
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Sismo e Tsunami no Japão :: Comentários

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Mensagem em Sex 11 Mar 2011 - 20:18 por micro_fz

No dia 11 de Março de 2011, pelas 05:46 UTC (às 14:46 hora local) ocorreu a 130 km E da principal ilha do Japão, Honshu, um sismo de magnitude 8.9 a 24 km de profundidade, registado em todos as estações da Rede Sísmica Nacional operada pelo IM. Este sismo foi gerado em regime compressivo, em zona de subducção, com a placa do Pacífico a mergulhar sob a placa Norte Americana.
Sendo o sismo superficial, com epicentro no mar e uma magnitude elevada, deu origem a um Tsunami cuja primeira vaga atingiu a costa do Japão (KATSUURA) pelas 06:35.
O sismo teve uma série de precursores, que se iniciaram há dois dias com um sismo de magnitude 7.2 e pelo menos 3 sismos de magnitude superior a 6. Este tipo de ambientes tectónicos, em regime compressivo, são os que têm maior capacidade de gerar os chamados grandes sismos.
De acordo com informação do Pacific Tsunami Warning Center (NOAA) o Tsunami que afectou a região costeira do Japão, já atingiu o Arquipélago do Hawai com amplitudes registadas até 1,74 m (em relação ao nível médio do mar). Está ainda previsto que este Tsunami chegue a diferentes pontos da costa Ocidental do Continente Americano entre as 18:00 de hoje e as 03:00 de amanhã.
A rede do IM registou até às 15 horas cerca de 20 réplicas com magnitudes compreendidas entre 5.6 e 7.1. O Instituto de Meteorologia continua a acompanhar este episódio sísmico, recolhendo informação sobre as naturais réplicas que têm vindo a ocorrer e sobre a evolução do Tsunami na região, para o qual se mantém o alerta.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
Fonte: Instituto de Meteorologia

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Mensagem em Sex 11 Mar 2011 - 20:21 por micro_fz

O sismo no Japão terá deslocado o eixo de rotação da Terra em cerca de dez centímetros, indicou hoje o Instituto italiano de Geofísica e Vulcanologia, citado pela agência AFP.

"Os resultados preliminares de estudos efetuados pelo Instituto Nacional italiano de Geofísica e Vulcanologia indicam que o sismo no Japão terá deslocado o eixo de rotação da Terra em cerca de dez centímetros", indicou o diretor de investigação, Antonio Piersanti, num comunicado divulgado no site do instituto.

Este movimento "é muito mais importante do que o do grande sismo de Sumatra em 2004 e provavelmente fica atrás do do Chile, em 1960".

A agência espacial italiana é, contudo, mais reservada, estimando que é preciso recolher mais informação antes de estabelecer a medida exata do movimento, divulga a agência noticiosa italiana Ansa.


* Investigador do LNEC explica como um edifício resiste a um sismo (Vídeo)
* Equipa de reportagem japonesa captou imagens do sismo (Vídeo)
* Veja como se forma um tsunami (Vídeo)

A modificação do eixo da Terra pode ter repercussões sobre a duração do dia solar, mas trata-se de mudanças mínimas e impercetíveis, da ordem de alguns milionésimos de segundo.

A agência noticiosa japonesa Kyodo adianta que o violento sismo e o subsequente maremoto, que afetaram hoje o nordeste do Japão, terá provocado a morte a mais de mil pessoas.

O balanço agrava-se de minuto para minuto e, segundo o mais recente balanço provisório da polícia, já se registam 378 mortos, 584 desaparecidos e cerca de 950 feridos.




Sismos com magnitude superior
a 8 na escala de Richter

22 Maio 1960 - O sismo com a maior magnitude de sempre foi sentido em Valdivia, no Chile, atingindo 9,5 na escala de Richter. Provocou 5.000 mortos e um tsunami que chegou às costas do Havai e das Filipinas, onde morreram 61 e 32 pessoas respectivamente.

27 Março 1964 - Um sismo que chegou a uma magnitude de quase 9 na escala de Richter atinge o Alasca e a costa nordeste da Califórnia, deixando 121 mortos e um tsunami com ondas de seis metros, que mataram mais 11 pessoas em Crescent City, na Califórna.

26 Dezembro 2004 - Um maremoto de 8,9 na escala de Richter, com epicentro em Aceh, na Indonésia, seguido de tsunami causou 229.866 mortos em doze países banhados pelo Índico.

11 Março de 2011 - O sismo que foi sentido ao largo da costa nordeste do Japão com magnitude de 8.9. O primeiro balanço aponta para quatro mortos, dezenas de desaparecidos e numerosos feridos.

27 Fevereiro 2010 - Um terramoto de magnitude 8,8 abala o centro e o norte do Chile: 525 mortos e 25 desaparecidos e prejuízos na ordem dos 22 mil milhões de euros. Um tsunami matou 156 pessoas nas zonas costeiras do Chile e no arquipélago Juan Fernandez.

Segundo a NASA, este sismo deslocou o eixo da Terra, encurtando os dias em 1,26 micro-segundos.

28 Março de 2005 - Um sismo de 8,7 na escala de Richter atingiu a costa indonésia de Nias, com 547 mortos e mil desaparecidos.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Eixo+da+Terra+tersea+deslocado+dez+centimetros+com+o+sismo+no+Japao.htm

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Mensagem em Sex 11 Mar 2011 - 20:27 por micro_fz



Residentes e turistas junto a um cardume de sardinhas que deu à costa numa praia do México. Um sinal de aproximação do tsunami, dizem os especialistas

A chegada do tsunami aos EUA arrastou cinco pessoas para o mar. Um homem que estaria na costa a fotografar a chegada das águas está dado como desaparecido. Há barcos esmagados e estragos materiais em portos e docas na costa Oeste americana.

O desaparecimento de um homem é a única baixa registada após a chegada do tsunami, que varreu a costa americana a 800 quilómetros, quase à velocidade de um avião comercial.

A Guarda Costeira dos EUA colocou um helicóptero a procurar o homem, que desapareceu quando fazia fotografias do tsunami perto da foz do rio Klamath, no norte da Califórnia, perto da fronteira com o estado vizinho do Oregon, conta a cadeia de televisão norte-americana ABC.

No Oregon, quatro homens foram arrastados para o mar. Dois conseguiram chegar à costa pelos próprios meios e o os outros dois foram salvos pelos serviços de emergência.

As primeiras vagas do tsunami provocado pelo sismo na costa do Japão passaram pelo Hawai sem provocar grandes estragos e atingiram a costa Oeste dos Estados Unidos, com ondas de cerca de 2,5 metros, a cerca de 800 quilómetros por hora, mais de 12 horas após os sismo de 8.9 na escala de Richter registado no Japão.

"O tsunami chegou", disse, cerca das 8.30 horas (16.30 em Portugal) o chefe da Protecção Civil de Port Orford, no estado norte-americano do Oregon.

O alerta de tsunami é extensivo a toda a costa Oeste dos EUA, da Califórnia ao Alasca e motivou a evacuação de alguns milhares de pessoas.

O tsunami destruiu barcos e causou estragos nas docas de Santa Cruz e Crescent City, na Califórnia, com ondas que chegaram aos 2,5 metros de altura.



A praia de Waikiki já começou a sentir os efeitos do tsunami


Na Ilha Grande do Hawai, as ondas varreram estradas e inundaram halls de hotéis, conta a ABC.

De acordo com o Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, as primeiras ondas atingiram, cerca das 3.24 horas (13.24 horas em Portugal), a zona de Waianae, logo seguida de Waikiki, a praia situada junto à capital do arquipélago, Honolulu. A ondulação não teve qualquer impacto, indicam os relatos chagados entretanto.

Os habitantes das zonas costeiras do Hawai foram evacuados durante a noite. As sirenes de alerta foram activadas às 21.59 horas locais (7.59 horas em Portugal) e repetem o alerta de hora em hora.

Foram requisitados veículos para evacuar os habitantes e os turistas das zonas vulneráveis e estão a ser preparados centros de acolhimento.

O Hawai situa-se 6500 quilómetros a Leste do epicentro do sismo. Honlulu, a capital, na costa Oeste da ilha, situa-se ao nível do mar e está exposta em caso de tsunami.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1803803&page=3

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Mensagem em Sex 11 Mar 2011 - 20:39 por micro_fz



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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 6:14 por micro_fz

O enorme sismo de magnitude 8,9 no Japão fez deslocar o eixo da Terra 25 centímetros, enquanto a Ilha do Japão se moveu 2,5 metros com a força da abalo.

