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Primeiro casamento gay na GNR

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09022011

Mensagem 

Primeiro casamento gay na GNR






Capitã Patrícia Almeida, comandante do Destacamento de Santarém, dá o nó com a cabo Teresa.

Leia mais sobre esta paixão na edição de hoje do jornal 'Correio da Manhã'.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/primeiro-casamento-gay-na-gnr044506997



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Primeiro casamento gay na GNR :: Comentários

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 7:08 por focazero

O dirigente distrital da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), Vítor Ferreira, considera que o casamento homossexual entre a comandante do destacamento da GNR de Santarém, Capitã Patrícia Almeida, com uma militar da instituição, é uma forma de quebrar alguns tabus existentes nesta força policial. Vítor Ferreira disse a O MIRANTE que “o mais difícil numa instituição como a GNR é mudar mentalidades”.


Ressalvando que há que saber distinguir o que é a competência profissional e o que é a vida pessoal dos elementos da Guarda e da sociedade em geral, Vítor Ferreira recorda que há tabus que vão sendo desfeitos, tal como aconteceu quando começaram a entrar elementos femininos na instituição. Este casamento, o assumir de uma relação com uma pessoa do mesmo sexo, “também vai ser bom para mostrar que nos aproximamos da vivência da sociedade”, realça, acrescentando que “não podemos ficar numa redoma de vidro”.


Vítor Ferreira, em relação à capitã, só tem a dizer que do ponto de vista profissional é uma “excelente comandante”. Mas admite que agora que a sua relação pessoal é assumida que é muito provável que vá “enfrentar alguns comentários e talvez algumas vezes algumas palavras mais duras”.


O casamento da capitã com a cabo Maria Teresa Dias de Carvalho realiza-se no sábado na Conservatória do Registo Civil de Lisboa. As duas conheceram-se na Escola Prática da GNR de Queluz e há algum tempo que namoram.
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=43481&idSeccao=479&Action=noticia

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 7:47 por focaveiro

São os novos tempos. Que sejam felizes.

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 9:29 por Malato

Sou do tempo da outra senhora. Sinto tristeza. Contudo sejam felizes.

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 10:00 por periscopio

Partindo-se do pressuposto que as tendências sexuais não influirão na vida profissional das militares em questão, não vejo problema algum no facto.

A questão mais delicada neste caso, é o facto de a comandante de Destacamento ser casada com a sua subordinada, o que poderá causar algum desconforto às duas, unicamente por esse motivo.

Deixo aqui um convite à Senhora Capitão, para vir comandar o Destacamento de Trânsito de Carcavelos, pois penso que aqui não iria ter problemas com os subordinados, motivados pela sua sexualidade, (nós temos mentes mais abertas que a maioria do efectivo), e como o actual Comandante, (em substituição), não quer cá ficar porque não gosta do Trânsito, para mim seria bem vinda, tendo todo o prazer em servir às suas ordens.

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 10:16 por solamente

cada um leva a vida como quer desde que nao prejudique ninguem pois no mesmo destacamento sera um pouco complicado ou nao? que sejam felizes

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 11:20 por sentinela

enfim.......felicidades

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 11:39 por fist79

Cada um tem as suas preferências e como tal merecem ser respeitados/as. Independentemente das orientações sexuais o importante para o serviço/Guarda é existirem bons profissionais.
Contudo não consigo deixar de perguntar, qual a necessidade de virem para a praça pública anunciar o facto? ...

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 12:25 por 34 sandes

Eu bem tinha ouvido falar que o bastão no territorial está a ficar fora de moda!

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 12:27 por kota

embora sendo uma orientação diferente, não posso deixar de dar os parabéns pelo assumir de posições. lamento é o aproveitamento mediático de jornais, pseudo jornais, como o correio da manhã.

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 14:48 por Fenix

Os meus parabéns às jovens.
Que sejam felizes por muitos e longos anos.

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 15:25 por BTBRAVO

Paixão: Jovem oficial e formadora conheceram-se na escola prática
Primeiro casamento gay na GNR


Capitã Patrícia Almeida, comandante do Destacamento de Santarém, dá o nó com a cabo Teresa.

