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Judiciária Greve na PJ paralisa investigações a BPN e BPP

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22012011

Mensagem 

Judiciária Greve na PJ paralisa investigações a BPN e BPP




Judiciária
Greve na PJ paralisa investigações a BPN e BPP


Processos ligados ao crime económico estão paralisados. Mandados de busca expiram e têm de ser renovados.

Uma equipa de inspectores da Unidade Nacional Contra a Corrupção (UNCC) dirigiu-se, na quarta-feira, a um acampamento de ciganos para fazer uma busca. Além de provas, os investigadores procuravam um suspeito de contrabando, para ser constituído arguido. Mas como os inspectores apenas trabalham a partir das 09.00, quando chegaram ao local o suspeito já não se encontrava.

Este é apenas um exemplo de como a greve ao trabalho extraordinário em curso na Polícia Judiciária está a afectar as investigações em curso naquela polícia. E, na sempre sensível área do crime económico, os processos, segundo várias fontes contactadas pelo DN, estão paralisados. E não são processos quaisquer: em causa estão investigações ao BPP, alguns casos relacionados com o BPN, corrupção nas autarquias e na administração central. Já para não falar do importante Departamento Central de Prevenção e Apoio Tecnológico (DCAPT), a unidade da Judiciária encarregue das vigilâncias. Estas só são efectuadas das 09.00 às 17.30. Tudo o que os "alvos" façam fora deste horário passa à margem da investigação.

As repercussões da greve ao trabalho extraordinário são admitidas por Carlos Garcia, presidente da Associação Sindical dos Funcionários da Investigação Criminal (ASFIC): "Nós sabemos que os criminosos não têm um horário como o nosso, das 09.00 às 17.30. O grande volume de trabalho desenvolve-se antes e depois deste horário. Todas as buscas apenas se realizam depois das 09.00. A grande maioria dos alvos não têm sido detidos, e apesar de em muitos dos casos já existirem mandados de detenção, não são cumpridos porque as pessoas já não estão", explicou ao DN.

Aliás, de acordo com informações recolhidas, em vários processos já houve necessidade de fazer pedidos de renovação de mandados de busca. Estes, normalmente, são passados por um juiz ou um procurador, com uma validade de 30 dias, de forma a que a polícia monte uma estratégia.

"Com as dificuldades actuais de juntar colegas e tendo em conta os processos, os prazos expiraram", descreveu ao DN um coordenador de investigação criminal. No caso da UNCC, os danos são óbvios: verificando-se atrasos em processos ligados ao BPN - um dos quais levou à detenção do empresário Carlos Santos - e ao BPP, "um braseiro", segundo um inspector. As investigações a fraudes fiscais e a contrabando também estão paradas. E são casos que têm impacto directo na economia (ver texto ao lado).

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1763659


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