Isto quer ainda dizer que a rotação da Terra acelerou 1,6 microsegundos, um pouco mais do que tinha acelerado com o terramoto do Chile no final de Fevereiro do ano passado, que com uma magnitude de 8,8, provocou uma mudança de 8 centímetros no eixo da Terra.

Nas primeiras 24 horas após o primeiro abalo no Japão, registaram-se mais de 160 réplicas, a maioria com magnitude superior a 5. O sismo provocou um tsunami, com uma onda de dez metros que atingiu a costa noroeste deixando um cenário devastador e mais de mil mortos.

O geofísico Shengzao Chen explicou que o terramoto de ontem no Japão ocorreu quando a crosta terrestre se rompeu numa área de cerca de 400 quilómetros de comprimento e de 160 de largura, e as placas tectónicas se moveram mais de 18 metros.

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 6:18 por solamente

é uma tristeza e deixa nos a pensar...para que tanta maldade? o meu profundo sentimento aos japoneses

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 6:20 por micro_fz

Sim deixa-nos a pensar, façam o que fizerem contra a natureza nunca a conseguirão vencer, não há nada mais forte do que ela.

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 6:32 por micro_fz

Nova réplica ocorreu a uma profundidade de 24 a 174 quilómetros a sudeste da cidade de Sendai











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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:03 por solamente

Tristeza

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:21 por micro_fz

Um sismo de magnitude 6 na escala de Richter foi registado este sábado na central nuclear de Fukushima, no Japão, poucas horas após uma explosão que levou as autoridades a aumentar o raio da zona evacuada para 20 km. Mais de 300 mil pessoas terão que abandonar as suas casas.

O Governo emitiu esta manhã novos alertas e pediu à população que vive junto à costa para se dirigir para zonas mais altas devido ao perigo de novos tsunamis, mas a preocupação maior está nas centrais nucleares de Fukushima onde existe uma fuga radioactiva. Esta manhã uma forte explosão junto a um reactor fez quatro feridos, e milhares de pessoas estão a abandonar toda a região num raio de 20 quilómetros.

A explosão terá acontecido quando eram 16h no Japão, 7h00 em Portugal. As últimas informações, disponibilizadas pela agência nuclear japonesa garantem que o núcleo central do reactor está intacto. Ainda não se sabe exactamente o que terá explodido nesta central que tem mais de 40 anos e que não terá resistido aos danos causados pelo terramoto de sexta-feira.

O tremor de terra fez com que nas últimas 24 horas aumentasse a temperatura no reactor e nas instalações que o circundam, sem que funcionasse o sistema de refrigeração. E sem o arrefeccimento, aumentou a pressão e acabou por dar-se a explosão.

Segundo as agências de notícias japonesas quatro funcionários da central nuclear terão ficado feridos mas os ferimentos são ligeiros. Imeadiatamente a seguir à explosão, o Governo de Tóquio deu ordem para duplicar a área de evacuação em redor da central. Passou de 10 para 20 quilómetros, o que significa transferir milhares de pessoas para outras zonas.

Um porta voz do executivo também já veio dizer que houve fuga de radioactividade mas que os valores têm vindo a diminuir nas horas que se seguiram à explosão.

De qualquer das formas, foi pedido à população foi que fugisse do local o mais rapidamente possível, que protegesse as vias respiratórias com um pano ou máscara molhados e que cobrisse o corpo.

A central de Fukushima, gerida pela Tepco, a Companhia de Elecrticidade de Tóquio, fica a pouco mais de 200 kms a norte da capital e fornece parte da energia consumida pelos 13 milhões de habitantes da cidade.

"Um perigo real"

A situação das centrais nucleares de Fukushima representa um "perigo real", apesar de não ser comparável ao acidente de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, avaliou hoje um especialista português.

"O principal risco é o derrame de material radioativo para a água, ou para a atmosfera, como aconteceu em Chernobyl", disse à agência Lusa João Seixas, especialista em física de partículas elementares e responsável pelo grupo português na experiência do acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider) do CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear).

João Seixas alertou que uma explosão "deve ser impedida a todo o custo" devido ao eventual derrame para a atmosfera ou para a água, de material radioativo, que poderá ser transportado e disseminado rapidamente para seres vivos.

Ressalvando que não é suficientemente especializado nesta área para dar uma opinião abalizada, apesar de ter recebido formação em física nuclear muito avançada, João Seixas indicou que atualmente "há protocolos internacionais estabelecidos para garantir os sistemas de segurança" nestes casos.

"Essencialmente, a primeira coisa que se faz é evacuar as pessoas e monitorizar a situação, e é o que o Japão está a fazer. Eles têm com certeza todos os protocolos de seguranças controlados e ativados", sublinhou.

João Seixas considera que apesar dos riscos, a situação no Japão "nada tem a ver com Chernobyl" - o mais grave acidente nuclear de sempre - porque a central ucraniana "encontrava-se em muito mau estado e sem segurança".

"Tudo o que poderia correr mal nestes casos aconteceu em Chernobyl", recordou.

O último balanço oficial dá conta de 568 mortos e 600 desaparecidos enquanto que a agência de notícias Kyodo aponta para mais de 1700 vítimas mortais ou desaparecidas.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Sismo+de+60+na+central+nuclear+japonesa+de+Fukushima+apos+explosao.htm

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:22 por micro_fz

Cerca de 9.500 pessoas, metade da população da localidade de Minamisanriku, na província de Miyagi, continuam desaparecidas na sequência do violento sismo e tsunami ocorridos sexta-feira no Japão, informaram as autoridades do país.

A população total de Minamisanriku é de 17.000 pessoas.

As equipas de socorro - que já resgataram 3.000 pessoas - procuram sobreviventes em casas destruídas, águas lamacentas e incêndios provocados pelo sismo de 8.9 na escala de Richter, e consequente tsunami que varreu bairros inteiros ao longo da costa japonesa.

http://www.ionline.pt/conteudo/110054-sismo-metade-da-populacao-cidade-japonesa-em-miyagi-esta-desaparecida-

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:24 por micro_fz

A situação das centrais nucleares de Fukushima (Japão) , danificadas pelo sismo que devastou o nordeste do Japão, representa um "perigo real", apesar de não ser comparável ao acidente de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, avaliou este sábado um especialista português.

"O principal risco é o derrame de material radioactivo para a água, ou para a atmosfera, como aconteceu em Chernobyl", disse à agência Lusa João Seixas, especialista em física de partículas elementares e responsável pelo grupo português na experiência do acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider) do CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear).

João Seixas alertou que uma explosão "deve ser impedida a todo o custo" devido ao eventual derrame para a atmosfera ou para a água, de material radioactivo, que poderá ser transportado e disseminado rapidamente para seres vivos.

Ressalvando que não é suficientemente especializado nesta área para dar uma opinião abalizada, apesar de ter recebido formação em física nuclear muito avançada, João Seixas indicou que actualmente "há protocolos internacionais estabelecidos para garantir os sistemas de segurança" nestes casos.

"Essencialmente, a primeira coisa que se faz é evacuar as pessoas e monitorizar a situação, e é o que o Japão está a fazer. Eles têm com certeza todos os protocolos de segurança controlados e activados", sublinhou.

Inicialmente, as autoridades japonesas tinham estipulado um raio de dez quilómetros em torno das centrais nucleares de Fukushima, mas na sequência de uma explosão num edifício que alberga o reactor número um da central, o perímetro foi aumentado para 20 quilómetros.

Em resultado desta explosão, quatro empregados ficaram ligeiramente feridos, mas as autoridades japonesas garantem que estão a adoptar todas as medidas para assegurar a segurança dos habitantes.

João Seixas considera que apesar dos riscos, a situação no Japão "nada tem a ver com Chernobyl" - o mais grave acidente nuclear de sempre - porque a central ucraniana "encontrava-se em muito mau estado e sem segurança".

"Tudo o que poderia correr mal nestes casos aconteceu em Chernobyl", recordou.

Na sexta-feira, um sismo de magnitude 8,9 na escala aberta de Richter abalou o Japão e provocou um tsunami que atingiu a costa do país com uma onda de cerca de 10 metros de altura.