Patrícia Loureiro Almeida, 27 anos, lidera GNR em Santarém


Viram-se pela primeira vez em Queluz, na Escola Prática da GNR. E quem as conhece diz ter sido "fulminante. Paixão à primeira vista". Reprimiram a exposição inicial, "tendo em conta preconceitos nas tradições de uma instituição militar" – mas o segundo impulso foi mais forte. Há mais de um ano "passou a ser normal, até frequente", a cabo Maria Teresa Dias de Carvalho, de 39 anos, ir buscar ou levar a capitã Patrícia Loureiro Almeida, de 27, ao posto de trabalho. A jovem oficial é a comandante do Destacamento da GNR de Santarém. E agora, embaladas pela lei, as duas militares dão o nó no próximo sábado. É o primeiro casamento gay na história da GNR.

Fonte oficial da GNR limita-se a recordar ao CM que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "é um direito consagrado para qualquer cidadão" – logo, "parabéns às nubentes". E ficou apenas por confirmar se as mais altas patentes militares, no Comando-geral da GNR, estão convidadas e também vão celebrar o enlace da jovem oficial com a cabo Teresa.

O casamento será realizado na Conservatória do Registo Civil de Lisboa, sábado. Mas o local da festa foi mantido em segredo. A capitã Patrícia Almeida, que é conhecida por liderar com "pulso firme" mais de cem militares no destacamento territorial de Santarém, não quis ontem comentar o assunto.

A comandante vai dar o nó com a namorada de há cerca de dois anos, depois de as duas militares se terem conhecido em Queluz, localidade onde continuam a viver. Na altura, a oficial estava ali em formação, na Escola Prática, onde ainda hoje a cabo Teresa Carvalho – natural de Praia da Vitória, nos Açores – é formadora em investigação criminal.

Vão casar-se em regime de separação de bens. Deixaram de parte o regime geral de comunhão de bens porque a cabo Teresa tem um filho de uma anterior relação. E será este o primeiro casamento gay na história de uma instituição militar em Portugal. Também nas forças de segurança não é conhecido outro caso. Para uma fonte militar, "a seguir vêm casais de homens".

PERFIL

Patrícia Loureiro Almeida, 27 anos, formada na Academia Militar, foi há poucos meses promovida de tenente de Infantaria a capitã. Natural de Seia, é há dois anos comandante do Destacamento Territorial da GNR de Santarém.

"SERÁ SEMPRE RESPEITADA"

Militares que prestam serviço sob o comando da capitã Patrícia Loureiro Almeida garantiram ao CM que o facto de esta ter assumido um casamento homossexual não irá afectar a autoridade da figura de oficial. "Para nós, é a nossa comandante, e o que faz em casa não é da nossa conta. O importante é que seja competente para desempenhar as funções", disse um guarda.

CABO CAMPEÃ DE CORTA-MATO

A cabo Teresa Carvalho é conhecida na GNR como sendo uma atleta notável, principalmente na modalidade de corta-mato. Este ano, a formadora da Escola Prática da GNR, em Queluz, alcançou o terceiro lugar do XXXIII Campeonato Nacional Militar. No passado, a mulher também conquistou vários títulos em provas oficiais da GNR.

"INCOMODAVA GENTE NA GNR"

José Carlos Henriques, de 46 anos, está reformado desde 1998. Militar na GNR de Tomar, diz que foi aposentado compulsivamente por causa das suas preferências sexuais: "Eu fazia uma vida discreta, mas alguém me denunciou. E isso incomodava muita gente na GNR." Em finais de 1997, foi obrigado a comparecer a uma junta médica. "Começaram por me ordenar exames ortopédicos e depois diagnosticaram-me uma depressão grave que nunca existiu. Mas não queria continuar naquelas condições e aceitei sair da GNR por invalidez." Hoje trabalha para a firma que cuida das piscinas e do pavilhão municipal de Tomar, tal como o marido, Fernando Silva.

DISCURSOS DIRECTOS

"AINDA HÁ PRECONCEITO": César Nogueira, Presidente da APG-GNR

Correio da Manhã – Acredita que estas duas militares podem sofrer discriminações na GNR?

César Nogueira – Ainda há muitos preconceitos, principalmente numa instituição militarista como a GNR. Certamente que irão sentir problemas no dia-a-dia.

– Tem conhecimento de outros casamentos gay na Guarda?

