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MP investiga morte de menino atacado por cão

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08012013

Mensagem 

MP investiga morte de menino atacado por cão




O Ministério Público (MP) abriu um inquérito ao caso do menino de 18 meses que foi atacado no domingo por um cão em Beja e morreu esta terça-feira, disse à agência Lusa fonte oficial da Procuradoria-Geral da República.

Segundo a fonte, a participação do caso enviada na segunda-feira pela PSP foi recebida hoje no Ministério Público de Beja e "dará origem a inquérito".
O menino foi atacado no domingo ao final do dia em casa, em Beja, por um cão de nove anos arraçado de pitbull, raça considerada potencialmente perigosa, e que pertencia a um tio da criança, que vivia na mesma casa com os pais e os avós da vítima.

O avô do menino, Jacinto Janeiro, explicou na segunda-feira aos jornalistas que o cão estava "às escuras" na cozinha da casa, quando o menino foi àquela divisão e lhe "caiu em cima", o que fez com que o animal o atacasse.

Mostrando-se surpreendido com o sucedido, Jacinto Janeiro disse que o que aconteceu "não tem explicação", porque o cão "era meigo", "sempre conviveu com crianças" e, em nove anos de vida, "nunca" antes tinha atacado ou feito mal a alguém.

No entanto, segundo informações apuradas hoje pela Lusa junto de várias fontes conhecedoras do caso, Jacinto Janeiro já terá sido atacado pelo menos duas vezes pelo cão, tendo necessitado de recorrer a assistência médica.

Após o ataque, o menino ficou gravemente ferido e foi transportado pela própria mãe para o Hospital de Beja, onde entrou cerca das 19:00 de domingo, disse à Lusa fonte hospitalar.

Cerca das 20h30 de domingo, de acordo com a mesma fonte, o menino, que tinha "um traumatismo cranioencefálico grave", foi transferido de helicóptero para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde morreu hoje.

Após um pedido da PSP, o cão foi recolhido na segunda-feira para um canil situado perto de Beja, onde, de acordo com a veterinária municipal da cidade, Linda Rosa, será abatido no início da próxima semana.

Como determina a lei, o cão está isolado e em observação numa "box" específica do canil durante oito dias e depois será abatido, explicou a veterinária, referindo tratar-se de "um cão perigoso", porque "atacou uma criança" e, por isso, "o fim é a eutanásia".

Apesar de a família não ter apresentado queixa e "mesmo não sabendo qual seria o desfecho da situação da criança", na segunda-feira a PSP enviou uma participação do caso para o Ministério Público, disse hoje à Lusa a oficial de relações públicas do Comando de Beja da PSP, a subcomissária Maria do Céu Silva.

Segundo a subcomissária, na segunda-feira, durante o processo de recolha do cão para o canil, a PSP pediu ao dono, o tio da vítima, os documentos do animal, só que o homem "disse que os tinha, mas não os apresentou", alegando que "não sabia onde estavam".

Segundo informações apuradas pela Lusa, o cão não está registado na junta de freguesia, como é obrigatório por lei, mas possui um "chip" identificativo.

AUTÓPSIA REALIZADA AMANHÃ

A autópsia ao corpo do menino vai realizar-se na quarta-feira no Gabinete Médico-Legal de Lisboa por determinação do Ministério Público, já que se tratou de uma "morte violenta".

O cadáver deu entrada cerca das 14h00 de hoje no Gabinete Médico-Legal de Lisboa com indicação do Ministério Público para ser autopsiado e a autópsia vai realizar-se de manhã, disse hoje à agência Lusa fonte do Instituto Nacional de Medicina Legal.

Segundo informações prestadas hoje à Lusa pela Procuradoria-Geral da República (PGR), "a lei determina a obrigatoriedade de realização de autópsia médico-legal nas situações de morte violenta", como aconteceu com o menino de 18 meses.
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