O último balanço oficial dá conta de 568 mortos, mas as previsões apontam para um número acima na ordem dos milhares.

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=8D2A494E-A719-4CF3-A599-6C14370435A7&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:25 por micro_fz

Cerca de 9.500 pessoas, metade da população da localidade de Minamisanriku, na província de Miyagi, continuam desaparecidas, informaram igualmente as autoridades do país. A população total de Minamisanriku é de 17 mil pessoas.

As equipas de socorro - que já resgataram 3.000 pessoas - procuram sobreviventes em casas destruídas, águas lamacentas e incêndios provocados pelo sismo de 8.9 na escala de Richter, e consequente tsunami que varreu bairros inteiros ao longo da costa japonesa.

A cadeia de televisão pública NHK anunciou que 900 pessoas morreram e mais de 700 estão desaparecidas, e este balanço deverá aumentar. Já a Organização Mundial de Saúde confirmou a morte de 621 pessoas na sequência da catástrofe.

Além do desastre ter afectado os caminhos de ferro e transportes rodoviários, mais de 23 mil pessoas ficaram bloqueadas no aeroporto de Tóquio, e seis milhões de casas - que representam mais de 10 por cento do país - ficaram sem electricidade.

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=44BF893B-BCFA-4AD0-ADC0-D621D03A6E3A&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:31 por micro_fz

A Organização das Nações Unidas (ONU) e sete países vão enviar para o Japão equipas de peritos em avaliação e coordenação de desastres como o violento sismo que atingiu o país na sexta-feira, anunciou hoje aquele organismo.

O governo japonês aceitou a deslocação da equipa da ONU e as ofertas de ajuda da Austrália, dos Estados Unidos, da Coreia do Sul, da Nova Zelândia, da Alemanha, de Singapura e do México, segundo a ONU.

Elisabeth Byrs, porta-voz do gabinete de coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU, precisou o objetivo da missão da equipa composta por sete especialistas com grande experiência: "Vão ficar à disposição dos especialistas japoneses para os apoiar e coordenar as equipas internacionais de salvamento".

A equipa norte-americana integra 200 especialistas neste tipo de desastres, incluindo médicos, enquanto as missões dos outros países reuniram um total de 217 especialistas e 30 cães, além de 22 toneladas de material médico e de salvamento.

Equipas de salvamento de outros 39 países estão prontas a partir para o Japão, caso o governo do país sinistrado peça auxílio.

A ONU indicou ainda que a Telecom Sem Fronteiras vai enviar uma equipa para avaliar as necessidades de comunicações e fornecer ajuda de emergência.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/ONU+e+sete+pa%C3%ADses+v%C3%A3o+enviar+equipas+de+especialistas+em+desastres+ao+Jap%C3%A3o.htm

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 13:32 por micro_fz

O Governo nipónico apelou à calma da população e da comunidade internacional, assegurando que a explosão na central nuclear de Fukushima não foi no reactor e não gerou nenhuma fuga radioactiva importante.

Segundo a agência japonesa de notícias, a Kyodo news, as autoridades confirmaram a explosão na central, mas negam que tenha ocorrido no reactor número 1, de acordo com o porta-voz do Governo, Yukio Edano.

Numa conferência de imprensa de emergência, o Governo disse ainda que, segundo a Tokyo Electric Power Co., que gere a central, não houve danos no depósito que protege o reactor.

A explosão ocorreu quando o vapor contido no contentor passou a hidrogénio e se misturou com o oxigénio do exterior.

Como precaução, as autoridades expandiram o raio da área a ser evacuada de 10 para 20 quilómetros. Apesar do Governo garantir que o nível de radiação baixou, uma equipa do Instituto Nacional de Estudos Radiológicos, formada por médicos, enfermeiros e peritos no tratamento da exposição à radiação, poderá ser enviada à zona.

A Tokyo Electric Power já iniciou as operações para encher de água do mar o reactor com ácido bórico, a fim de prevenir nova ocorrência - uma operação que poderá durar cerca de dez dias.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, visitou a central nuclear horas antes da conferência de imprensa, afirmando que se libertaram "quantidades mínimas de radiação" após o sismo.

A explosão causou danos nos tectos e paredes da central, provocando ferimentos em quatro pessoas que trabalhavam na libertação de pressão dos reactores.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Jap%C3%A3o+descarta+danos+graves+na+central+nuclear+de+Fukushima.htm

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 14:41 por micro_fz

A situação das centrais nucleares de Fukushima, danificadas pelo sismo que devastou o nordeste do Japão, representa um 'perigo real', apesar de não ser comparável ao acidente de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, avaliou hoje um especialista português.

'O principal risco é o derrame de material radioativo para a água, ou para a atmosfera, como aconteceu em Chernobyl', disse à agência Lusa João Seixas, especialista em física de partículas elementares e responsável pelo grupo português na experiência do acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider) do CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear).

João Seixas alertou que uma explosão “deve ser impedida a todo o custo” devido ao eventual derrame para a atmosfera ou para a água, de material radioativo, que poderá ser transportado e disseminado rapidamente para seres vivos.

Ressalvando que não é suficientemente especializado nesta área para dar uma opinião abalizada, apesar de ter recebido formação em física nuclear muito avançada, João Seixas indicou que atualmente 'há protocolos internacionais estabelecidos para garantir os sistemas de segurança' nestes casos.

'Essencialmente, a primeira coisa que se faz é eva cuar as pessoas e monitorizar a situação, e é o que o Japão está a fazer. Eles têm com certeza todos os protocolos de seguranças controlados e ativados', sublinhou.

Inicialmente, as autoridades japonesas tinham estipulado um raio de dez quilómetros em torno das centrais nucleares de Fukushima, mas na sequência de uma explosão num edifício que alberga o reator número um da central, o perímetro foi aumentado para 20 quilómetros.

Em resultado desta explosão, quatro empregados ficaram ligeiramente feridos, mas as autoridades japonesas garantem que estão a adotar todas as medidas para assegurar a segurança dos habitantes.

João Seixas considera que apesar dos riscos, a situação no Japão 'nada tem a ver com Chernobyl' - o mais grave acidente nuclear de sempre - porque a central ucraniana 'encontrava-se em muito mau estado e sem segurança'.

'Tudo o que poderia correr mal nestes casos aconteceu em Chernobyl', recordou.

Na sexta-feira, um sismo de magnitude 8,9 na escala aberta de Richter abalou o Japão e provocou um tsunami que atingiu a costa japonesa com uma onda de cerca de 10 metros de altura.

O último balanço oficial dá conta de 568 mortos e 600 desaparecidos.

http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=44658

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 14:43 por micro_fz

O Ministério do Ambiente informou este sábado que os relatórios sobre a qualidade do ar a nível nacional indicam a ausência de contaminação em território português, no seguimento do sismo ocorrido no Japão.

O Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território adianta que mantém em funcionamento uma rede de alerta com treze estações e está em ligação permanente com a Agência Internacional de Energia Atómica das Nações Unidas.

«Todos os relatórios emitidos sobre a qualidade do ar a nível nacional e no seguimento do sismo ocorrido no Japão mostram que a situação é a habitual, sem qualquer índice de contaminação», acrescenta o gabinete de imprensa do ministério.

Na sexta-feira, um sismo de magnitude 8,9 na escala aberta de Richter abalou o Japão e provocou um tsunami que atingiu a costa japonesa com uma onda de cerca de 10 metros de altura.

Uma forte explosão foi ouvida hoje perto do reactor número 1 da central nuclear de Fukushima (norte de Tóquio), onde o nível de radioactividade aumentou de forma alarmante na sequência do terramoto que sacudiu o Japão
Segundo o último balanço oficial, pelo menos 564 pessoas morreram e cerca de 600 estão desaparecidas devido ao forte sismo e ao tsunami que devastaram o nordeste do Japão.

No entanto, os media japoneses, como a agência Kyodo, estimam que o número final de vítimas mortais seja superior a 1600 em pelo menos nove províncias nipónicas.

As autoridades japonesas deram também conta do desaparecimento de cerca de 9.500 pessoas, metade da população da localidade de Minamisanriku, na província de Miyagi.