– Acredito que seja o primeiro. Até porque não deve ser fácil assumir uma relação desta natureza sendo militar da GNR, precisamente por causa dos preconceitos.

– O facto de se tornar pública a relação através do casamento pode afectar as relações com os colegas e subordinados?

– Não deveria acontecer, mas acredito que as militares irão passar dificuldades, principalmente pelo facto de uma delas ser oficial.

"NÃO É UM TEMA TABU": Paulo Rodrigues, Presidente da ASPP-PSP

Correio da Manhã – Tem conhecimento de algum casamento gay na PSP?

Paulo Rodrigues – Acho que ainda não houve nenhum. Há muitos polícias homossexuais a viverem em conjunto, que ainda não deram o passo, mas não é um tema tabu.

– Pensa que pode haver discriminação por parte de colegas?

– Há uns anos, falou-se até em perseguições, mas penso que hoje em dia a própria sociedade está mais aberta e há muitos polícias a assumirem relações homossexuais .

– Acredita que a autoridade de um polícia pode ser afectada, assumindo uma relação gay?

– Não me parece que seja motivo de hostilização ou de brincadeira. A PSP tem tradições um pouco machistas, mas não acredito que se criem estigmas perturbadores.

UNIÃO DE LÉSBICAS EM FORÇA MILITAR INÉDITA NO MUNDO

A presença de homossexuais, gays e lésbicas, nas Forças Armadas e militarizadas é oficialmente admitida em 26 dos países da NATO. A única excepção é a Turquia, que tem forte influência muçulmana. E são já vários os casos destacados de casamentos entre militares gays, desde o oficializar da união de dois oficiais da Polícia Montada do Canadá, da base de Green-wood, na Nova Escócia, em Maio de 2005. Todavia, uma busca internacional não regista casos de casamentos de lésbicas em Forças Armadas, o que faz da união na GNR portuguesa uma estreia mundial.

A homossexualidade em forças militares tem mais de 24 séculos, a acreditar nos escritos do filósofo grego Plato (428-347 a.C.), que destacava um pequeno exército de amantes como o melhor preparado para grandes combates. A Grécia não teve contudo seguidores. Nas Cruzadas houve condenados à fogueira por relações sexuais com pessoas do mesmo sexo e na Guerra da Independência dos EUA o general George Washington expulsou vários militares por terem relações homossexuais.

Os casamentos entre militares gay tornaram-se comuns com o legalizar da união entre pessoas do mesmo sexo. A Espanha assistiu em 2006 ao casamento de Alberto Marchena e Alberto Fernandez, companheiros na Força Aérea. O Reino Unido estreou-se em Março de 2010 com a união de James Wharton e Thom McCaffrey.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/primeiro-casamento-gay-na-gnr044506997

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 15:35 por Mário Lino

a GNR moderna.....

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 16:26 por O ROLOTE

o que é que eu tenho a ver com a vida das outras pessoas....quando eu casei o CM também não fez noticia do meu casamento...ao se dar tanta importância ao assunto estão a discriminar....

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 16:58 por SAGITARIOPARASEMPRE

A GNR NO SEU MELHOR...
VAI CAIR DE MADURO...

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Mensagem em Qua 9 Fev 2011 - 17:24 por bota alta

Felicidades para elas.

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 2:56 por o vigilante

flower
Qual o problema?
Que Deus as proteja e muitas felicidades na vida futura.
No entanto, lhes faço o seguinte apelo:
Não deixem de ser profissionais.
0.0 SEMPRE.

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 5:42 por solamente

Oficial gay comanda caça a 16 assaltantes

A comandar a execução dos seis mandados de busca nas residências dos suspeitos, que terão assaltado mais de uma dezena de casas, ourivesarias e outros estabelecimentos, estiveram os comandantes dos destacamentos da GNR de Grândola e de Santarém. Esta última, capitã Patrícia Almeida, é a oficial que vai dar o nó com a cabo Teresa Carvalho, conforme o CM avançou ontem – naquele que será o primeiro casamento gay na história da GNR.

Os detidos, 14 homens e duas mulheres entre os 18 e os 45 anos, todos romenos, foram transportados para Grândola, onde hoje começam a ser interrogados por um juiz.

