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Morta em casa 9 anos: afinal, GNR não vai investigar

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09022011

Mensagem 

Morta em casa 9 anos: afinal, GNR não vai investigar




Mulher esteve morta em casa durante nove anos

Augusta Martinho deixou de ser vista em Agosto de 2002. Foi uma vizinha que estranhou a ausência e a caixa de correio cheia. Só ontem, quarta-feira, o corpo de Augusta foi encontrado no chão da cozinha e removido da habitação, num prédio da Rinchoa, concelho de Sintra.

O corpo de Augusta Martinho, que fazia 96 anos no próximo sábado, foi descoberto depois de a habitação ter sido alvo de penhora por parte das Finanças e vendida em hasta pública, com a nova proprietária a entrar ontem, quarta-feira, cerca das 16 horas, pela primeira vez no imóvel.

Augusta deixou de ser vista em Agosto de 2002. Uma vizinha contou ao JN ter estranhado a ausência e a caixa de correio cheia, tendo visto mesmo um vale da reforma caído no chão. E garante que tentou falar com familiares de Augusta que vivem em Lisboa e com os CTT, mas nunca nada foi feito.

A queixa de desaparecimento data de Novembro de 2002 e a GNR chegou a deslocarar-se ao local, mas disse não ter permissão para arrombar a porta.

Ninguém acreditava que Augusta estivesse morta em casa porque não havia mau cheiro - sabe-se agora que talvez tenha sido por haver uma janela da varanda aberta.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1779676



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Morta em casa 9 anos: afinal, GNR não vai investigar :: Comentários

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 7:51 por focaveiro

Só neste país isto é possivel. Tendo uma vizinha tentado tudo para saber o que se passava e ninguem se dignou a levantar uma palha sequer. Mais uma vez má imagem para a GNR.

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 10:18 por solamente

isto sinceramente é uma vergonha mas infelizmente tambem vos digo que é assim tratado o nosso idoso

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 16:30 por O ROLOTE

...eu quero ir para a ilha....

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 6:49 por BTBRAVO

GNR riu-se com hipótese de cadáver estar em casa


Aida Martins, de 82 anos, lutou durante nove anos para saber o que aconteceu à vizinha que, sábado, faria 96 anos e que ela acreditava estar morta em casa, na Rinchoa, Sintra.

Durante este tempo, insistiu junto da GNR e da PSP para verificarem se o corpo de Augusta Martinho estava no apartamento, mas as autoridades nunca entraram por falta de autorização judicial. Militares da GNR chegaram a rir-se da idosa.

Uma imigrante comprou o apartamento e deparou anteontem com as ossadas da mulher na cozinha.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1780124

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 6:51 por BTBRAVO

"Se ela estivesse morta cheirava mal!"

Esta foi a frase proferida por um agente da GNR, provavelmente um primo afastado de Horatio Caine do CSI Miami, quando uma senhora se queixou do desaparecimento da vizinha. Foi descoberta 9 anos depois. Morta dentro de casa.

O marido havia falecido há pouco tempo e a senhora deixou de ser vista por ali a passear como de costume, principalmente aos fins-de-semana. A única vizinha que se deu ao trabalho de ir à GNR fazer uma participação ficou perplexa quando os agentes, parados à porta do apartamento da desaparecida, nada fizeram.

"Então mas e se ela está ali dentro morta?" Perguntou a senhora já com alguma idade e muita ingenuidade...Os agentes riram-se entredentes, em estilo gozão como se fossem uma equipa do CSI depois de ouvir alguém dizer uma barbaridade de técnica forense e responderam com a sapiência de Sherlock's da Rinchoa:

"Ó minha senhora se ela estivesse morta cheirava mal". Brilhante. Portanto daqui conclui-se que uma pessoa só pode estar morta se cheirar mal. Se morrer na neve e ali permanecer enterrada durante 500 anos está viva. Apenas congelada como uma posta de maruca. E as inúmeras pessoas com quem nos cruzamos diariamente no metro e tresandam como doninhas porque não conhecem o conceito de sabão estão para estes dois estarolas da GNR aparentemente mortas. Sendo assim eu mesmo já tive o desprazer de viajar numa carruagem com 35 franceses mortos. E faziam mais barulho que uma excursão de putos da C+S. Há quem morra só dos pés ou da boca. Chamada morte por chulé ou por mau hálito.

Resultado desta macacada: os cadáveres da senhora e da sua única companhia, um pequeno cão, estiveram 9 anos, REPITO: 9 ANOS à espera de serem encontrados. Coisa que só aconteceu quando a porta foi finalmente aberta depois de a casa ter sido vendida num leilão das finanças.