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/sismo-japao-2011-ultimas-noticias-tvi24-ar-nuclear-japao/1239070-4071.html

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 16:16 por micro_fz

O cenário é apocalíptico e o rasto de destruição passadas mais de 24 horas após o trágico sismo que sacudiu o Japão revela-se ainda muito preocupante, pois a fuga radiotiva que se seguiu à explosão desta manhã na central nuclear de Fukushima pode atingir proporções dramáticas.

Este sábado, 300 mil pessoas foram evacuadas de cinco prefeituras, incluindo Fukushima, onde se encontra a central nuclear, e só aí residiam cerca de 80 mil - números divulgados pela Agência Nacional da Polícia.

O porta-voz do governo japonês confirmou esta manhã a explosão e uma fuga de radiação. «Estamos a investigar as causas e vamos tornar o assunto público quando tivermos mais informações», disse Yukio Edano, citado pela Reuters.

Segundo a televisão local NHK, que cita a Agência de Segurança Nuclear do Japão, a explosão ocorreu às 16h00 locais (7h00 em Lisboa) e quatro empregados da central que ficaram feridos.



A televisão nipónica está a mostrar imagens de uma nuvem de fumo branco por cima da central nuclear e anunciou que o nível de radioactividade estava 20 vezes superior ao normal.



A pressão dentro no reactor número um da central nuclear de Fukushima-Daiichi começou a aumentar depois do sistema de arrefecimento da central ter sido danificado.

Esta situação levou as autoridades a retirarem inicialmente de suas casas os habitantes num raio de três quilómetros ao redor da central, mas este perímetro foi alargado primeiro para dez e agora para 20 quilómetros.


http://diario.iol.pt/internacional/japao-sismo-nuclear-tsunami-tvi24/1239095-4073.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fdiario+%28IOL+Di%C3%A1rio+-+%C3%9Altima+Hora%29

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 16:26 por micro_fz



No dia 11 de Março de 2011, pelas 05:46 UTC (às 14:46 hora local) ocorreu a 130 km E da principal ilha do Japão, Honshu, um sismo de magnitude 8.9 a 24 km de profundidade, registado em todos as estações da Rede Sísmica Nacional operada pelo IM. Este sismo foi gerado em regime compressivo, em zona de subducção, com a placa do Pacífico a mergulhar sob a placa Norte Americana.
Sendo o sismo superficial, com epicentro no mar e uma magnitude elevada, deu origem a um Tsunami cuja primeira vaga atingiu a costa do Japão (KATSUURA) pelas 06:35.
O sismo teve uma série de precursores, que se iniciaram há dois dias com um sismo de magnitude 7.2 e pelo menos 3 sismos de magnitude superior a 6. Este tipo de ambientes tectónicos, em regime compressivo, são os que têm maior capacidade de gerar os chamados grandes sismos.
De acordo com informação do Pacific Tsunami Warning Center (NOAA) o Tsunami que afectou a região costeira do Japão, já atingiu o Arquipélago do Hawai com amplitudes registadas até 1,74 m (em relação ao nível médio do mar). Está ainda previsto que este Tsunami chegue a diferentes pontos da costa Ocidental do Continente Americano entre as 18:00 de hoje e as 03:00 de amanhã.
A rede do IM registou até às 15 horas cerca de 20 réplicas com magnitudes compreendidas entre 5.6 e 7.1. O Instituto de Meteorologia continua a acompanhar este episódio sísmico, recolhendo informação sobre as naturais réplicas que têm vindo a ocorrer e sobre a evolução do Tsunami na região, para o qual se mantém o alerta.
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Fonte: Instituto de Meteorologia









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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 17:08 por micro_fz



No dia 11 de Março de 2011, pelas 05:46 UTC (às 14:46 hora local) ocorreu a 130 km E da principal ilha do Japão, Honshu, um sismo de magnitude 8.9 a 24 km de profundidade, registado em todos as estações da Rede Sísmica Nacional operada pelo IM. Este sismo foi gerado em regime compressivo, em zona de subducção, com a placa do Pacífico a mergulhar sob a placa Norte Americana.
Sendo o sismo superficial, com epicentro no mar e uma magnitude elevada, deu origem a um Tsunami cuja primeira vaga atingiu a costa do Japão (KATSUURA) pelas 06:35.
O sismo teve uma série de precursores, que se iniciaram há dois dias com um sismo de magnitude 7.2 e pelo menos 3 sismos de magnitude superior a 6. Este tipo de ambientes tectónicos, em regime compressivo, são os que têm maior capacidade de gerar os chamados grandes sismos.
De acordo com informação do Pacific Tsunami Warning Center (NOAA) o Tsunami que afectou a região costeira do Japão, já atingiu o Arquipélago do Hawai com amplitudes registadas até 1,74 m (em relação ao nível médio do mar). Está ainda previsto que este Tsunami chegue a diferentes pontos da costa Ocidental do Continente Americano entre as 18:00 de hoje e as 03:00 de amanhã.
A rede do IM registou até às 15 horas cerca de 20 réplicas com magnitudes compreendidas entre 5.6 e 7.1. O Instituto de Meteorologia continua a acompanhar este episódio sísmico, recolhendo informação sobre as naturais réplicas que têm vindo a ocorrer e sobre a evolução do Tsunami na região, para o qual se mantém o alerta.
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Fonte: Instituto de Meteorologia









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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 17:09 por micro_fz

O operador de uma central nuclear do nordeste do Japão revelou que um segundo reator estava a dar sinais de problemas, havendo risco de explosão, avançou hoje a agência noticiosa France Presse.

A companhia Tokyo Eletric Power (Tepco) informou tratar-se do reactor número três da central Fukushima N.º 1, situada a 250 quilómetros a norte de Tóquio. "Todas as funções para manter o nível do líquido de refrigeração estão a falhar", declarou um porta-voz da empresa.

A notícia surge várias horas depois de as autoridades japonesas terem aumentado para 20 quilómetros o raio da zona evacuada em torno da central nuclear de Fukushima, danificada pelo violento sismo que devastou o nordeste do país na sexta-feira.

Esta precaução suplementar, ordenada pelo gabinete do primeiro-ministro, foi tomada na sequência de uma explosão que destruiu um edifício que albergava o reator número um da central Fukushima. Quatro empregados ficaram "ligeiramente feridos" devido à explosão, que terá ocorrido segundo a televisão pública NHK às 15:36 locais (6:36 em Lisboa).

http://www.destakes.com/redir/a5073766e293a3bac387eda809595bc9

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Mensagem em Sab 12 Mar 2011 - 17:11 por micro_fz

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Comentários
Sismo no Japão [EPA]

O primeiro-ministro Naoto Kan revelou que foram resgatadas cerca de três mil pessoas com vida, mas são 50 mil as pessoas envolvidas em operações de resgate às vítimas do sismo de 8,9 graus na escala de Richter que abalou o Japão sexta-feira, refere a agência nipónica Kyodo. O número de mortos estimados subiu este sábado para quase o dobro: 1800 terão perdido a vida.

Na prefeitura de Iwate, a maioria das áreas costeiras da cidade de Rikuzentakata ficaram submerses pelo tsunami e as águas ainda estão pela altura de um terceiro andar, refere a agência Kyodo. Também as cidades de Yamada e Iwade ficaram submersas.

Fonte oficial do município de Futaba, na prefeitura de Fukushima, disse à agência nipónica que 90 por cento das casas em três zonas costeiras foram arrastadas pelo tsunami. Não restou nada.

Com o país devastado e em choque com a tragédia que ali se abateu, esperar e parar parece ser uma obrigação maior. Na sequência do sismo e das dezenas de replicas que já teve, nove auto-estradas foram encerradas e 676 voos domésticos cancelados.

De sexta para sábado, as autoridades revelaram que 120 mil pessoas não conseguiram sair de Tóquio e regressar a suas casas, pois também os caminhos-de-ferro estiveram fechados e as filas de trânsito impossibilitavam a circulação. Várias linhas de comboio ainda permanecem suspensas.

As atenções voltam-se agora também para a fuga de radioactividade na central nuclear de Fukushima, que obrigou à evacuação de 300 mil pessoas. À tragédia do sismo seguida da devastidão do tsunami pode agora somar-se a radiação nuclear.

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/japao-sismo-tsunami-tvi24/1239104-4073.html

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 13:21 por micro_fz

As representações diplomáticas de vários países, no Japão, entre as quais a portuguesa, vão criar um sítio na internet comum para agilizar a localização dos seus cidadãos residentes no país, disse à Lusa fonte da secretaria de Estado das Comunidades.