Pelas 07h00, cerca de 90 militares concentraram-se junto às casas dos suspeitos em Alpiarça e deram início à rusga. Foram apreendidas três viaturas ligeiras, uma grande quantidade de material informático e electrónico (televisores LCD, computadores portáteis, telemóveis, playstations, entre outros), uma arma de alarme, várias jóias de ouro e dinheiro, que a GNR avalia em mais de 30 mil euros.

As várias famílias "não ofereceram resistência", disse ao CM o tenente Martins, comandante da GNR de Grândola, onde se iniciou o inquérito. Os detidos começaram a ser investigados pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Grândola por vários assaltos a residências naquela área.

Agora residiam em Alpiarça, onde também já estavam referenciados pelo NIC de Santarém por vários furtos. "Não é possível saber ainda ao certo em quantos furtos estarão envolvidos, decorrem investigações para ligar a enorme quantidade de material recuperado a inquéritos que estão em curso".

Os suspeitos e respectivas famílias começaram a ser levados para o posto da GNR de Alpiarça por volta das 10h30 para identificação. Além dos 16 detidos, outros dez homens foram constituídos arguidos mas não vão ser ouvidos pelo juiz.

Na operação, foram empenhados cerca de 90 militares dos NIC dos dois destacamentos, da Unidade de Intervenção da GNR, do Grupo de Intervenção em Operações Especiais, do Grupo de Intervenção e Ordem Pública e do Grupo de Intervenção Cinotécnico. Foi coordenada pelos comandos da GNR de Santarém e Setúbal.

NOIVA CABO FORMOU PJ E PSP

A cabo Maria Teresa Dias Carvalho, 39 anos, noiva da capitã Patrícia Almeida, é formadora de investigação criminal na Escola Prática da GNR, em Queluz – onde se conheceram –, há pelo menos dez anos. Além de cursos curriculares a guardas, a militar já formou agentes da PSP e inspectores da Polícia Judiciária. Fonte da escola diz ao CM que Teresa Carvalho é especialista em situações de sequestros e tomadas de reféns. Morena, cerca de 1,65 m, cabelo curto e já grisalho, a militar conheceu a futura mulher no curso de promoção a capitão que Patrícia Almeida frequentou na escola, no primeiro semestre do ano passado. Quando a oficial abandonou a escola, já estavam apaixonadas. Apesar de ter ficado colocada em Santarém, Patrícia Almeida vive com a namorada num apartamento no centro de Queluz.

MANCHETE DO 'CM' FOI TEMA À MESA DA CAPITÃ

Depois de ter estado no terreno a comandar a operação de Alpiarça, a capitã Patrícia Almeida voltou ontem ao posto de Almeirim, onde está sediado o Comando do Destacamento de Santarém. A oficial almoçou com subordinados (vários guardas e pelo menos um sargento) e, à mesa, falou abertamente sobre a manchete do CM de ontem, a propósito da cerimónia civil que a irá unir à cabo Maria Teresa Carvalho – é o primeiro casamento gay na história da GNR. Sempre "correcta e cordial" com todos os militares, "é uma oficial da GNR que sabe desempenhar as funções de comando", dize

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/oficial-gay-comanda-caca-a-16-assaltantes[b]

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 6:26 por Sagitário para sempre

Afinal qual é a relevância desta noticia? Nenhuma.

Só querem mediatismo e publicidade, pois que casem e sejam muito felizes, a nós o que interessa a orientação sexual de cada pessoa!!!!!!

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 6:47 por BTBRAVO

Ao fim e ao cabo
Senhora capitã gay

Percebe-se o incómodo do Estado-Maior da GNR com o anúncio do casamento da capitã Patrícia Almeida com a cabo Teresa Carvalho.

O casamento, primeiro do género numa força militarizada, vai pôr à prova o casal – e, principalmente, as altas chefias da Guarda. Só por ingenuidade não se pressente a tentação de demitir a capitã da responsabilidade do comando do Destacamento Territorial de Santarém e sentá-la à secretária de uma repartição. O único comentário que fonte oficial da GNR fez sobre o caso – "o casamento entre pessoas do mesmo sexo é um direito consagrado para qualquer cidadão, parabéns às nubentes" – mostra como no Quartel do Carmo o assunto é motivo de grande embaraço.