Esta senhora vivia nos arredores de Lisboa, e não num canto qualquer do Portugal perdido. Teve dois azares. Vivia numa sociedade que já não olha para o lado a não ser para invejar o carro novo do vizinho ou o rabiosque da colega de trabalho e apanhou pela frente dois senhores que de agentes da GNR só têm a farda, impedindo-a pelo menos de ser tratada após falecer com a dignidade que qualquer um merece. Morreu só e assim permaneceu.

http://aeiou.expresso.pt/se-ela-estivesse-morta-cheirava-mal=f631187

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Mensagem em Sex 11 Fev 2011 - 15:07 por BTBRAVO

Morta em casa 9 anos: afinal, GNR não vai investigar
Vizinha e primo nunca conseguiram autorização para arrombar a porta

A Guarda Nacional Republicana não vai investigar o que correu mal no caso da mulher que esteve morta em casa durante nove anos, na Rinchoa, em Sintra.

Segundo o «Público», o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, já exigiu explicações ao Ministério Público sobre este caso.

Apesar de uma vizinha e de um primo terem dado conta do desaparecimento às autoridades, nunca tiveram autorização para arrombar a porta.

No entanto, a GNR considera que os procedimentos dos militares cumpriram a lei, embora admita que este caso vai servir de exemplo para melhorar os procedimentos em situações semelhantes.

A TVI falou com um primo da idosa, que diz que sempre acreditou que o corpo da familiar estava no interior da casa. No entanto, não quis ser ele a arrombar a porta sem autorização com receio de ser punido.

http://diario.iol.pt/sociedade/idosa-morta-rinchoa-gnr-tvi24/1232199-4071.html

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Mensagem em Dom 13 Fev 2011 - 3:12 por roda 7

A vida continuou, pois a velhice, nesta sociedade modelada pelo consumo e pelo individualismo, é dispensável

Uma vez, estava de serviço de piquete na PJ, fomos chamados a um casa nos arredores de Sintra, da qual vinha um cheiro fétido, e um vizinho suspeitava de que alguma coisa de grave teria acontecido, pois a velhota que ali morava não aparecia em público havia quase um mês. Ela tinha gatos em casa, dizia ele, que miavam insistentemente. Fui com o Simas. A rua empestava. Para quem conhece os odores da putrefacção, não havia dúvida. A mulher estava morta dentro de casa. Arrombámos a porta e o cenário era macabro.

Seis ou sete gatos gordos fugiram, e no quarto, caída sobre a cama, vestida, estava o cadáver da senhora. As partes moles do corpo que estavam sem roupa – pernas, mãos, rosto – não existiam. Os gatos esfomeados haviam-se alimentado da dona durante as semanas de cativeiro. A autópsia assinalou como causa da morte um enfarte fulminante. Porém, mesmo não se tratando de crime, quisemos saber como poderia ter acontecido tão impiedosa tragédia. Os filhos estavam de férias no Algarve. Alguém os alertou para o desaparecimento da senhora e chutaram para canto. Se não aparecia, talvez tivesse ido ver a irmã, que vivia algures no Algueirão. E ponto final. Nem se deram ao incómodo de telefonar para essa irmã (tia) para perguntar se a mãe estaria por lá. E assim terminou a história daquela velhota, que apesar de morta ainda serviu de alimento aos únicos animais que lhe faziam companhia. Os outros animais estavam na praia.

Recordei esta história a propósito desta velhota que agora surgiu morta em casa nove anos depois do óbito. Quis a impiedade da vida que fosse uma dívida das finanças e a imposição de pagamento que permitiram descobrir o corpo, seguramente já esqueletizado. O desaparecimento teria sido participado por uma vizinha à PSP ou à GNR. E agora, quando tudo se sabe, levantam-se um chorrilho de vozes contra as polícias que nada fizeram.

Se calhar não fizeram mesmo. Duvido se seria legal arrombar a porta sem autorização de um familiar, caso não se assinalassem odores ou outros sinais de morte. E os familiares? Durante nove anos não houve um filho, um sobrinho, um primo, alguém preocupado por desaparecimento tão longo? Ao que se sabe, apenas uma vizinha terá feito o alerta. Depois disto, a vida continuou, pois a velhice, nesta sociedade modelada pelo consumo e pelo individualismo, é dispensável. Não sei como chegámos a este limite de desumanidade, de indiferença, de egoísmo. Apenas sei que temos de fugir daqui, o mais depressa possível. Antes que seja tarde e sejamos comidos pelos gatos. Ou por nós próprios.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/f-moita-flores/vergonha-e-hipocrisia

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