Segundo o gabinete de imprensa da secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, no site das embaixadas serão colocados os nomes dos cidadãos ainda não localizados.

A junção de dados numa interface comum, frisou, foi decidida hoje numa reunião de embaixadas e visa permitir um trabalho de entreajuda para agilizar a localização de pessoas ainda não contactadas.

http://www.tvi24.iol.pt/especial-japao/japao-japao-tsunami-tvi24-japao-sismo-japao-fotos-japao-tsunami-fotos/1239191-5904.html















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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 14:31 por solamente

arrepiante...ate se perde a respiraçao

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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 20:05 por micro_fz

































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Mensagem em Dom 13 Mar 2011 - 21:54 por micro_fz

Antes que o jornalismo sensasionalista, desinformado (desinformante) e ignorante venha a lume com mais postas de pescada sobre a crise nuclear, o que enerva todos os menos bem informados sobre a verdade da situação, deixo-vos aqui algo mais esclarecedor sobre o que aconteceu e está a acontecer na Central Nuclear de Fukushima.


I know this is a fairly full on statement from someone posting his very first blog. It will also be far and away the most well written, intelligent post I ever make (I hope!) It also means I am not responsible for its content.

This post is by Dr Josef Oehmen, a research scientist at MIT, in Boston.

He is a PhD Scientist, whose father has extensive experience in Germany’s nuclear industry. I asked him to write this information to my family in Australia, who were being made sick with worry by the media reports coming from Japan. I am republishing it with his permission.

It is a few hours old, so if any information is out of date, blame me for the delay in getting it published.

This is his text in full and unedited. It is very long, so get comfy.

I am writing this text (Mar 12) to give you some peace of mind regarding some of the troubles in Japan, that is the safety of Japan’s nuclear reactors. Up front, the situation is serious, but under control. And this text is long! But you will know more about nuclear power plants after reading it than all journalists on this planet put together.

There was and will *not* be any significant release of radioactivity.

By “significant” I mean a level of radiation of more than what you would receive on – say – a long distance flight, or drinking a glass of beer that comes from certain areas with high levels of natural background radiation.

I have been reading every news release on the incident since the earthquake. There has not been one single (!) report that was accurate and free of errors (and part of that problem is also a weakness in the Japanese crisis communication). By “not free of errors” I do not refer to tendentious anti-nuclear journalism – that is quite normal these days. By “not free of errors” I mean blatant errors regarding physics and natural law, as well as gross misinterpretation of facts, due to an obvious lack of fundamental and basic understanding of the way nuclear reactors are build and operated. I have read a 3 page report on CNN where every single paragraph contained an error.

We will have to cover some fundamentals, before we get into what is going on.

Construction of the Fukushima nuclear power plants

The plants at Fukushima are so called Boiling Water Reactors, or BWR for short. Boiling Water Reactors are similar to a pressure cooker. The nuclear fuel heats water, the water boils and creates steam, the steam then drives turbines that create the electricity, and the steam is then cooled and condensed back to water, and the water send back to be heated by the nuclear fuel. The pressure cooker operates at about 250 °C.

The nuclear fuel is uranium oxide. Uranium oxide is a ceramic with a very high melting point of about 3000 °C. The fuel is manufactured in pellets (think little cylinders the size of Lego bricks). Those pieces are then put into a long tube made of Zircaloy with a melting point of 2200 °C, and sealed tight. The assembly is called a fuel rod. These fuel rods are then put together to form larger packages, and a number of these packages are then put into the reactor. All these packages together are referred to as “the core”.

The Zircaloy casing is the first containment. It separates the radioactive fuel from the rest of the world.

The core is then placed in the “pressure vessels”. That is the pressure cooker we talked about before. The pressure vessels is the second containment. This is one sturdy piece of a pot, designed to safely contain the core for temperatures several hundred °C. That covers the scenarios where cooling can be restored at some point.

The entire “hardware” of the nuclear reactor – the pressure vessel and all pipes, pumps, coolant (water) reserves, are then encased in the third containment. The third containment is a hermetically (air tight) sealed, very thick bubble of the strongest steel. The third containment is designed, built and tested for one single purpose: To contain, indefinitely, a complete core meltdown. For that purpose, a large and thick concrete basin is cast under the pressure vessel (the second containment), which is filled with graphite, all inside the third containment. This is the so-called “core catcher”. If the core melts and the pressure vessel bursts (and eventually melts), it will catch the molten fuel and everything else. It is built in such a way that the nuclear fuel will be spread out, so it can cool down.

This third containment is then surrounded by the reactor building. The reactor building is an outer shell that is supposed to keep the weather out, but nothing in. (this is the part that was damaged in the explosion, but more to that later).

Fundamentals of nuclear reactions

The uranium fuel generates heat by nuclear fission. Big uranium atoms are split into smaller atoms. That generates heat plus neutrons (one of the particles that forms an atom). When the neutron hits another uranium atom, that splits, generating more neutrons and so on. That is called the nuclear chain reaction.

Now, just packing a lot of fuel rods next to each other would quickly lead to overheating and after about 45 minutes to a melting of the fuel rods. It is worth mentioning at this point that the nuclear fuel in a reactor can *never* cause a nuclear explosion the type of a nuclear bomb. Building a nuclear bomb is actually quite difficult (ask Iran). In Chernobyl, the explosion was caused by excessive pressure buildup, hydrogen explosion and rupture of all containments, propelling molten core material into the environment (a “dirty bomb”). Why that did not and will not happen in Japan, further below.

In order to control the nuclear chain reaction, the reactor operators use so-called “moderator rods”. The moderator rods absorb the neutrons and kill the chain reaction instantaneously. A nuclear reactor is built in such a way, that when operating normally, you take out all the moderator rods. The coolant water then takes away the heat (and converts it into steam and electricity) at the same rate as the core produces it. And you have a lot of leeway around the standard operating point of 250°C.

The challenge is that after inserting the rods and stopping the chain reaction, the core still keeps producing heat. The uranium “stopped” the chain reaction. But a number of intermediate radioactive elements are created by the uranium during its fission process, most notably Cesium and Iodine isotopes, i.e. radioactive versions of these elements that will eventually split up into smaller atoms and not be radioactive anymore. Those elements keep decaying and producing heat. Because they are not regenerated any longer from the uranium (the uranium stopped decaying after the moderator rods were put in), they get less and less, and so the core cools down over a matter of days, until those intermediate radioactive elements are used up.

This residual heat is causing the headaches right now.

So the first “type” of radioactive material is the uranium in the fuel rods, plus the intermediate radioactive elements that the uranium splits into, also inside the fuel rod (Cesium and Iodine).

There is a second type of radioactive material created, outside the fuel rods. The big main difference up front: Those radioactive materials have a very short half-life, that means that they decay very fast and split into non-radioactive materials. By fast I mean seconds. So if these radioactive materials are released into the environment, yes, radioactivity was released, but no, it is not dangerous, at all. Why? By the time you spelled “R-A-D-I-O-N-U-C-L-I-D-E”, they will be harmless, because they will have split up into non radioactive elements. Those radioactive elements are N-16, the radioactive isotope (or version) of nitrogen (air). The others are noble gases such as Xenon. But where do they come from? When the uranium splits, it generates a neutron (see above). Most of these neutrons will hit other uranium atoms and keep the nuclear chain reaction going. But some will leave the fuel rod and hit the water molecules, or the air that is in the water. Then, a non-radioactive element can “capture” the neutron. It becomes radioactive. As described above, it will quickly (seconds) get rid again of the neutron to return to its former beautiful self.

This second “type” of radiation is very important when we talk about the radioactivity being released into the environment later on.

What happened at Fukushima

I will try to summarize the main facts. The earthquake that hit Japan was 7 times more powerful than the worst earthquake the nuclear power plant was built for (the Richter scale works logarithmically; the difference between the 8.2 that the plants were built for and the 8.9 that happened is 7 times, not 0.7). So the first hooray for Japanese engineering, everything held up.

When the earthquake hit with 8.9, the nuclear reactors all went into automatic shutdown. Within seconds after the earthquake started, the moderator rods had been inserted into the core and nuclear chain reaction of the uranium stopped. Now, the cooling system has to carry away the residual heat. The residual heat load is about 3% of the heat load under normal operating conditions.