O comandante-geral, general Newton Parreira, saberá fazer a justiça de avaliar a missão da capitã à frente do destacamento sem pesar o preconceito do casamento homossexual – e resistirá aos que já começam a exigir a reposição da ordem e da moralidade numa força militarizada e historicamente conservadora. Para já, Patrícia Almeida acaba de calar algumas vozes: conduziu uma grande operação que liquidou um gang suspeito de assaltos (pág. 13). Quando a ‘capitã gay’ fizer asneira ninguém a perdoará. O comandante-geral espera que esse dia venha longe…

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/senhora-capita-gay

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 7:29 por VICENT

o casamento entre gays está consagrado na lei, como tal as senhoras em causa so tinham que dar entrada com o processo de casamento, como fizeram e fazem milhares de outros militares, sem alaridos na comunicação social.
a srª capitâ deve ser sim um exemplo para os seus subordinados, basta ver a camisola que vestia quando a foto foi tirada, o colarinho da mesma estava descosido. que pena.
Vicent

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 9:33 por Férias

Eu já acredito em tudo.. Por isso n estranho.. A seguir vem mais, homens com homens inclusivie e depois eu quero ver quem é q anda na rua a dar a cara por estas coisas q vão chocar com os ideais da maioria da população.. Mas é a minha opinião, certa ou errada, vá-se lá saber....

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 14:47 por SAGITARIOPARASEMPRE

Amigo Vicente quem cose o pulôver lá em casa ??
Já estou a ver as duas a briga !!!
LOOOL

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 14:53 por MAKARIO

O jornalismo vive disto é vergonhoso "Oficial gay comanda caça a 16 assaltantes" que titulo é este?

Esta capitã tem a carreira feita.

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Mensagem em Qui 10 Fev 2011 - 15:03 por JUSTICEIRO

Estas modernices sempre me fizeram muita confusão; enfim, sou de outro tempo. Tempo esse em que os comportamentos eram normais e não existia essa coisa de andar a "bater pratos".

Agora temos mais um motivo de chacota pela sociedade dita normal.

A fim de evitar confusões, vou requerer uma viat para a patrulha com separador físico, rede ou acrílico, não vá o diabo tece-las e algum dia ando a fazer patrulha com um "moderno".

Sinto-me muito bem como pré-histórico.

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Mensagem em Sex 11 Fev 2011 - 1:59 por Ghost

Que sejam felizes!!

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Mensagem em Sex 11 Fev 2011 - 3:00 por Ghost


Não chegará já??? Já são três vezes seguidas!!!!!

GNR: Destino é comando administrativo e de recursos internos

Oficial gay quer ir para secretaria
A capitã Patrícia Almeida poderá, muito em breve, sair do Comando do Destacamento Territorial da GNR de Santarém. A oficial que protagonizará, em conjunto com a cabo Teresa Carvalho, o primeiro casamento gay da história daquela força de segurança, pediu para ser transferida para o Comando Administrativo e de Recursos Internos (CARI), em Lisboa.

Não é, no entanto, líquido que esta transferência se vá concretizar. A última palavra cabe ao Comando-Geral da GNR, que analisa agora o pedido de saída da capitã Patrícia Almeida para o CARI.

Ao que o CM apurou, a oficial da GNR demonstrou vontade de sair do cargo que ocupa em Santarém muito antes de ter anunciado o casamento, nos próximos dias, com a cabo Teresa Carvalho.

A trabalhar em Almeirim, onde está instalado o Comando do Destacamento Territorial de Santarém, mas a residir em Queluz, Patrícia Almeida vê-se forçada a fazer diariamente o trajecto entre as duas localidades de comboio.

A viver em união de facto com a noiva – cabo Teresa Carvalho, formadora da Escola da Guarda, em Queluz – a capitã solicitou transferência para o CARI, unidade que regula toda a actividade administrativa da GNR. O pedido já foi formalmente feito ao Comando-Geral, que deverá, em breve, pronunciar-se sobre a mudança de serviço de Patrícia Almeida.



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Mensagem em Sex 11 Fev 2011 - 11:08 por Brigadeiro para sempre

Estão a ser mais oportunistas de que militares, também não entendo o motivo para se dar tanta publicidade a esta noticia tão deprimente.

