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Vias cortadas em Valença contra fecho do SAP

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29032010

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Vias cortadas em Valença contra fecho do SAP






Utentes cortaram a ponte que liga Portugal a Espanha em Valença.



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Vias cortadas em Valença contra fecho do SAP :: Comentários

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Mensagem em Ter 30 Mar 2010 - 1:38 por BTBRAVO

Polícia parou carros e 'ajudou' ao protesto

A comissão de utentes não queria, mas a marcha lenta combinada com a acção das autoridades portuguesas e, sobretudo, espanholas, acabou por levar ao encerramento Ponte Internacional do Minho durante uma hora ao final da tarde de ontem. "Nós não queríamos parar o trânsito, mas a Guardia Civil começou a mandar parar muitos dos veículos e acabaram por ajudar a passar a nossa mensagem", garantia Carlos Natal, da Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Valença.

Este foi o culminar de um dia de protestos marcados pela indignação com o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) local. Medida que está a levar alguns utentes a decisões radicais. Joaquim Barros vai "tratar dos papéis para que a mulher possa ter médico em Espanha". Este valenciano de 56 anos trabalha há 17 do outro lado da fronteira e acabou por passar a ter médico de família em Tui. Perante o encerramento do SAP vai fazer o mesmo para a mulher. "Não podemos estar sem urgências à noite", frisa.

A medida preocupa muitos dos cerca de 15 mil utentes, que garantem que os riscos aumentam com a necessidade de percorrer cerca de 20 km até Monção para ir ao único SAP que na região não encerrou à noite. "Eles matam-nos", afirma Rosa Maria Pousada, indignada com uma decisão para a qual não encontra justificação. "Não é por falta de meios e de condições que fecha", diz, esperando que "a ministra ouça os protestos".

Florinda Carreira, por seu turno, recorda o seu próprio caso, que, na noite de domingo quando foi comunicada a decisão de encerrar o SAP local, teve de ali ir às urgências. "Vim para aqui às onze da noite porque sou asmática e estava com uma crise", conta para logo questionar: "Se fosse hoje, como é que era? Tenho 68 anos e nunca fui para nenhum outro lado que não Valença."

Preocupação que assalta muitos dos que ontem se voltaram a concentrar à porta do centro de saúde e que, garantem, só arredam pé dali quando lhes for dito que já não é preciso mais protestos.

http://www.destakes.com/redir/43e3659cb9e4fb097c24e2a31553dd3e

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