The earthquake destroyed the external power supply of the nuclear reactor. That is one of the most serious accidents for a nuclear power plant, and accordingly, a “plant black out” receives a lot of attention when designing backup systems. The power is needed to keep the coolant pumps working. Since the power plant had been shut down, it cannot produce any electricity by itself any more.

Things were going well for an hour. One set of multiple sets of emergency Diesel power generators kicked in and provided the electricity that was needed. Then the Tsunami came, much bigger than people had expected when building the power plant (see above, factor 7). The tsunami took out all multiple sets of backup Diesel generators.

When designing a nuclear power plant, engineers follow a philosophy called “Defense of Depth”. That means that you first build everything to withstand the worst catastrophe you can imagine, and then design the plant in such a way that it can still handle one system failure (that you thought could never happen) after the other. A tsunami taking out all backup power in one swift strike is such a scenario. The last line of defense is putting everything into the third containment (see above), that will keep everything, whatever the mess, moderator rods in our out, core molten or not, inside the reactor.

When the diesel generators were gone, the reactor operators switched to emergency battery power. The batteries were designed as one of the backups to the backups, to provide power for cooling the core for 8 hours. And they did.

Within the 8 hours, another power source had to be found and connected to the power plant. The power grid was down due to the earthquake. The diesel generators were destroyed by the tsunami. So mobile diesel generators were trucked in.

This is where things started to go seriously wrong. The external power generators could not be connected to the power plant (the plugs did not fit). So after the batteries ran out, the residual heat could not be carried away any more.

At this point the plant operators begin to follow emergency procedures that are in place for a “loss of cooling event”. It is again a step along the “Depth of Defense” lines. The power to the cooling systems should never have failed completely, but it did, so they “retreat” to the next line of defense. All of this, however shocking it seems to us, is part of the day-to-day training you go through as an operator, right through to managing a core meltdown.

It was at this stage that people started to talk about core meltdown. Because at the end of the day, if cooling cannot be restored, the core will eventually melt (after hours or days), and the last line of defense, the core catcher and third containment, would come into play.

But the goal at this stage was to manage the core while it was heating up, and ensure that the first containment (the Zircaloy tubes that contains the nuclear fuel), as well as the second containment (our pressure cooker) remain intact and operational for as long as possible, to give the engineers time to fix the cooling systems.

Because cooling the core is such a big deal, the reactor has a number of cooling systems, each in multiple versions (the reactor water cleanup system, the decay heat removal, the reactor core isolating cooling, the standby liquid cooling system, and the emergency core cooling system). Which one failed when or did not fail is not clear at this point in time.

So imagine our pressure cooker on the stove, heat on low, but on. The operators use whatever cooling system capacity they have to get rid of as much heat as possible, but the pressure starts building up. The priority now is to maintain integrity of the first containment (keep temperature of the fuel rods below 2200°C), as well as the second containment, the pressure cooker. In order to maintain integrity of the pressure cooker (the second containment), the pressure has to be released from time to time. Because the ability to do that in an emergency is so important, the reactor has 11 pressure release valves. The operators now started venting steam from time to time to control the pressure. The temperature at this stage was about 550°C.

This is when the reports about “radiation leakage” starting coming in. I believe I explained above why venting the steam is theoretically the same as releasing radiation into the environment, but why it was and is not dangerous. The radioactive nitrogen as well as the noble gases do not pose a threat to human health.

At some stage during this venting, the explosion occurred. The explosion took place outside of the third containment (our “last line of defense”), and the reactor building. Remember that the reactor building has no function in keeping the radioactivity contained. It is not entirely clear yet what has happened, but this is the likely scenario: The operators decided to vent the steam from the pressure vessel not directly into the environment, but into the space between the third containment and the reactor building (to give the radioactivity in the steam more time to subside). The problem is that at the high temperatures that the core had reached at this stage, water molecules can “disassociate” into oxygen and hydrogen – an explosive mixture. And it did explode, outside the third containment, damaging the reactor building around. It was that sort of explosion, but inside the pressure vessel (because it was badly designed and not managed properly by the operators) that lead to the explosion of Chernobyl. This was never a risk at Fukushima. The problem of hydrogen-oxygen formation is one of the biggies when you design a power plant (if you are not Soviet, that is), so the reactor is build and operated in a way it cannot happen inside the containment. It happened outside, which was not intended but a possible scenario and OK, because it did not pose a risk for the containment.

So the pressure was under control, as steam was vented. Now, if you keep boiling your pot, the problem is that the water level will keep falling and falling. The core is covered by several meters of water in order to allow for some time to pass (hours, days) before it gets exposed. Once the rods start to be exposed at the top, the exposed parts will reach the critical temperature of 2200 °C after about 45 minutes. This is when the first containment, the Zircaloy tube, would fail.

And this started to happen. The cooling could not be restored before there was some (very limited, but still) damage to the casing of some of the fuel. The nuclear material itself was still intact, but the surrounding Zircaloy shell had started melting. What happened now is that some of the byproducts of the uranium decay – radioactive Cesium and Iodine – started to mix with the steam. The big problem, uranium, was still under control, because the uranium oxide rods were good until 3000 °C. It is confirmed that a very small amount of Cesium and Iodine was measured in the steam that was released into the atmosphere.

It seems this was the “go signal” for a major plan B. The small amounts of Cesium that were measured told the operators that the first containment on one of the rods somewhere was about to give. The Plan A had been to restore one of the regular cooling systems to the core. Why that failed is unclear. One plausible explanation is that the tsunami also took away / polluted all the clean water needed for the regular cooling systems.

The water used in the cooling system is very clean, demineralized (like distilled) water. The reason to use pure water is the above mentioned activation by the neutrons from the Uranium: Pure water does not get activated much, so stays practically radioactive-free. Dirt or salt in the water will absorb the neutrons quicker, becoming more radioactive. This has no effect whatsoever on the core – it does not care what it is cooled by. But it makes life more difficult for the operators and mechanics when they have to deal with activated (i.e. slightly radioactive) water.

But Plan A had failed – cooling systems down or additional clean water unavailable – so Plan B came into effect. This is what it looks like happened:

In order to prevent a core meltdown, the operators started to use sea water to cool the core. I am not quite sure if they flooded our pressure cooker with it (the second containment), or if they flooded the third containment, immersing the pressure cooker. But that is not relevant for us.

The point is that the nuclear fuel has now been cooled down. Because the chain reaction has been stopped a long time ago, there is only very little residual heat being produced now. The large amount of cooling water that has been used is sufficient to take up that heat. Because it is a lot of water, the core does not produce sufficient heat any more to produce any significant pressure. Also, boric acid has been added to the seawater. Boric acid is “liquid control rod”. Whatever decay is still going on, the Boron will capture the neutrons and further speed up the cooling down of the core.

The plant came close to a core meltdown. Here is the worst-case scenario that was avoided: If the seawater could not have been used for treatment, the operators would have continued to vent the water steam to avoid pressure buildup. The third containment would then have been completely sealed to allow the core meltdown to happen without releasing radioactive material. After the meltdown, there would have been a waiting period for the intermediate radioactive materials to decay inside the reactor, and all radioactive particles to settle on a surface inside the containment. The cooling system would have been restored eventually, and the molten core cooled to a manageable temperature. The containment would have been cleaned up on the inside. Then a messy job of removing the molten core from the containment would have begun, packing the (now solid again) fuel bit by bit into transportation containers to be shipped to processing plants. Depending on the damage, the block of the plant would then either be repaired or dismantled.