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Mensagem em Sex 11 Fev 2011 - 15:43 por sentinela

começo a pensar que querem ganhar uns trocos com a venda de noticias sob o casamento,....
devem pensar que são um exemplo para a sociedade,
por favor,,,,,,um pouco de juízo não faz mal a minguem.....e o vosso caso nao é exemplo para ninguém,
o silencio será o melhor para vos.
homem com homem ou mulher com mulher É PERVERTER A LEI DA VIDA

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Mensagem em Dom 27 Fev 2011 - 12:09 por BTBRAVO

GNR: Capitã e cabo formalizaram ontem primeira união homossexual na Guarda
Casamento gay oficializado


A capitã Patrícia Almeida, 27 anos, e a cabo Teresa Carvalho, de 39, oficializaram ontem o primeiro casamento gay da história da GNR. As duas militares formalizaram a união numa conservatória do Registo Civil de Lisboa, concretizando um desejo noticiado em primeira mão pelo CM.

Teresa Carvalho e Patrícia Almeida chegaram juntas à conservatória


A cerimónia começou pelas 11h00, na conservatória da avenida Fontes Pereira de Melo. As nubentes chegaram juntas e tinham à espera um grupo restrito de pessoas, a maioria das quais colegas de trabalho. Ninguém foi fardado.

À saída, ambas recusaram prestar declarações à comunicação social. Patrícia Almeida foi a única que aceitou mostrar a "felicidade" que garantiu sentir, abandonando depois o local com a companheira e os convidados.

A primeira cerimónia de casamento entre as duas militares esteve, tal como o nosso jornal noticiou, marcada para 12 de Fevereiro. O casamento terá sido adiado por vontade das duas nubentes e concretizado ontem de manhã.

As duas mulheres selaram ontem cinco anos de namoro e dois de vida em comum. Conheceram--se na Escola da Guarda, em Queluz, Sintra. Formadora de Investigação Criminal neste estabelecimento de ensino militar, Teresa Carvalho conheceu a jovem oficial Patrícia Almeida. As duas enamoraram-se e continuaram juntas após Patrícia Almeida ter saído da Escola. A oficial passou depois por várias funções até se fixar no comando do Destacamento de Santarém. Está agora colocada no Comando de Administração e Recursos Internos da Guarda.

COMPANHEIRAS DISTINGUEM-SE NA PROFISSÃO

Protagonistas do primeiro casamento homossexual da história da GNR, Patrícia Almeida e Teresa Carvalho merecem o respeito dos companheiros de profissão. A capitã tirou o curso de oficial na Academia Militar, em Lisboa, e rapidamente chegou ao comando do Destacamento Territorial da GNR de Santarém, unidade responsável pelo patrulhamento em grande parte deste distrito.

Por vontade própria, Patrícia Almeida pediu transferência para o Comando Administrativo e de Recursos Internos da GNR, em Santa Apolónia, Lisboa, onde se apresentou ao serviço a 14 de Fevereiro.

Teresa Carvalho, por seu turno, é formadora de Investigação Criminal na Escola da Guarda há cerca de 15 anos. Foi a primeira mulher na GNR a tirar um curso de ordem pública, tendo sido instrutora de agentes da PSP e investigadores da Polícia Judiciária.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/casamento-gay-oficializado

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Mensagem em Dom 27 Fev 2011 - 12:45 por BTBRAVO


http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2011/2/primeiro-casamento-homossexual-dentro-das-forcas-policiais-portuguesas27-02-2011-01318.htm

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Mensagem em Seg 28 Fev 2011 - 17:43 por 1970

Uma coisaé a legalidade e outra coisa é a cultura castrense.
Uma e outra sempre se relacionaram no meio de cruzamentos paradoxais.
A cultura castrense ainda usa os seus mecanismos de contornar a lei.
O tempo dirá se foi a legalidade ou a cultura castrense a vencedora.
Opinar, de forma séria, sobre esta matéria implica uma certa abertura de espírito e, também, alguns conhecimentos sobre a história da humanidade e das religiões.
Afrontar a lei é, por vezes, menos doloroso do que afrontar "lugares comuns".
É tudo, por ora, o que me oferece dizer sobre esta matéria.

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