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Forças Armadas à beira da ruptura

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20052010

Mensagem 

Forças Armadas à beira da ruptura




Crise económica coloca ramos militares em grave situação financeira.
Conheça todos os pormenores na edição papel do jornal 'Correio da Manhã'.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/forcas-armadas-a-beira-da-ruptura



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Forças Armadas à beira da ruptura :: Comentários

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Mensagem em Qui 20 Maio 2010 - 11:14 por RIDOMIL

Mais cedo ou mais tarde era inevitavel que viesse a acontecer pois se estivesse tudo bem nas forças armadas não havia tanta cede dos srs generais de virem para a GNR acabar a sua carreira podendo assim arrecadar mais uns euros e contribuindo com a destruição da mesma a longo prazo com a sua mentalidade retrogada.

Presumo que se continuarmos por este caminho a proxima noticia que virá parar à opinião publica será identica ao cabeçalho desta mas substituindo as forças armadas por GNR
GNR à beira da ruptura

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Mensagem em Qui 20 Maio 2010 - 15:58 por BTBRAVO

Defesa
Forças Armadas à beira da ruptura

Crise económica coloca ramos militares em grave situação financeira.

As Forças Armadas estão à beira da ruptura financeira. Mesmo com um aumento orçamental de 5,6 por cento em 2010, Marinha, Exército e Força Aérea estão numa situação, segundo garantem fontes conhecedoras do meio militar, em que 'não há dinheiro para nada'. A derrapagem orçamental afecta desde logo, como o CM já revelou, as despesas com pessoal, onde a insuficiência de verbas já ascende a 80 milhões de euros.

O próprio Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto, deu ontem um sinal indicador das dificuldades com que as Forças Armadas se confrontam: em conferência de imprensa, o CEMGFA deixou claro que o sistema de informações militares vive 'um estado de exiguidade absoluta'. E precisou: 'Não temos tido, para vos dar uma ideia de um estado de menos consistência com que as informações militares foram vivendo, células de informações em nenhum dos teatros em que temos forças, isto é sério'.

O CM questionou ontem o Ministério da Defesa sobre os sinais de dificuldades financeiras nas Forças Armadas, mas, até ao fecho desta edição, não obteve resposta. Certo é que, segundo fontes do meio militar, o risco de ruptura financeira é mais grave em 2010 do que nos anos anteriores. E a prova é que a Direcção Geral do Orçamento já detectou, em Abril, um buraco de 80 milhões de euros nas despesas com pessoal, quando nos últimos anos isso acontecia a partir de Agosto.

O Ministério da Defesa garantiu, na altura, que o pagamento dos salários dos militares estava assegurado.

FORMADORES NO AFEGANISTÃO

Valença Pinto afirmou ontem que Portugal deverá substituir a Força de Reacção Rápida que tem no Afeganistão por uma equipa de formadores. A alteração surge em resposta a um pedido directo da NATO, e ocorrerá em Setembro, mês em que se faz a rotação de efectivos.

O Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA) disse esperar mais elementos do comandante do Comando Operacional Conjunto que está no Afeganistão para concluir e entregar nas próximas semanas ao ministro da Defesa o estudo sobre esta alteração.

Valença Pinto alertou para as dificuldades do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), que foi reestruturado, e considerou ser necessário colocar células de operacionais nos teatros de operações onde Portugal tem forças militares. E disse esperar ter o Centro de Informações e Segurança Militar (CIMIL) activado em 2011.

SAIBA MAIS

SUPLEMENTO

O Suplemento da Condição Militar subiu, nos últimos anos, de 14,5% para 20%. O apoio para despesas de representação também aumentou.

2,2 mil milhões de euros é o orçamento para o funcionamento do Ministério da Defesa em 2010. Corresponde a 51,7% dos gastos totais da Defesa.

40 000 militares é quase o efectivo dos três ramos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Força Aérea). O Exército tem o maior número de militares.

CORTAR EFECTIVOS

O Governo já disse que quer reduzir em 2600 o número de militares das Forças Armadas. A medida permitirá poupar uma verba na ordem dos 92 milhões de euros.

TEATROS DE OPERAÇÕES

Portugal participa em 12 missõesinternacionais, tendo 820 militares em acções no âmbito da NATO, da ONU e da União Europeia.

'MAL-ESTAR NA COESÃO E DISCIPLINA DOS MILITARES': António Lima Coelho, Presidente da Ass. Sócio-profissional Sargentos reage à falta de dinheiro nas Forças Armadas

Correio da Manhã – O País atravessa uma grave crise. Como vê esta situação nas Forças Armadas (FA)?

António Lima Coelho – Vemos com muita preocupação. Os militares nunca deixaram de dar um contributo ao País, já o fazem desde há 25 anos. Mas agora é muito mais grave porque as missões são muitas e Portugal assume cada vez mais missões, que exigem cada vez mais meios.

– Que impacto poderá ter a falta de dinheiro no espírito das FA?

– O que assistimos é que o novo sistema remuneratório veio introduzir injustiças profundas entre os militares, principalmente sargentos e praças, causando um mal-estar muito grande na coesão e disciplina dos militares.

– Nesta situação, a defesa da soberania pode estar em causa?

– Obviamente que esta é uma grande preocupação para nós. Há muito tempo que lançámos o alerta de que as FA não podem estar dependentes de empresas e entidades estrangeiras. O que acontece por delapidação do tecido produtivo nacional, como os Estaleiros de Viana do Castelo, do Arsenal do Alfeite, das OGMA, entre outros.

– Como se explica que as FA estejam, ainda antes de se chegar a meio do ano, já com esta situação tão delicada do ponto de vista financeiro?

– Nós, há muitos anos que alertamos para o sobreendividamento na Defesa. Faz-se sempre um orçamento abaixo das necessidades e depois, a partir do meio do ano, passamos a viver de duodécimos. A implementação deste novo sistema remuneratório só veio piorar as coisas. E existe por teimosia da tutela, porque nós alertámos várias vezes, ainda no executivo de Severiano Teixeira, que este novo sistema é injusto e aumenta os gastos. Ainda assim, não foram as associações sócio-profissionais que deixaram de dar um contributo para que estas situações não acontecessem.

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