Now, where does that leave us?
The plant is safe now and will stay safe.
Japan is looking at an INES Level 4 Accident: Nuclear accident with local consequences. That is bad for the company that owns the plant, but not for anyone else.
Some radiation was released when the pressure vessel was vented. All radioactive isotopes from the activated steam have gone (decayed). A very small amount of Cesium was released, as well as Iodine. If you were sitting on top of the plants’ chimney when they were venting, you should probably give up smoking to return to your former life expectancy. The Cesium and Iodine isotopes were carried out to the sea and will never be seen again.
There was some limited damage to the first containment. That means that some amounts of radioactive Cesium and Iodine will also be released into the cooling water, but no Uranium or other nasty stuff (the Uranium oxide does not “dissolve” in the water). There are facilities for treating the cooling water inside the third containment. The radioactive Cesium and Iodine will be removed there and eventually stored as radioactive waste in terminal storage.
The seawater used as cooling water will be activated to some degree. Because the control rods are fully inserted, the Uranium chain reaction is not happening. That means the “main” nuclear reaction is not happening, thus not contributing to the activation. The intermediate radioactive materials (Cesium and Iodine) are also almost gone at this stage, because the Uranium decay was stopped a long time ago. This further reduces the activation. The bottom line is that there will be some low level of activation of the seawater, which will also be removed by the treatment facilities.
The seawater will then be replaced over time with the “normal” cooling water
The reactor core will then be dismantled and transported to a processing facility, just like during a regular fuel change.
Fuel rods and the entire plant will be checked for potential damage. This will take about 4-5 years.
The safety systems on all Japanese plants will be upgraded to withstand a 9.0 earthquake and tsunami (or worse)
I believe the most significant problem will be a prolonged power shortage. About half of Japan’s nuclear reactors will probably have to be inspected, reducing the nation’s power generating capacity by 15%. This will probably be covered by running gas power plants that are usually only used for peak loads to cover some of the base load as well. That will increase your electricity bill, as well as lead to potential power shortages during peak demand, in Japan.

É uma leitura longa eu sei, mas provavelmente encontrará um nicho de interessados.

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:12 por micro_fz

A agência meteorológica japonesa advertiu, este domingo, para o risco elevado - uma probabilidade de 70% - de, até à próxima quarta-feira, ocorrer um novo terramoto no país de magnitude 7 ou superior.



"Existe um risco de 70% de ser registada uma réplica [do sismo de sexta-feira] de magnitude 7 ou mais" nos próximos três dias, até 16 de Março de manhã, disse o director da previsão sísmica da agência, Takashi Yokota, citado pelos media locais.

Depois de 16 de Março, a probabilidade vai descendo gradualmente, passando para 50% entre 16 e 18 de Março.

As réplicas, com magnitudes entre dois e quase sete, têm sido incessantes desde sexta-feira, data do primeiro sismo registado ao largo das costas nordeste e de magnitude 8,9 segundo o Instituto de geofísica norte-americano (USGS).

A agência meteorológica japonesa, cujos instrumentos de medida tinham avaliado esta magnitude em 8,8 inicialmente, elevou a intensidade do sismo inicial para 9.

Mesmo para o Japão, onde quase todos os anos há terramotos, incluindo de magnitude 7, este sismo é de uma amplitude sem precedentes, afirmam os especialistas.

O arquipélago está localizado no "anel de fogo" do Pacífico, uma fileira de vulcões que coincide com um conjunto de limites das placas tectónicas e de falhas.

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1805053&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o&page=2

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:13 por micro_fz

Um vulcão no sudoeste do Japão entrou hoje em erupção libertando lava e cinzas que chegaram a atingir os quatro mil metros de altitude, depois de duas semanas de acalmia, segundo as autoridades nipónicas.

O Shinmoedake, situado a 1.420 metros na ilha de Kyushu, entrou em actividade em janeiro último depois de 52 anos de inatividade, mas estava parado desde fevereiro.

A erupção do vulcão surge apenas dois dias depois do sismo de magnitude de 9 na escala de Richter e um tsunami que atingiu o nordeste do país, a cerca de mil quilómetros do vulcão.

As autoridades japonesas restrigiram o acesso a esta área, que pertence à cadeia de Kirishima, composta por vinte vulcões.



http://www.ionline.pt/conteudo/110136-vulcao-japones-kyushu-entrou-em-erupcao

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:15 por micro_fz

O estado de emergência foi declarado, este domingo, na central nuclear de Onagawa atingida pelo forte sismo que sexta-feira abalou o Japão e onde foi registado um elevado nível de radioactividade, disse a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

"As autoridades japonesas informaram a AIEA de que o primeiro (que é menor) estado de emergência na central de Onagawa foi comunicado pela companhia Tohoku Electric Power, informa a agência em comunicado.

Os três reactores nucleares da central de Onagawa "estão sob controlo", segundo as autoridades japonesas, e de acordo com o documento da AIEA.

"O alerta foi declarado em resposta a níveis de radiação superiores aos níveis permitidos registadas na área perto da estação", explicou a AIEA, adiantando que as autoridades japonesas estão a tentar determinar a fonte de radiação.

Depois do terremoto de sexta-feira, um incêndio deflagrou na central de Onagawa, num edifício onde existia uma turbina, mas foi rapidamente controlado.

A AIEA foi também informada de que as operações de socorro do reator 3 da central de Fukushima começaram às 9.20 horas locais (00.20 em Portugal Continental).

Entretanto, o Governo japonês já alertou para um novo risco de explosão na central nuclear de Fukushima 1 devido à acumulação de hidrogénio no reactor 3.

O porta-voz do governo, Yukio Edano, adiantou, no entanto, que em caso de explosão "não haverá problema para o reactor".

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1805083&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o&page=2

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:16 por micro_fz

As autoridades japonesas anunciaram um novo total de vítimas mortais do sismo da passada sexta-feira, fixando aquele número em 1.596, reportou a estação de televisão nipónica NHK.

Continuam ainda por localizar mais de 10 mil pessoas, que se suspeita estarem sob os escombros ou de terem sido levadas para o mar alto, na sequência do maremoto, registado como tendo tido uma magnitude de 9 graus na escala aberta de Richter.

Nas últimas horas, um total de 643 mortes foram confirmadas na região de Miyagi, a mais devastada pelo sismo.

Entretanto, a Agência Meteorológica do Japão reportou esta noite que existe 70 por cento de possibilidades de que nos próximos três dias ocorram réplicas até 7 graus e várias embaixadas recomendaram aos seus cidadãos para não viajarem para o Japão

http://www.destakes.com/redir/bb3340a40a0aec4fd6a779137287e044

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:18 por micro_fz

A instabilidade nas centrais nucleares do Japão continua a preocupar as autoridades. Os níveis de radiação baixaram em Onagawa mas voltaram a subir em Fukushima. O sismo de sexta-feira causou a pior crise no país desde a Segunda Guerra Mundial. E há probabilidade de novos sismos de elevada magnitude.



Os níveis de radiação voltaram a atingir níveis acima do limite permitido na central nuclear em Fukushima Daiichi, indicou a empresa Tokyo Electric Power. Em causa estão falhas nos sistemas de arrefecimento dos reactores, que obrigaram à libertação de vapor radioactivo de forma a reduzir a pressão no interior.

Já na central nuclear de Onagawa os níveis de radioactividade baixaram para valores normais, após ter sido decretado o estado de emergência. Os três reactores nucleares da central "estão sob controlo", segundo as autoridades japonesas indicaram à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).



Este domingo, o primeiro-ministro Naoto Kan classificou o sismo de 8,9 de sexta-feira, seguido de um tsunami, como a pior crise que o Japão enfrenta desde a Segunda Guerra Mundial. E ficou a saber-se que ocorreram 26 sismos no país dois dias antes.

Na passada quarta-feira houve registo de um sismo de 7,2, seguido de três superiores a 6 de magnitude e outros 22 abalos superiores a 4,5. Na quinta-feira registaram-se dez sismos, cinco dos quais com mais de 5 de magnitude.



A televisão NHK avançou que o número oficial de mortos confirmados é de 1596, mas as autoridades admitem que só na região de Miyagi haja dez mil vítimas mortais.

Cerca de 310 mil pessoas foram evacuadas para abrigos de emergência e há milhões de sobreviventes ainda sem electricidade.

As consequências a nível económico serão também consideráveis. O porta-voz do governo, Yukio Edano, avançou uma estimativa de 100 mil milhões de dólares de impacto no PIB. As seguradoras terão pela frente encargos de cerca de 34 mil milhões de dólares.

http://www.jn.pt/Dossies/dossie.aspx?content_id=1805309&dossier=Terramoto%20no%20Jap%E3o&page=2

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:19 por micro_fz

Três centrais nucleares japonesas foram afectadas pelo sismo e pelas réplicas que se mantêm desde sexta-feira na região. A situação em Fukushima continua a ser a mais preocupante porque os níveis de radioactividade subiram este domingo. Em Onagawa, apesar de decretado o estado de emergência, as autoridades japonesas informaram a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) que os níveis estão dentro dos valores considerados normais.

Também parou o sistema de refrigeração de um dos reactores da central nuclear de Kyodo, 120 quilómetros a norte de Tóquio. Uma situação que foi entretanto normalizada, apesar de haver três geradores que não estão a funcionar.

Os níveis de radioatividade na central nuclear de Onagawa, no Japão, estão a voltar ao normal depois do estado de emergência ter hoje sido declarado, anunciou em comunicado a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

"As autoridades japonesas informaram a AIEA que os níveis de radioatividade na zona da central nuclear de Onagawa voltaram aos níveis normais", lê-se no comunicado.

O elevado nível de radioatividade detetado levou as autoridades nipónicas a declararem o primeiro escalão do estado de emergência.

As investigações levadas a cabo na área da central demonstram que não existem emissões radioativas nas três unidades de Onagawa, suspeitando as autoridades que a radioatividade detetada se possa dever à emissão de matérias radioativas da central nuclear de Fukishima Daiichi, segundo a AIEA.

O diretor-geral da AIEA, Yukiya Amano, deverá dar segunda-feira às 16:30 TMG (mesma hora em Lisboa) uma conferência de imprensa sobre a situação nas centrais nucleares japonesas.

Novo total oficial de vítimas mortais

As autoridades japonesas anunciaram um novo total de vítimas mortais do sismo da passada sexta-feira, fixando aquele número em 1.596, reportou a estação de televisão nipónica NHK.

Continuam ainda por localizar mais de 10 mil pessoas, que se suspeita estarem sob os escombros ou de terem sido levadas para o mar alto, na sequência do maremoto, registado como tendo tido uma magnitude de 9 graus na escala aberta de Richter.

Nas últimas horas, um total de 643 mortes foram confirmadas na região de Miyagi, a mais devastada pelo sismo.

Localidades costeiras como Minami-Sanriku tiveram praticamente todos os seus edifícios destruídos.

Operações de resgate

Noutros núcleos urbanos, como a cidade de Sendai, continuam a aparecer cadáveres nas praias e o trabalho das equipas de salvamento tem sido dificultado pelas constantes réplicas do sismo.

As autoridades mantêm ainda buscas para tentar encontrar mil pessoas, das quais não se têm notícias desde sexta-feira na região de Fukushima.

Por causa desta situação, cerca de 400 mil habitantes já foram retirados da zona e 100 mil militares e socorristas de 70 países trabalham para levar ajuda às vítimas.

Entretanto, a Agência Meteorológica do Japão reportou esta noite que existe 70 por cento de possibilidades de que nos próximos três dias ocorram réplicas até 7 graus e várias embaixadas recomendaram aos seus cidadãos para não viajarem para o Japão.

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Perigo+de+contaminacao+radioactiva+no+Japao+continua+a+preocupar+autoridades.htm

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:21 por micro_fz



Na expectativa de um novo tremor de terra até quarta-feira, os japoneses temem uma catástrofe nuclear por causa das falhas de arrefecimento nos reactores de algumas centrais nucleares, sendo a pior situação na da central de Fucoxima 1.

Em última análise poderá haver uma fusão do combustível nuclear e uma explosão dos reactores por sobreaquecimento, causando uma catástrofe ao estilo da de Chernobil em 1986. Naoto Kan, o primeiro-ministro japonês, já admitiu que esta é a "pior crise do país desde a Segunda Guerra Mundial".

"O que pode acontecer por falha no arrefecimento é idêntico" às consequências do desastre de Chernobil, disse ao DN a eurodeputada Maria da Graça Carvalho, que integra a comissão do Parlamento Europeu sobre Energia, a qual trata de questões relacionadas com a segurança nuclear.

A crise japonesa relançou o debate sobre o nuclear na UE, onde governos como o alemão e o espanhol decidiram aumentar o tempo de vida de centrais cujas licenças expiravam. Foi o que aconteceu com a central de Almaraz, que é arrefecida com água do Tejo e fica a cerca de 100 Km da fronteira com Portugal.

http://www.destakes.com/redir/1a3aaa9cb3f557b5aadd5cd33f341a66

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Mensagem em Seg 14 Mar 2011 - 15:22 por micro_fz

É a pior crise que o Japão enfrenta desde a Segunda Guerra Mundial. Ontem, o primeiro-ministro, Naoto Kan, falou à nação num discurso positivo e emocionado, apelando à união do povo para emergir do caos deixado pelo sismo seguido de tsunami, que abalou o país na passada sexta-feira. A grande preocupação são agora as centrais nucleares afectadas pela catástrofe natural. As autoridades locais decretaram o estado de emergência na central de Onagawa, onde, segundo a Agência Internacional de Energia Atómica, os níveis de radiação estão acima do permitido. Já em Fukushima, outras das unidades fortemente afectadas pelo sismo, o risco de explosão parece ser iminente.

É aqui que se concentram as atenções das autoridades japonesas. Fukushima situa-se a 250 quilómetros do maior aglomerado populacional japonês, cuja área metropolitana alberga 35 milhões de pessoas. Já no sábado, uma explosão no reactor número 1 provocou um morto e feriu 11 pessoas, num acidente que a Agência de Segurança Nuclear do Japão classificou de nível quatro (a escala vai de um até sete). Segundo informações da televisão japonesa, o nível de radioactividade fora da central era oito vezes superior ao normal. Na sala de controlo do reactor número 1, os valores dispararam para mil vezes acima do habitual.

"É altamente provável que se tenha desencadeado a fusão dos núcleos dos reactores 1 e 3", disse o porta-voz do Governo, Yukio Edano. O processo terá sido devido ao sobreaquecimento das barras de combustível, por falha dos sistemas de refrigeração. Como medida de segurança, as autoridades japonesas deslocaram cerca de 200 mil pessoas para lá de um raio de segurança de 20 quilómetros, por indicação expressa do primeiro-ministro. Mas, caso se confirme a fusão dos núcleos, a ameaça de se repetir um acidente semelhante ao de Chernobyl pode ser real.

Chernobyl vs. Japão Apesar de os três reactores da central de Onagwa estarem sob controlo, a ameaça de catástrofe nuclear mantém-se. Para além desta central e da de Fukushima, também a unidade de Tokai apresentou ontem problemas no sistema de refrigeração. Segundo as autoridades, um dos dois mecanismos de arrefecimento paralisou na sequência do forte abalo de sexta-feira, aumentando o nível de radioactividade.

Pobre em recursos naturais, o Japão colmata as necessidades energéticas com 50 reactores nucleares instalados ao longo da costa. Mas a opção das autoridades - que assim suportam 30% das necessidades energéticas do país - nunca esteve livre de críticas internas. Todos os anos, manifestantes juntam-se para lembrar as mortes provocadas pelas bombas atómicas largadas em Hiroshima e Nagasaki, em Agosto de 1945.

Os críticos da energia nuclear sempre se opuseram à construção de centrais em zonas de risco de terramoto. E apesar de os reactores das centrais terem sido desenhados com base nessa preocupação, a ameaça de tsunami parece ter sido ignorada. Os reactores resistiram ao terramoto, mas a massa de água do mar trazida pelo tsunami provocou fortes danos nos sistemas de refrigeração.

Segundo especialistas, existe o risco de suceder no Japão um incidente semelhante ao que ocorreu na Ucrânia, ainda que o nível de segurança japonês seja muito superior. "Em Chernobyl, não havia um compartimento de segurança nem tempo suficiente para evacuar as pessoas", compara, em palavras à Reuters, Marco Ricotti, especialista em centrais nucleares e professor do Instituto Politécnico de Milão. Porém, caso a fusão dos núcleos aconteça, os gases radioactivos lançados para a atmosfera podem provocar uma segunda catástrofe nuclear na história.

Alguns representantes japoneses afirmaram que o complexo onde está instalado um dos reactores da central de Fukushima corre o risco de explodir, depois de o tecto ter cedido na sequência do sismo. Caso isso aconteça, a fusão dos núcleos é praticamente inevitável. Para Paddy Regan, físico nuclear da Universidade de Surrey, em Inglaterra, existem duas formas de o material radioactivo chegar ao meio ambiente. A primeira é a libertação induzida do ar radioactivo para diminuir a pressão do reactor, uma medida considerada pelo governo japonês; a segunda é explodir o reactor, o que acontecerá apenas se a pressão no interior for suficiente. "Foi o que aconteceu em Chernobyl", disse Regan à Reuters.

http://www.ionline.pt/conteudo/110221-sismo-japao-teme-agora-ameaca-catastrofe-nuclear

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